Marketing Digital

O que está acontecendo com o marketing digital em 2018

Marketing Digital 2018

O setor de Marketing nunca fica estagnado. A mudança é inevitável e aquele que não se adapta, sofre.

Aprender constantemente e frequentemente sobre novas tendências e a melhor forma de gastar seu dinheiro com anúncios é um desafio que nunca acaba.

No entanto, por ele nunca acabar, ele nunca para de dar frutos enquanto o trabalho em cima disso for produtivo, ou seja, contanto que se entenda as novas tendências.

Para isso, no entanto, só existe um método: manter-se informado e a par de tudo sobre o mercado e suas tendências.

Levando isso em consideração, aqui estão algumas dicas e dados importantes sobre Marketing Digital em 2018.

Empresas ganham, em média, o dobro do que foi gasto com anúncios no Google

Google Ads dobro

É normal vê-se argumentações de que a margem já foi maior e de que o Google tem cada vez extraído mais dinheiro dos anúncios, no entanto, ainda é uma margem muito boa.

Então se você tem dúvida sobre ser ou não uma boa ideia usar o Google Ads para aumentar as visitações e conversões em seu site, comece do princípio em em sua grande maioria, as empresas estão tendo um excelente retorno.

O Google fez uma pesquisa nos Estados Unidos sobre o retorno que seus anúncios têm gerado na economia, e, o resultado foi que a cada dólar investido na plataforma, o retorno era dobrado.

Mídias Sociais cada vez mais relevantes

O tempo que um internauta gasta em sites e aplicativos como Twitter e Facebook é de um terço de seu tempo online, em média.

Tempo em mídias sociais

Essa informação por si só já deveria ser mais que o suficiente para que você se motivasse a usar parte de seu investimento nesse meio, senão a maior parte.

Não existe outra atividade que usuários da internet gastam mais tempo que em redes sociais.

Descobrir se seu público usa mais uma rede social que outra também seria interessante, mas independentemente, é uma área de forte interesse, de fato.

Mídias Sociais e suas influências sobre consumidores

Redes Sociais

Não há como escapar disso na época em que vivemos.

É praticamente impossível conhecer alguém que não tenha pelo menos uma conta em uma rede social.

Cerca de 40% dos internautas seguem suas marcas favoritas em mídias sociais

Redes sociais acabam sendo uma escolha consequencial para fidelização da clientela, considerando os dados.

O uso de mídias sociais se torna a maneira mais fácil de manter informado o cliente engajado.

Além disso, 25% dos usuários de internet também seguem as marcas que os interessa quando estão pensando em fazer alguma compra.

Ter uma mídia social de boa apresentação, com bastante informações, incluindo texto, áudio e vídeo, só ajuda você a causar uma melhor impressão.

Usuários muitas vezes são inspirados a fazer compras por causa das redes sociais

Comprar Redes Sociais

A influência não acaba por aí, no entanto. Já que as redes sociais são muito do que motiva os usuários a realizarem compras online.

Verdade seja dita, não é incomum que um usuário se interesse por um produto porque viu alguém falando sobre ou porque um post sobre tal produto viralizou de forma orgânica.

Exatamente por isso o ideal é a produção de conteúdo sobre o seu produto ou serviço, fazendo assim que haja mais possibilidades deste tipo de evento ocorrer.

Outras redes sociais

Como foi dito, o perfil do usuário é extremamente importante. Embora o Facebook tenha mesmo uma quantidade gigantesca de usuários, existem outras redes.

Muitos usuários do Facebook passam a maior parte do seu tempo no Instagram, por exemplo. Felizmente, este tem anúncios que funcionam de forma similar ao Facebook.

Uma rede social, se é que se pode chamá-lo assim, que é constantemente ignorada é o Reddit.

O Reddit tem um tempo de visitação médio ainda maior que o próprio Facebook.

Considerando que o usuário passe mais tempo visitando a plataforma, você tem mais tempo para chamar a atenção  para o seu anúncio.

O Reddit também é especialmente interessante para encontrar um público alvo de gostos ou intenções bem específicas já que ele funciona como um fórum de tópicos.

A maior parte do tempo online das pessoas é no celular

A grande maioria do tempo que um usuário passa verificando mídias digitais é gasta enquanto a pessoa está no celular.

Lembre-se de projetar seus anúncios para funcionarem também quando visualizados por celular.

Divulgue sua marca, especialmente para usuários de celular

Segundo a Think With Google, só o fato de sua marca aparecer em uma pesquisa que um usuário fez em um celular já coloca sua marca no mapa. O resultado na busca do Google aumenta sua presença de marca em até 46% segundo a pesquisa.

Uma vez que o seu nome seja conhecido, as chances de conversão aumentam de forma significativa.

A familiaridade com um nome dá uma maior impressão de segurança e conforto na hora da compra.

Portanto, lembre-se disso na hora de dividir seus anúncios e faça sua marca ser vista.

Pessoas preferem assistir do que ler

Preferência de assistir

A Animoto publicou uma pesquisa e sua visão na influência que o Facebook tem na hora das pessoas fazerem uma compra.

E parece que 64% dos consumidores dizem que já foram influenciados a fazer uma compra por causa de um vídeo do Facebook.

Embora vídeos no Facebook fossem a princípio usados para divulgação e engajamento, percebe-se aqui o potencial de usá-los para conversão.

 

 

5 maneiras de usar o Google Analytics para encontrar ideias de conteúdo

5 maneiras de usar o Google Analytics para encontrar ideias de conteúdoEntender como funciona o perfil do cliente que visita sua loja online, site, blog e afins é muito importante para investir em estratégias de marketing digital que atinjam seu público alvo de forma eficiente. Nesse mercado, há diversas ferramentas que auxiliam na coleta de informações sobre os visitantes do sites.

O Google Analytics ajuda a desenvolver o marketing orientado por dados. Com o resultado gerado é possível analisar como os clientes estão reagindo à sua página e, assim, desenvolver uma estratégia que atraia mais público.

Se você deseja melhorar o alcance do seu negócio, conheça as 5 maneiras de usar o Google Analytics para encontrar ideias de conteúdo.

Use o Google Analytics para criar variações do seu conteúdo

Com o Google Analytics você consegue descobrir qual o comportamento do visitante em cada post do seu site.

Essa ferramente é extremamente útil para deduzir o que mais agrada ou não os clientes que buscam pelo seu negócio e, assim, construir os posts seguintes de acordo com o perfil do conteúdo que mais chamou atenção e público.

Qual o melhor formato de tópico e estruturas, postagens que o cliente gastou mais tempo na página, tipos de títulos mais chamativos e coisas do gênero são dados que o Google Analytics apresenta para você.

Detalhes que parecem insignificantes, como usar ou não usar títulos com clickbait, postagens com listas ou não, fazem diferença para o leitor. Isso é observado pelo sucesso de postagens com a mesma estrutura.

De uma maneira prática e simples, você consegue traçar um perfil das postagens que mais tiveram sucesso.

Utilizando desses dados, é possível construir seus próximos posts seguindo as características mais populares e, consequentemente, atrair mais visitantes.

Relatório de Termos de Pesquisa do Google Analytics

A estratégia de marketing SEO (Search Engine Optimization), é crucial para a otimização no mecanismo de busca. O Google Analytics possui a função que nos oferece dados referentes às palavras mais buscadas pelos visitantes.

O Google Analytics produz um relatório contendo quais são as palavras-chave mais buscadas quando acessam seu site.

Essa função pode ser encontrada na barra de pesquisa, na sequência: Google Analytics>Comportamento>Pesquisa do Site>Termos de Pesquisa.

Termos de Pesquisa Analytics

O último passo informa quais são as palavras-chave mais buscadas. Mas, o que isso adianta na estratégia de Marketing?

É interessante analisar quais palavras que os visitantes usam para tentar encontrar o assunto desejado. Com essa informação, pode-se utilizar a estratégia SEO com mais embasamento, destacando palavras mais populares.

Essa ferramenta do Google Analytics também nos dá a possibilidade de encontrar falhas no conteúdo do site.

Ou seja, pelo Termo de Pesquisa é possível avaliar quais as buscas que não tiveram conteúdo correspondente e, assim, produzir posts referentes a essas pesquisas.

Assim, as postagens do site estarão sempre atualizadas com conteúdo que realmente interessa o cliente.

Atualização de conteúdo existente

Sites com conteúdos desatualizados são um grande problema para seu rendimento. O Google Analytics também consegue fazer uma análise sobre matérias que não são mais acessadas, ou que os visitantes não permanecem.

O tráfego de busca possui um aumento de 40% depois de atualizar o conteúdo do site.

Para acessar no Google Analytics, siga: Comportamento> Conteúdo do site> Todas as páginas e escolha Origem/mídia na caixa Dimensão Secundária.Consultas Analytics filtro Todas as Páginas

 

Ao comparar a taxa de rejeição, gerada no relatório, com as visualizações únicas da página, é possível descobrir se os leitores estão realmente lendo o conteúdo e passando tempo na página.

Com essa informação, você pode selecionar quais os conteúdos não estão sendo lidos e atualizá-los.

O Relatório de Fluxo de Comportamento, também gerado pelo Google Analytics, indica se os visitantes estão interagindo com o site.

Ou seja, se o post não rendeu nenhuma tentativa de contato, significa que ele precisa ser atualizado para se tornar mais atrativo.

Renovar, atualizar e reciclar postagens defasadas aumentará o tráfego de clientes no site, expandindo mais as pesquisas dentro dele.

Atente-se a intenção da palavra-chave

De acordo com o diretor de SEO da Be Found Online: “Se você não tiver conteúdo em seu site para corresponder à intenção de uma palavra-chave, não poderá gerar uma quantidade significativa de tráfego de pesquisa, não importa quantas vezes você use essa palavra-chave em seu site. ”Ou seja, a palavra-chave deve corresponder à intenção dos leitores para que ela seja realmente efetiva. Conheça os quatro tipos de palavras-chave·

  • Navegação – Os usuários pesquisam por sites específicos.
  • Informativo – Pesquisa de uma resposta para um determinada pergunta, por exemplo: Qual a altura da Torre Eiffel?
  • Investigativo – Por exemplo: Quais são as melhores câmeras digitais?
  • Transacional – os usuários estão pesquisando com o intuito de comprar.

Para chegar os dados no Google Analytics, você navegará por Aquisição>Search Console>Consultas.

Consultas Analytics

O Relatório de Pesquisa precisa conter as palavras-chave adequadas ao tipo de negócio da sua empresa. Por exemplo, se tem uma loja comercial, as palavras devem ser investigativas ou transacionais. Caso as buscas no site sejam de gênero informativo, isso não trará resultados para o seu negócio. Os leitores simplesmente entraram na página e não permanecerão muito tempo nela.

Converse com o cliente final

É claro que as ferramentas do Google Analytics são fundamentais para estudar os perfil dos visitantes e como o conteúdo impacta o leitor, porém, também é preciso fazer uma pesquisa com seu público-alvo.

Conversar com o cliente e buscar entender quais são suas dúvidas a respeito do seu negócio é crucial.

Esse tipo de pesquisa irá direcionar as postagens do seu site com conteúdo realmente interessante, atraindo mais novos visitantes.

Juntando as ferramentas computacionais do Google Analytics e a pesquisa de mercado com o cliente final, conseguirá material suficiente para um site bem estruturado e de sucesso.

Melhore o conteúdo do seu site utilizando as diversas maneiras de usar o Google Analytics para encontrar ideias de conteúdo. Aumente o tráfego de visitantes e atinja o sucesso para o seu negócio!

 

Como medir o retorno das mídias sociais?

Como medir o retorno das mídias sociais

Ao falamos sobre o retorno das mídias sociais em termos de valores – financeiros ou de ações de usuários, devemos falar sobre ROI – Return on Investment – porém, voltado para esse tipo de mídia.

Por ROI, queremos dizer o retorno do investimento do negócio (predominantemente marketing) em investimentos em canais sociais, redes, estratégias e táticas feitas para atingir metas pré-definidas.

Os profissionais de marketing digital sabem como é difícil de mensurar o exato retorno dos esforços gastos em redes sociais, isso porque, todos as ações de marketing estão interligadas, tanto online quanto offline e isso pode esfumaçar o quanto que suas ações afetam as métricas. E portanto, definir uma estratégia de marketing digital exige um planejamento detalhado da estratégia e constantes ajustes.

Seja no nível micro, no nível macro, no nível integrado, no nível da campanha, no nível do programa, no nível básico… vale tudo! O importante é saber se suas estratégias estão sendo efetivas ou não.

Afinal, o que significa medir o retorno das mídias sociais?

A cada dia é possível ver mais e mais executivos – finalmente – se perguntando sobre o retorno de todos os seus investimentos em redes sociais.

O chamado ROI das redes sociais torna-se, para uma empresa, ainda mais importante quando sua fase experimental termina, ou seja, quando as primeiras táticas para observar a resposta do público a ele são tomadas.

É possível fazer essa análise contando com algumas perguntas sérias e começar a medir o retorno das mídias sociais através de algumas descobertas do “Estudo de ROI e Medição de Marketing”.

A necessidade de medições de retorno das mídias sociais é menor em organizações que realizam experimentos de mídias sociais e estão testando essa ideia em uma escala relativamente pequena.

Isso é feito em comparação com profissionais de marketing que desejam aumentar a eficiência de seus programas de redes sociais e melhorar a integração.

Defina o objetivo de sua campanha

Qualquer campanha deve ser feita com um objetivo para ser cumprido. Citaremos alguns a seguir.

Aumentar a presença da marca

Esse objetivo almeja fazer com que a marca seja reconhecida pelas pessoas, e, no meio digital isso se converte em números de seguidores de suas páginas, interações com postagens, comentários na página, hashtags e outros. Esses são indicadores que devem ser observados com o passar do tempo para determinar o sucesso de sua campanha.

Tráfego ao site

Aliado com uma boa experiência de usuário, o tráfego que seu site é capaz de atrair pode determinar o sucesso ou fracasso de sua empresa. Ações em páginas específicas do site podem ser mais fáceis de serem mensuradas, especialmente, se for uma página promocional.

Geração de leads

Este objetivo é mais orientado para trazer uma ação das pessoas impactadas pela sua campanha, tendo em vista que o objetivo é fazer com que essas pessoas preencham um formulário em uma página de destino, inscrever-se para uma newsletter, baixar um e-book, etc.

Sendo assim, suas postagens nas redes sociais podem incluir um link para uma página de destino que contenha um formulário e mensurar o tráfego pelo próprio Google Analytics provindos de sua campanha.

Geração de vendas

Ao definir o objetivo de geração de vendas procure ter uma meta a ser atingida, como por exemplo, gerar uma receita de R$21.000 ou vender 20 pacotes de viagens por meio de postagens no Facebook. Dessa forma, você consegue ter uma visão mais apurada de como devem ser suas ações para gerar vendas.

Tempo de campanha

Assim como toda ação de marketing, leva um pouco de tempo para conseguir retorno. Tendo isso em mente, estipule um prazo para sua campanha de redes sociais que seja condizente pois, o resultado pode demorar meses para ser concretizado e consegue-se uma amostra mais próxima à realidade com um prazo maior de tempo.

As métricas a seguir são razoáveis a serem obtidas.

  • Aumentar presença de marca: Coloque, por exemplo, um prazo de 30 dias para aumentar a quantidade de seguidores de sua página do Facebook em 20%.
  • Aumentar tráfego do site: Tente ocupar uma parcela de 25% de tráfego de redes sociais no Google Analytics em 2 meses.
  • Geração de leads: 30 leads por mês por ações de sua página do Facebook.
  • Geração de vendas: Procure vender os 20 pacotes de viagens no período de 45 dias.

Desenvolva uma estratégia com base em seus objetivos

A estratégia de sua campanha deve estar alinhada com os objetivos e os prazos de suas campanhas. Sendo assim, caso tenha definido um prazo “apertado” para cumprir seu objetivo, sua estratégia deve estar mais “robusta” com um número de atividades maiores para conseguir alcançar sua meta.

Além disso, sua estratégia deve ser estruturada com tendo em vista seu objetivo. Um objetivo de aumentar presença de marca deve ser orientado para gerar engajamento dos usuários, curtidas e compartilhamentos do Facebook, menções no twitter. Diferente da geração de leads, que busca atrair um público para uma página de preenchimento de formulário e requer mais ações dos usuários para concretizar o objetivo.

  • Aumentar presença de marca: Busque manter uma média de postagem semanal, como por exemplo, 10 postagens no Facebook e Instagram e 15 no Twitter. Crie postagens criativas que possuem uma boa chance de serem compartilhados.
  • Aumentar tráfego do site: Busque artigos em seu site que tenham maior tempo de permanência e faça posts na redes sociais com conteúdos interessantes que instiguem os leitores a acessarem a matéria completa.
  • Geração de leads: Faça uma campanha no Facebook Ads direcionando novos usuários e remarketing para sua página de formulário. Encoraje seus seguidores a acessar sua página para realizar a ação no site.
  • Geração de vendas: Faça posts com uma nova linha de produtos e coloque uma call-to-action convincente para fazê-los se interessar em seus produtos e acessar o link.

Defina e acompanhe seus KPIs

Retorno das redes sociais

Esta questão obviamente também depende de seus objetivos. É essencial apostar em KPIs para mensurar o retorno das mídias sociais.

O que você tem nos KPIs são métricas relacionadas a suas metas, como:

  • Etapas da jornada de compra;
  • Determinados canais;
  • Ciclo de vida do cliente individual;
  • E outros pontos de contato sociais.

Algumas métricas são mais fáceis de ser mensuradas, como por exemplo, a quantidade de curtidas que sua página do Facebook, outras como a receita proveniente de remarketing podem não ser tão fáceis de serem obtidas sendo necessários o uso de outras ferramentas como o Google Analytics, para determinar a origem da campanha e estabelecer uma ligação com a receita.

É importante que o acompanhamento de seus KPIs seja feito regularmente, mesmo após o término de sua campanha pois, os usuários estão em contato com diversas fontes de informações online e estão em constante mudanças. Por isso, manter o acompanhamento permite que você tenha uma noção do cenário geral de como os usuários de redes sociais estão se comportando.

Sabendo mais sobre as formas de medir o retorno das mídias sociais em seu negócio, você se torna capaz de estimular seus resultados e obter sucesso em todos os seus projetos! Confira também o nosso texto em que abordamos o ROI pelo Google Analytics.

Busca orgânica, Links Patrocinados, Redes Sociais, o que vale mais a pena?

Google orgânico, Google Ads, Facebook, o que vale mais a pena

Quais canais de marketing digital têm maior ROI?

Todo negócio busca trazer a maior rentabilidade para seus investimentos, e no mercado digital, há diversos canais disponíveis para dar maior visibilidade para sua empresa, links patrocinados, redes sociais, sites de buscas, e-mail marketing, etc…

Buscando entender qual é o canal de marketing digital que traz o maior retorno, o Search Engine Journal realizou uma pesquisa com sua audiência no Twitter perguntando qual é o canal de marketing digital que traz maior retorno para seus negócios.

Eles utilizaram 4 canais de marketing online para essa pesquisa, a busca orgânica, que visam a otimização dos sites para os mecanismos de buscas (SEO), links patrocinados que são anúncios pelas plataformas como Google, Bing e Yahoo! Ads, Mídias Sociais como por exemplo as redes sociais do Facebook, Instagram, Twitter, Google+ e por fim o marketing por e-mail.

Se você está considerando investir em canais de marketing digital, confira o resultado dessa pesquisa.

Qual canal de marketing digital tem maior retorno para seu site?

A pesquisa realizada no Twitter da SEJ obteve 388 votos e os resultados foram os seguintes:

  • Com 49% dos votos, o canal que trouxe maior retornos para seus usuários foi a busca orgânica.
  • Os links patrocinados tiveram 19% dos votos, ficando em segundo lugar, abaixo do orgânico.
  • O terceiro lugar ficou para as mídias sociais (Facebook, Instagram, Twitter, etc.) com 18% dos votos.
  • O marketing por e-mail foi o canal menos respondido com 14% dos votos.

Gráfico pesquisa

Vale ressaltar que os resultados variam da particularidade de cada negócio, ao analisar qual canal investir, há uma série de fatores que devem ser levados em conta, propósito da publicidade, público, modelo de negócio etc. E portanto, apesar do orgânico apresentar o melhor resultado para maioria dos usuários o ideal é realizar uma análise do setor e verificar qual canal focar para seus objetivos.  Vale a pena também considerar a diversificação dos canais, para não depender de apenas uma fonte de tráfego.

Como fazer análise ROI pelo Google Analytics?

como fazer analise ROI pelo Analytics

É possível fazer uma análise de ROI no Google Analytics usando o relatório de Análise de ROI e o relatório de Análise de Custo.

A sigla ROI é, na verdade, um termo usado para “Return over Investment”, que em português seria algo como “Retorno sobre Investimento”.

Através desses dois relatórios, é possível calcular o ROAS (Return Over Advertising Spend), que é o indicador do retorno sobre gasto com anúncios.

Então, apesar do Google Analytics te dizer que está fazendo um relatório de ROI, ele na verdade está analisando e reportando o seu ROAS.

Requerimentos para fazer análise de ROI no Google Analytics

Existem 4 requerimentos padrão para fazer corretamente a anális de ROI no Google Analytics.

  1. Configuração de Rastreio de Comércio Eletrônico
  2. Configuração de Metas de Conversão
  3. Dados de custo disponíveis nos seus relatórios do Google Analytics.
  4. Pelo menos 60 dias de dados no Google Analytics que inclui dados de e-commerce, metas, conversões, dados de custo e uso de dados do website.

Se você não puder cumprir tais requerimentos, é bem capaz do relatório não ser muito confiável. De qualquer forma, sem os dados de custo, o Google Analytics são estará apto a calcular o ROAS.

Importar os dados é crucial. Para importar os dados, é necessário que você faça duas coisas.

A primeira: conecte o seu Google Analytics ao seu Google Ads. Com as duas contas estando conectadas, você automaticamente vai começar a receber dados de custo do Google Ads.

A segunda: importe dados de custo de todas as campanhas de marketing pagas que não tenham sido feitas pelo Google (Admin > Propriedade > Importar Dados).

Importação de Dados

Importação de Dados Concluída

Vinculando o Analytics com Google Ads

Antes de mostrarmos como fazer o relatório no Google Analytics, é necessário vincular as duas contas para que os dados sejam mostrados na plataforma do Analytics. Siga as instruções abaixo:

  1. Na sua conta do Analytics, vá para configurações
  2. Na aba de Administrador, em propriedades, procure pela vinculação do Google Ads
  3. Clique em + novo grupo de contas vinculadas
  4. Selecione a conta do Google Ads que você deseja vincular e clique em continuar;
  5. Ative para todos os dados do website
  6. Clique em Vincular Contas
  7. Concluir

Como o Google calcula o ROAS?

O Google Analytics analisa o ROI via o ROAS e o último é calculado da seguinte maneira: Valor de conversão/Investimento feito.

Por exemplo, se você gastou 100 reais no Google Ads no mês passado e teve um retorno de 1000 reais, o Google divide 1000/100 para ver qual é o tamanho do seu retorno.

No caso, 10 vezes maior que o investido, dando um resultado de 1000% (O resultado de 100% indicaria que o resultado foi igual ao investido).

Neste caso, a conclusão lógica é que seu investimento neste canal é extremamente válido. Usando esta análise, você sabe exatamente de quanto é o seu retorno e sabe onde você pode investir seu dinheiro com mais segurança.

O Relatório de Análise de Custo

É pelo relatório de Análise de Custo do Google Analytics que você pode determinar seu CPC (Custo por Clique) e o ROAS de todos os canais de Marketing dos quais você tenha importado os dados de custo.

Para ver a análise de custo, basta navegar até Aquisição > Campanhas > Análise de Custos no seu Google Analytics.

Relatório de análise de custos

O lado ruim do Relatório de Análise de Custo é que o os dados do ROAS são calculados usando apenas um modelo de atribuição: “Último Clique Não Direto”. Portanto, caso você queira utilizar outro modelo de atribuição então você deverá utilizar o Relatório de Análise de ROI.

O Relatório de Análise de ROI

Através deste relatório, você pode determinar o CPA (Custo por Aquisição) e o ROAS para cada canal de marketing sob diferentes modelos de atribuição.

  • Última Interação
  • Último Clique Não-Direto
  • Último clique em anúncios do Ads
  • Primeira Interação e vários outros.

De forma similar, você também pode determinar os ROAS de mesmo tipo e outros.

Para acessar o relatório de Análise de ROI, você deve ir em Conversões > Atribuição > Análise de ROI na visualização Premium do seu Google Analytics.

Tenha como base seus objetivos

Qual é o propósito do seu site?

Partindo do princípio de que você já tem um site, o que você quer dele?

Você pode estar tentando vender produtos ou talvez você queira divulgar uma marca.

Por exemplo, no caso de divulgação, talvez você queira que os visitantes passem o e-mail deles para você enviar um e-book e, mais a frente, outros e-mails que o ajudem com seu objetivo.

Seja lá qual for o seu objetivo, é quando este é atingido que nós temos uma “conversão”.

Estimando o custo

Quanto você está disposto para conseguir a conversão? A questão aqui é que é uma questão complicada.

O motivo por trás disso é o fato de isso mudar bastante de empresa pra empresa. Além disso, muda bastante de caso a caso.

Você tem que calcular o quanto você está disposto para atingir seu objetivo. Quando vale a pena pagar por número de telefone, por e-mail ou para conseguir fazer uma venda?

Determinando uma meta no Google Analytics

Quando um visitante realiza a atividade determinada como a meta, o Google Analytics registra tal ato como uma conversão bem-sucedida. As metas:

  • Destino: quando um local em específico do seu site é carregado
  • Duração: quando um visitante passa um tempo determinado em seu site
  • Páginas: um usuário visualiza um determinado número de páginas/telas
  • Evento: quando um vídeo em específico é reproduzido, um formulário é preenchido, ou até quando clicam em um anúncio

Conversion Rate Optimization

CRO é uma sigla também em inglês que significa “Coversion Rate Optimization”(Otimização da Taxa de Conversão).

Ou seja, de forma simples, o uso do CRO traz a melhoria de uma página ou do site por inteiro, fazendo assim com que este acabe por aumentar sua taxa de conversão com base na mesma quantidade de acessos.

Se pergunte quanto você ganha. Agora olhe para a sua conversão e imagine se você conseguir aumentar ela em 10%, qual será o tamanho do seu lucro? E em 25%?

É aí que nós aliamos o CRO ao ROI e começamos a otimização.

As vantagens são óbvias, mas o processo é árduo. Chegar à raiz do que leva usuários a se transformarem em consumidores pode variar drasticamente de caso a caso.

De qualquer forma, existem algumas dicas que podem ajudar diretamente a sua conversão.

A importância de tudo isso

Calcular o ROI permite que você entenda seus visitantes e clientes.

Entendendo seus comportamentos de compra, você sabe que passo tomar em prol de uma otimização de conversão.

Ao identificar os produtos e serviços que geram mais lucro, você consegue saber ainda melhor a direção que deve tomar em seu negócio.

Se seu objetivo é ser um bom profissional de Marketing Digital ou não, não deixe nunca de avaliar o ROI de todas as suas campanhas, comparar com o ROI durante o fluxo padrão de seu site e sempre traçar planos de CRO.

Como profissional, seja para você mesmo ou como consultor, é de seu interesse tirar o máximo possível dos indicadores e transformá-los em resultados positivos da forma mais eficiente possível.

 

Native ADS – Quando a publicidade se torna conteúdo

Native Ads

O que são os Native Ads?

O uso de anúncios pagos que correspondem à aparência e função do formato de mídia em que aparecem é o que chamamos de publicidade nativa.

Pode-se dizer, também, que a publicidade nativa consiste em uma técnica de publicidade na web em que o anunciante tenta ganhar a atenção dos consumidores, fornecendo um conteúdo valioso no contexto da experiência do usuário.

Os anúncios nativos são mais comumente vistos em feeds de mídia social ou como conteúdos recomendados em uma páginas da internet.

Ao contrário dos anúncios gráficos ou de banners, que são óbvios, notáveis (e muitas vezes, até mesmo incômodos) os anúncios nativos não são realmente parecidos com anúncios tradicionais.

Eles parecem parte do fluxo editorial da página. A chave para a publicidade nativa é que ela não é intrusiva.

A ideia principal por trás deste tipo de anúncio é o usuário praticamente não notar diferença entre os anúncios e o conteúdo orgânico.

Quais são os tipos de Native Ads?

A principal organização responsável pelo desenvolvimento de padrões do setor de anúncios e pela realização de pesquisas de negócios, O Interactive Advertising Bureau (IAB), publicou em 2013 um relatório detalhado com seis categorias diferentes para categorizar anúncios nativos.

Veja aqui uma versão geral e resumida de cada um deles.

In feed

Como o nome indica, os anúncios no feed acabam por se localizadas no próprio feed de conteúdo normal do site.

O que significa que eles aparecem como se o conteúdo tivesse sido escrito por/ou em parceria com a equipe do editor para corresponder às histórias ao redor.

Muitas vezes, é fácil passar despercebido como o post de alguma página que você segue.

O conteúdo é marcado como patrocinado e aparece no site em um formato semelhante a todos os outros conteúdos da publicação.

Esta categoria é um dos formulários de anúncios nativos mais populares devido à sua eficácia.

Promoted Listing

Geralmente apresentados em sites que não são baseados em conteúdo, como sites de comércio eletrônico, os anúncios promovidos são apresentados de maneira idêntica aos produtos ou serviços oferecidos no site em questão.

Eles não têm conteúdo editorial, mas são projetados para se adequarem perfeitamente à experiência de navegação.

Paid Search Ads

Conhecidos como links patrocinados, anúncios de pesquisa paga são como anúncios promovidos, com a diferença de que que as listagens aparecem na parte superior dos resultados de pesquisa do usuário.

Ads pagos

Não é incomum ver isso no Google ou Bing, por exemplo. Faça o teste. Pesquise o nome de algum produto eletrônico, por exemplo, e veja como funciona.

Geralmente encontrados acima ou abaixo dos resultados da pesquisa orgânica ou em posição favorável, são vendidos a anunciantes com uma garantia de posicionamento ideal na página do mecanismo de pesquisa.

É algo bem simples como: “Me pague que quando procurarem um produto que você tem, o seu nome vai aparecer em evidência”.

Esses blocos de anúncios também são usados para promover negócios, dependendo da localização do internauta ao fazer a pesquisa e de suas preferências para determinadas empresas.

Tais anúncios geralmente possuem uma aparência idêntica a outros resultados na página, com exceção dos aspectos de divulgação.

Recomendation Widgets

Native Ads exemplo

Geralmente fornecidos por meio de um widget, os anúncios de recomendação geralmente são reconhecíveis por palavras que implicam referência externa, sugestões e tópicos tangencialmente relacionados.

“Você pode gostar também”; “Você pode gostar”; “Em outros lugares da web”; “De toda a web”; “Você pode ter perdido” ou “Recomendado para você” normalmente caracterizam essas unidades.

Essas recomendações patrocinadas são links pagos de descoberta de conteúdo distribuídos por redes de amplificação de conteúdo.

Essas redes amplificam o conteúdo da sua marca ao recomendá-lo em sites com um público semelhante.

In-Ad (IAB Standard)

Esse tipo de publicidade nativa parece um anúncio padrão, mas tem uma ligação forte e extremamente contextualizada com o editor.

Por exemplo, uma marca de placas de vídeo fazendo sua propaganda numa e-store de produtos eletrônicos para gamers, uma marca de doce de leite fazer propaganda de sua marca em um site de receitas de sobremesa com uma receita própria e etc.

Custom

Aí, com o próprio nome já deixa bem claro: formatos customizados.
Esses anúncios aparecem de várias maneiras diferentes, no entanto, existe uma espécie de padrão.

Eles sempre tem como característica predominante o mesmo estilo do local onde está sendo apresentado e providenciando uma experiência não intrusiva para o usuário.

Resumindo, um anúncio que tenha o visual se assemelhando ao conteúdo da página e que mantenha uma experiência natural de exploração do site para o usuário é considerado um anúncio nativo ou native ad.

Publicidade nativa é alternativa elegante aos anúncios de sempre?

Bom, isso de fato vai depender muito.

A principal razão pela qual tantas pessoas são desligadas por anúncios é que as consideram irritantes e intrusivas.

Muitos anúncios interrompem o que os usuários estão fazendo, o que já irritante o bastante por natureza.

Alguns ainda fazem ruídos altos, tocam música do nada ou têm cores brilhantes e irritantes.

Há piores, como os que são tão grandes e abrem tantos pop ups que transformam a navegação do site em um processo doloroso e labiríntico.

Não devemos ir longe demais

Uma coisa, no entanto, é fato: a publicidade nativa resolve um problema para usuários e anunciantes ao fornecer conteúdo que não interrompa a experiência do usuário e, portanto, é mais provável que seja visto pelos consumidores.

Mas deve-se tomar cuidado, o usuário gosta de identificar um anúncio. Quando não se é possível dizer a diferença entre um post comum e um anúncio, a sensação que o internauta tem é a de estar sendo enganado e isso pode causar um grande efeito negativo.

A ascensão dos Ad Blockers

Adblock

Ad Blockers tem ficado mais comuns a cada dia, fazendo com que você não possa confiar nas formas antigas de publicidade se quiser alcançar seus consumidores.

Eles têm ferramentas para bloquear seus anúncios e sabem quais anúncios devem ser evitados, mesmo se os visualizarem.

Você precisa pensar com mais cuidado sobre como se envolver com os usuários, se quiser divulgar sua marca ou aumentar as vendas.

Seu Native Ads

Agora que você sabe como eles funcionam, procure veículos para comprar os seus.

Estude a melhor maneira de integrar seu conteúdo ou produtos de forma natural em outros sites e veja os resultados. Native Ads podem ser o que faltavam para dar uma melhorada significativa na sua conversão.

Como a realidade aumentada pode ser aplicada ao Marketing?

realidade aumentada

Por muito tempo algo que só víamos em Ficção Científica, a realidade aumentada, esteve longe de nosso dia-a-dia. Hoje está ao alcance de qualquer pessoa com um SmartPhone.

Descomplicando, é considerado Realidade Aumentada:

A integração de informações virtuais, a visualizações do mundo real.

Ou seja, enquanto a realidade virtual leva uma pessoa a um mundo virtual, a realidade aumentada traz o virtual para o mundo real.

O famoso, e já esquecido, PokemonGo é o exemplo mais conhecido de tal tecnologia.

Pokémon GO

 

As aplicações, apesar de difíceis de se criar, são inúmeras, mas muitas vezes apenas um interesse passageiro.

A maior dificuldade é descobrir como transformar a curiosidade momentânea em um entusiasmo duradouro.

Divertido como um jogo

Jogos eletrônicos são divertidos e parte da vida das pessoas, especialmente os jovens. Mas o que há em um jogo que faz com que uma pessoa continue voltando frequentemente?

Um jogo precisa ser divertido para manter o interesse, obviamente. Mas há mais que isso. A constante sensação de conquista com novos desafios e conteúdos é um dos motivos, por exemplo.

Para Realidade Aumentada ter um impacto a longo termo, ela precisa fazer mais que levar seres virtuais para o mundo real. PokemonGo fazia apenas isso e foi rapidamente esquecido.

Existem vários jogos de Realidade Aumentada que nem sequer capturaram o interesse de pessoas que amam jogos de celular por serem pouco mais que Realidade Aumentada com poucos elementos de jogo.

PokemonGo já nos ensinou que a combinação de realidade aumentada com Marketing local é mais que suficiente para guiar pessoas para locais específicos, por exemplo.

GPS GO

Agora imagine um GPS onde as setas aparecem nas ruas e você vê através da sua câmera.

O Google já está fazendo coisa parecida.

google maps realidade aumentada

Não só a praticidade é boa para quem tem dificuldades de se guiar por mapas, mas as possibilidades para propagandas são inúmeras. A propaganda de um filme de animação pode mostrar um personagem do filme andando para a mesma localização que você, por exemplo.

O Waze já usa uma estratégia similar colocando vozes de personagens no GPS, mas unindo a realidade aumentada, o impacto pode ser maior e mais positivo.

Imagina se, lendo o código na camisa de um dos personagens virtuais, você consiga um desconto em um fast food. E tudo de forma orgânica.

Como se fosse de verdade

Outro uso, que tem se tornado cada vez mais comum hoje em dia, é o de aplicativos de Realidade Aumentada focados em aumentar a praticidade.

O uso correto e bem aplicado de tal tecnologia pode não só agradar pela utilidade do aplicativo como pela possível conversão.

A Maybeline, por exemplo, fez um aplicativo de realidade aumentada para você testar a cor de seus esmaltes.

Era possível visualizar como suas unhas ficariam com 40 cores de esmalte diferente. Isso sem ter que realmente pintar a sua unha sequer uma vez.

Um cliente satisfeito com a cor que encontra através de um aplicativo pode se transformar em comprador facilmente.

Deixe um impacto

Colocar pessoas para verem bichinhos virtuais em sua mesa é divertido, mas só por enquanto.

Realidade Aumentada existe há anos, mas ainda é considerado novidade para muitas pessoas. Você não quer ser lembrado por ter usado Realidade Aumentada. Você vai querer ser lembrado por usar a tecnologia de uma forma interessante. Causando impacto através de criatividade ou praticidade, como o exemplo da Maybeline citado anteriormente.

Os consumidores devem se lembrar do uso da realidade aumentada como algo divertido e/ou aplicável em seu dia a dia.

De brincadeira a compras

A realidade aumentada mais mainsteam eram as lentes do Snapchat. Os usuários tinham seus rostos trocados, adicionavam orelhinhas de cachorro e neve em suas salas de jantar.

snapchat

A praticidade de tal tecnologia ainda não foi explorada o suficiente. Em uma feira de tecnologia, uma empresa mostrava em um espelho como o consumidor ficaria usando a roupa escolhida em um menu touch no próprio espelho.

Uma loja de móveis pode mostrar em tamanho real, através das lentes do seu celular, como a mesa de jantar ficará no meio da sua cozinha.

Talvez alguém queira ver como ficará a aparência de seu carro uma vez que ele seja adesivado.

Consegue ver as inúmeras possibilidades de marketing?

Utilizar a Realidade Aumentada como um jeito de o cliente experimentar o produto é um dos jeitos mais práticos de conversão.

Guiando o foco do consumidor

PokemonGo conseguia levar centenas de pessoas a pontos específicos porque todos queriam a recompensa que se encontrava naquele lugar.

Um jogo popular de realidade aumentada, bem feito e com jogadores constantes, pode acabar indiretamente por escolher onde seus usuários gastarão a maior parte do seu tempo livre.

Além disso, pode ditar diretamente qual Shopping estará mais cheio no fim de semana, qual lanchonete estará lotada durante a quinta-feira e etc.

Ao fazer um evento em frente a um restaurante ou fast-food em específico, quais serão as chances das pessoas na região se direcionarem para aquele lugar?

Melhor ainda, e se houver um pequeno desconto para quem foi comer naquele local que é ganho ao apresentar o uma mensagem que você adquiriu durante o evento do jogo?

Além de guiar localização, você pode guiar compras, também.

Não só isso, imagine aplicativos que possam reconhecer produtos e dizer quantas calorias ele tem, seus rankings de acordo com profissionais de saúde, onde encontrar mais barato e etc?

Realidade aumentada é definitivamente pouco explorada no momento e suas aplicações, principalmente no Marketing, são inúmeras.

Como começar a usar realidade aumentada?

Obviamente nem tudo é tão simples. Existem empresas que são capazes de desenvolver aplicativos e hardwares extremamente complexos para campanhas de Realidade Aumentada.

A grande maioria das empresas, no entanto, não terá tanto recurso. O que não significa que o Marketing não possa ser feito de forma criativa. Existe uma série de aplicativos de usos gerais que podem ser usados de forma criativa para diversos fins.

Quebre sua cabeça para encaixar isso no Marketing que você quer fazer.

Se você tem recursos para criar um aplicativo de realidade aumentada, lembre-se que ele não precisa ser extremamente complexo para ter alto valor.

Faça seu projeto divertido e prático. Estamos na melhor era para projetos memoráveis. Todo mundo tem um smartphone.

Como gerar tráfego através de conteúdo?

Como gerar tráfego através de conteúdo

A grande maioria das pessoas que trabalham com internet, hoje em dia, trabalha com blogs e sites.

O conteúdo é de fato o que adiciona peso e relevância uma vez que seu site é visitado.

É fato que conteúdo sem promoção é de pouca serventia, uma vez que seu site precisa ser visto para ter seu conteúdo apreciado, mas há mais do que apenas isso para ser destrinchado neste assunto.

No entanto, usando seu conteúdo de forma sábia e aliando-o a uma propaganda bem feita, é inegável que os resultados de marketing digital serão, no mínimo, notáveis.

Pesquisa por Palavra-Chave

keyword

Todo profissional de SEO sabe do que se trata. Todos nós começamos por aqui.

Qualquer conteúdo que visa ser efetivo quando se trata de tráfego abusa da busca por palavras chave.

Isto é um padrão e, por mais que às vezes pareça uma estratégia barata, é impossível fugir dela, mas existem uma série de meios de fazer com que o conteúdo flua de forma natural mesmo com uma série de palavras-chave sendo trabalhadas.

O seu conteúdo tem que ser um misto de material de qualidade com otimização de uso das palavras-chave.

Afinal de contas, para ter acesso, você tem que escrever sobre o que as pessoas estão procurando e a satisfação com a qualidade do conteúdo leva à divulgação e à revisitação.

Por esse motivo que, considerando o processo, você deve a princípio entender o tipo de material que deve gerar.

O conteúdo que você cria deve ser focado em informações que sua audiência procura muito antes sequer de chegar na questão comercial.

Ferramentas e técncias

Facilitaria bastante se você soubesse o que as pessoas tem perguntado por aí sobre o seu tópico de atuação, não é verdade?

E se eu te disser que existe um modo simples e fácil de não só descobrir, como tomar proveito disso?

Ahrefs

Ahrefs

Uma das ferramentas mais conhecidas para tal trabalho é o Ahrefs. Existe uma versão paga com muito mais dados para se levar em consideração, mas a princípio, a conta gratuita é tudo o que você vai precisar.

Ahefs é uma excelente maneira de descobrir o que as pessoas tem perguntado sobre o seu tópico de atuação.

Você pode simplesmente digitar um termo e ver o que as pessoas perguntam sobre ele.

Com algum tempo, digitando pouco a pouco os termos que você aborda, você vai ter uma excelente noção do que é mais procurado em mecanismos de busca sobre o assunto e sobre coisas relacionadas.

Fazendo um estudo destes dados, fica fácil determinar assuntos, conteúdos e palavras chaves que aumentariam o fluxo em seu site.

Além disso, você pode usar o Ahrefs para otimizar o seu site:

Outros usos do Ahrefs

Criando uma conta gratuita e colocando a URL do seu próprio site, você terá acesso a uma série de relatórios.

Com tais relatórios, você pode encontrar as palavras chaves com melhor volume e posicionamento e usá-las na otimização das páginas de seu site que precisam de mais acesso.

A partir disso, é importante revisar e reeditar as páginas uma a uma, considerando todas os dados encontrados.

É importante também usar este processo para fazer edições em páginas mais visitadas, acrescentando links diretos para páginas com menor visitação ou apenas adicionando palavras-chave que aumentarão o fluxo e guiando o fluxo para onde você quer, usando a mesma premissa de dirigir o fluxo com base no interesse de quem chegou até à página.

Considerando tudo isso, e colocando em prática, você também deveria pensar na possibilidade de fazer guest posts e criar um link para a sua página.

Coisas e lugares?

Existem coisas que podem nós ajudar significantemente, mas acabam sendo negligenciadas.

Não costuma ser por mal, mas é difícil entender o valor de certas coisas no SEO sem que tais valores nos sejam ensinados.

Muitas vezes em um site de viagem, “coisas para fazer em” acaba por tomar toda atenção, quando o lugar em si (Paris, Itália, Catacumbas de Roma) são igualmente importantes para atrair fluxo.

Você pode tirar essa lógica de sites de viagem e pensar em localizações de restaurante, por exemplo.

O mesmo vale quando trabalhamos o nome de um objeto invés de “onde comprar” ou “como fazer”.

Aplicando essa lógica, definitivamente é capaz de se fazer um trabalho eficaz com palavras-chave.

Especialmente quando esse trabalho é guiado por uma ferramenta como o Ahrefs.

Estrutura do site

site estruturado

 

Quando o assunto é definido e as palavras-chave foram encontradas, está na hora de começar a estrutura.

Neste ponto, as coisas se tornam relativamente mais fáceis em comparação ao quesito anterior, mas ainda é necessário atenção para otimização.

Textos, obviamente, devem ser fáceis de digerir. Torná-los fáceis de ler, com um senso de ritmo e simplicidade é essencial. Especialmente se comparado com os textos de seus competidores. A ideia é que seus textos sejam mais fáceis de ler e ainda assim, destrinchem melhor o assunto.

Quanto ao tamanho dos artigos, o contexto pode mudar bastante qual é o melhor número de palavras.

O ideal é você dar uma olhada na concorrência, especialmente quem estiver em altos rankings na primeira página, e ver como eles estruturam os textos.

Se você achar que consegue fazer ainda melhor, não se contenha.

Além de tamanho, é bom se preocupar com outras questões da estrutura.

Menu Interno e Subdivisões Claras

Esta fica para o caso de você ter um artigo incrivelmente longo.

Um artigo incrivelmente grande deveria ter subdivisões para os muitos tópicos abordados.

Tais divisões devem ser extremamente claras.

Uma vez que você tenha tudo feito corretamente, divida uma espécie de índice no começo da página.

Uma série de links no início da página deveriam levar o leitor diretamente à parte que ele quiser do artigo.

Experimente ver como a Wikipedia faz isso em seus artigos, por exemplo.

É prático, simples e extremamente útil.

Introdução ou Resumo?

O ideal é começar sempre com uma visão geral do assunto.

Informações sobre concepções, generalizações, objetivo do artigo, etc.

Este texto provavelmente vai ser o primeiro contato dos buscadores com sua página, portanto deixe bem claro que você tem o que eles procuram.

Títulos e Subtítulos

Esta é bem simples e ainda assim, erroneamente utilizado.

Quebre seus assuntos usando corretamente os Headings.

O título principal (H1), o subtítulo (H2), as divisões do subtítulo (H3) e etc.

Por exemplo, você pode falar sobre Livros de Terror (H1), Livros Famosos (H2) e citas os livros e explicá-los (H3), repetindo o processo com livros desconhecidos (H2) e dividindo com o nome dos livros (H3).

Não é um conceito complicado.

Conteúdo de Qualidade

conteúdo de qualidade

Não deveria ser necessário afirmar algo assim, mas o seu conteúdo, antes de mais nada, deve ser bom.

Qualidade fala por si só e gera recomendações.

Com recomendações, aumenta o fluxo, com aumento do fluxo, há melhoria no ranking, com melhoria no ranking há maior exibição que por fim, aumenta ainda mais o fluxo.

Uma vez que seu site comece a aparecer mais, certifique-se de que o volume vai continuar aumentando daí pra frente.

Se esforce ainda mais. Melhore ainda mais e veja tudo crescer junto com seu esforço.

Revisite suas páginas, reavalie o conteúdo e estude o que pode mudar e por que motivo que você quer seu site sendo visitado.

Edite, melhore, corrija e delete.

Este trabalho é uma constante de evolução e adaptação, mas o objetivo é sempre o mesmo.

Você quer que quem tenha visitado seu site se sinta realizado, como se tal informação não pudesse ser encontrada de forma tão simples e fácil de entender em nenhum outro lugar.

Por fim

Seu objetivo é transformar os visitantes que buscam informações em pessoas que vão te trazer algum lucro de alguma forma, como comprando um produto ou serviço.

É muito provável que quem busca informações está pesquisando para fazer uma compra futura e se você consegue usar estes artigos em seu site para explicar o valor de sua marca, ótimo!

Eles vão associar qualidade à marca.

Apesar de conversão ser um assunto diferente, não há dúvida de que conteúdos de qualidade e bem estruturados causam uma reação positiva, facilitando a conversão.

Como vender mais usando LinkedIn e Facebook?

O Facebook é a maior rede social com mais de 1 bilhão de acessos ao dia. Já o LinkedIn se aproxima dos 500 milhões de usuários. Como vender mais usando essas duas redes, você sabe?

É possível utilizar essas mídias para que seus clientes possam acompanhar as tendências, como também novidades de sua marca e fazer com que eles se aproximem de seus produtos e serviços. No caso do Facebook é possível até comprar diretamente pela plataforma.

Perguntas pertinentes sobre seus clientes

Você sabe definir a “buyer persona”, ou seja, o perfil ideal do seu comprador ? Algumas perguntas podem ajudar nessa tarefa.

  • Por que essa pessoa comprou de mim?
  • Que produto ele ou ela compra com recorrência ?
  • Quais são as páginas que meu cliente curte?
  • Quais são seus dados demográficos?
  • Que padrões de comportamento você observa nesse cliente?

Fazendo estas perguntas cruciais você vai esmiuçar e analisar os sinais dos clientes. Desta forma saberá o real motivo das vendas. Se você vende produtos de beleza e seu consumidor recentemente comprou um shampoo e um condicionador profissional, então deve considerar o tempo que ele leva para comprar um novo shampoo e condicionador com as mesmas características, ticket médio.

Como vender mais pelo Facebook?

  • Aprender mais sobre o seu público alvo: Entender quem é a sua persona é essencial para definição do target nas ferramentas.  Por exemplo, quais páginas seu público curte com mais frequência ? Explore todos os sinais possíveis para definir uma segmentação assertiva e dessa forma economizar orçamento na hora de divulgar seus anúncios.
  • Investir em linguagem humana: quando você investe em comunicação humanizada você conquista o engajamento do seu público. Não é preciso superproduções para transmitir um conteúdo genuinamente preparado para ajudar o seu cliente.
  • Acompanhe as métricas: Fique atendo ao que gera conversões, especialmente se seu orçamento é limitado.  Comece suas campanhas o mais abrangente que seu orçamento permitir e então reduza para as campanhas e ações que estão gerando melhores resultados.

Como vender mais pelo LinkedIn?

O LinkedIn é a maior rede profissional do mundo com possibilidades infinitas de negócios. Por isso:

  • Trace o perfil das pessoas que te seguem
  • Crie um grupo interessado
  • Seja ativo na aba perguntas e respostas
  • Acompanhe as métricas
  • Tenha uma rede de conexões importante

Uma das formas de utilizar o LinkedIn para aumentar suas vendas é atrair boas conexões, mantendo o seu perfil atualizado. Mas apenas isso não basta, é extremamente importante para a sua empresa fazer uso de conteúdos valiosos para seus leads para atrair consumidores em potencial.   O Linkedin conta com ferramentas voltadas para Social Selling como o Sales Navigator, como também soluções de marketing semelhantes ao Facebook For Business.  As soluções vão desde de impulsionamento de posts, criação de anúncios com foco em geração de tráfego para uma página de destino, como também Lead Generation.

Estimulando a conversa com o prospect

Fale sempre sobre assuntos mais novos, mantendo-se informado sobre tudo que acontece dentro de sua área de atuação. Mantenha a frequência de suas postagens para estimular o engajamento de sua audiência.

Evite usar os grupos para fazer propaganda, além de ineficiente o “spam” cria uma imagem negativa da empresa.

Ficar antenado no melhor momento para contatar um prospecto é também interessante. No LinkedIn, por exemplo, você tem como saber o momento exato pelas atualizações de perfil.   Aproveite as deixas como: mudança de emprego ou cargo, que indiquem que o prospect está iniciando um projeto, para o qual você acredita poder contribuir e então inicie uma conversa.

Uma coisa nós já falamos e que é crucial é humanizar seus contratos, tratá-los de forma individualizadas, considerando as particularidades de sua personalidade. Fazendo isso você se aproxima cada vez mais dos clientes em potencial e isso facilita as conversões.  Não pense em seu prospect em social selling como um número, mas como um individuo.

Cross-Selling v.s Upselling

Antes de falarmos sobre estas técnicas vamos primeiro dizer o que são.

  • Cross-Selling: ocorre quando consumidores complementam uma venda que eles tinham feito. Um exemplo disso seria encorajar o consumidor que acabou de comprar uma geladeira, a comprar também uma proteção para ela (seguro).
  • Upselling: quando você oferece ao que ele está comprando algo de maior valor agregado. Um exemplo disso seria ele comprar um criado mudo e você vender a mais um quarto inteiro.

Ambas as técnicas são boas e podem ser usadas em rede sociais assim como produtos digitais e produtos físicos.

Quando você tem um produto físico e oferece na compra dele 10% por cento de desconto em um complemento, cross-selling está se afirmando.

Relembre antigos compradores do porquê eles compraram de você

O que tem a sua empresa, produto, serviço que fazem com que você se destaque?

Por que seus consumidores escolheram você em especial? Clientes antigos têm um senso de lealdade embutido neles.

Usando remarketing para aprender como vender mais

O Remarketing é a melhor opção em termos de automação de vendas. Ela vai dar um boost no seu Upselling.

Mesmo que você tenha ainda que configurar e monitorar sua campanha, você ainda assim verá os resultados chegarem. As campanhas com remarketing são insanamente mais fáceis e eficientes. E é só configurar as campanhas na sua rede social favorita e ficará mais fácil captar clientes antigos e novos.

Utilize as campanhas de re-marketing para estimular o UP-selling de seus produtos e serviços.  Confira no vídeo abaixo algumas dicas de re-marketing.

Incentive consumidores com ofertas personalizadas

Atrair os possíveis compradores através de conteúdos valiosos se tornou a nova máxima da internet mundial.  Mas nem só de conteúdo vive o homem.  Com a experiência do dia-a-dia e descobrindo cada vez mais sobre as preferencias do seu público, fica cada vez mais fácil entender quais são suas dores e reais necessidades.

Utilize essas descobertas para incentivar seus consumidores a realizar ações mais objetivas de compra, com ofertas personalizadas. O que isso quer dizer?

Não entupa seu prospect com ofertas, mas isso não significa não ofertar nada.  Muitas pequenas empresas desperdiçam oportunidades de venda simplesmente por não fazerem uma ofertas para os seus prospects.  Você conhece bem o perfil do seu comprador, certo ?    Então, além de atraí-lo, aproveite para, entre um conteúdo e outro, oferecer um produto ou serviço que você tem certeza que vai fazer a diferença e agregar valor na vida dele.

 

10 Ferramentas de Marketing Digital Indispensáveis

Ferramentas de Marketing Digital

 

Como você já deve saber, o marketing digital é parte essencial da divulgação de negócios e produtos neste novo mercado baseado no mundo online.

A cada ano, há mais empresas compreendendo isso e portanto, é fundamental entender as tendências, bem como, as regras básicas deste jogo.

Também por isso, é importante manter-se atualizado, lendo e estudando sempre que possível e neste sentido, hoje temos um objetivo bastante específico: oferecer uma visão geral de 10 ferramentas indispensáveis para o marketing digital.

Apenas o suprassumo do que você precisa conhecer para ter sucesso em suas futuras campanhas. Vamos lá?

1 – Google Adwords

Google Adwords

Google Adwords

O Adwords é uma das ferramentas mais conhecidas e utilizadas no marketing online e tem um funcionamento bastante simples, embora exista uma curva de aprendizado para uso otimizado.

O sistema se baseia na escolha de palavras-chave relacionadas ao seu negócio ou produto, para que apareça em destaque nas buscas efetuadas pelos usuários.

Em outras palavras, se você oferece serviços de banho e tosa para pets, por exemplo, escolhe termos de busca comuns, relacionados ao seu negócio, à região em que opera e assim por diante.

Algumas palavras-chave podem ser muito concorridas, como “advocacia” ou “pizzaria” e nestes casos, terem um custo maior por clique (CPC), que é o quanto você paga por pessoa que acessa seu anúncio.

Parece complicado? Não se preocupe, existe uma outra ferramenta atrelada a esta, que te ajuda a gerenciar e controlar suas campanhas, a número dois desta lista.

2 – Google Analytics

Google Analytics

Google Analytics

O Google Analytics é fundamental para se construir uma imagem de como o seu site está funcionando. Esta ferramenta fornece diversos dados como visitantes, pessoas online neste momento, localização do visitante, tempo de permanência na página, taxa de rejeição e muito mais.

Além disso, é possível vincular sua conta do Analytics com o Google Adwords podendo importar suas metas do Analytics para a plataforma de anúncios do Google. Outras funcionalidades incluem a separação de tráfego (orgânico, pago, etc), quais campanhas vieram os tráfegos, etc.

3 – Facebook Ads

Facebook Ads

Facebook

E falando em direcionamento de campanhas, o sistema do Facebook Ads é um dos mais precisos neste quesito.

É possível criar campanhas específicas para atingir apenas jovens moradores de São Paulo que gostem de gastronomia, ou pessoas que moram sozinhas em Porto Alegre, mas tem gatos, por exemplo.

É claro que também existe uma curva de aprendizado para otimização de anúncios, mas o Facebook inclui métricas e outras ferramentas para facilitar a vida de quem está começando no marketing digital.

Na plataforma, integrar elementos diversos dentro de uma mesma campanha, como sua landing page, ecommerce, site ou blog, é relativamente simples, mas o destaque fica para as ferramentas de análise, cujo primeiro exemplo vem a seguir.

4 – Google Page Insights

Pagespeed Insights

Page Insights

Como havíamos falado nos posts da atualização Google Speed a velocidade de carregamento do site é um dos pilares para conseguir um bom desempenho nas buscas orgânicas e no Google Adwords.

Sendo assim, o Google disponibiliza uma ferramenta para desenvolvedores que oferece dicas de como deixar o seu site mais rápido e diminuir o seu tempo de carregamento.

5 – LinkedIN Ads

LinkedIn Sales Navigator

Linkedin

Precisa de uma plataforma mais específica para suas campanhas online? Uma das melhores alternativas do mercado é o LinkedIN.

Principalmente, por ser uma rede social voltada apenas para profissionais, o que significa que o público já está pré segmentado e portanto, pode ser a plataforma ideal para anúncios de MBA´s ou cursos online de curta duração, por exemplo.

O sistema funciona de forma similar ao Facebook Ads, ou seja, existem muitas possibilidades de direcionamento e segmentação, assim como ferramentas de análise de desempenho.

6 – Marketplaces

Marketplaces

Ao contrário das ferramentas anteriores, marketplaces não se refere a um software ou sistema específico, mas a um conceito do marketing digital.

Entre os maiores e melhores exemplos nacionais do formato estão o Submarino, as Americanas e outros gigantes do setor, que reúnem produtos de terceiros em seus comércios eletrônicos.

A lógica é a seguinte: você aproveita o tráfego destes sites mais conhecidos para oferecer seus produtos em suas páginas, em troca, paga comissões para a rede que estiver utilizando.

Como isso não inviabiliza que você tenha seu próprio ecommerce, torna-se uma maneira de ampliar suas possibilidades de ganho, em tempo reduzido, por um custo previsível.

7 – MailMarketing

Mail Marketing

Esta é uma das ferramentas menos compreendidas do mercado, justamente porque muitas pessoas e empresas fazem mal uso da mesma.

Dentro de uma campanha bem planejada, uma empresa consegue angariar uma grande quantidade de cadastros de consumidores em potencial e não há forma melhor de se comunicar com estas pessoas, do que através de e-mails.

O problema, como dissemos, são as empresas que enviam mensagens apenas por enviar, repetitivas, insistentes, desconectadas com o perfil ou com o interesse do seu público.

Neste sentido, começamos a destacar uma peça essencial para o sucesso de campanhas online: a integração e balanceamento de estratégias em plataformas diversas, mas vamos incluir este assunto no próximo tópico.

8 – Automação de Marketing

Ferramentas de Automatização de Marketing

A esta altura, você pode estar pensando que são muitas ferramentas e também, que precisa de explicações mais profundas a respeito de cada uma delas.

Embora isso seja verdade, há um terceiro ponto ainda mais importante: uma vez que inicie suas campanhas de marketing digital, você e sua equipe terão muitos aspectos para gerenciar.

Criação e postagem de conteúdos em diversas redes sociais, concepção de campanhas, testes A/B e uma infinidade de aspectos técnicos e/ou rotineiros, cuja execução pode ser muito demorada.

Por isso, é fundamental escolher bem uma ferramenta de automação, principalmente para criação e gerenciamento de conteúdos e acompanhamento de resultados.

Do contrário, lidar com tantos dados, espalhados por diversas plataformas pode se transformar em uma tarefa impossível.

9 – Criação de Landing Page

Landing Page

Quando você lança anúncios online, o objetivo inicial é atrair leads, ou seguidores que são, basicamente, clientes em potencial.

Quando uma pessoa destas clica em um anúncio, deve ser direcionada a uma página de entrada (landing page), que pode ser genérica, ou específica.

Em muitos casos, trata-se do primeiro contato direto daquela pessoa com seu negócio e portanto, você deve ter uma página desenhada especificamente para recebê-la e coletar dados como e-mail, por exemplo.

Existem inúmeras ferramentas de criação de landing pages no mercado, mas o mais importante neste momento, é compreender que esta página corresponde a cumprimentar um cliente que acabou de entrar em sua loja.

Mesmo que não compre nada, você quer causar uma boa impressão e se possível, entender seus hábitos e preferências, para saber o que poderá oferecer aquela pessoa no futuro.

10 – Google Tag Manager

Tag Manager

Tag Manager

O Tag Manager é uma ferramenta do Google para simplificar o processo de adicionar códigos ao site. Na plataforma do Tag Manager é possível adicionar trechos em HTML, código de conversão do Adwords, Pixel do Facebook, Remarketing etc. Tudo isso em uma plataforma bem simples de utilizar.

 

Uma Última Palavra Sobre Estas Ferramentas e Conceitos

Para quem está começando no marketing digital, muito do que dissemos pode parecer bastante confuso afinal, se você nunca rodou uma campanha para captação de leads, é difícil imaginar o que seja, ou como deva ser, uma landing page.

Mas acredite, mesmo para que já está há algum tempo nesta estrada, sempre há o que aprender.

No mundo digital, as técnicas são dinâmicas, novas ferramentas surgem com frequência e a única solução é estudar sempre e manter a mente aberta.

A boa notícia é que, com paciência e dedicação, qualquer tipo de negócio pode se beneficiar do marketing digital, pelas suas duas principais características:

  • Baixo custo;
  • Direcionamento preciso.

Juntando estas duas pontas, chegamos a um potencial de retorno de investimento imbatível na comparação com qualquer método publicitário tradicional.

E se a sua dúvida está relacionada aos softwares específicos que pode utilizar, como no caso da automação, por exemplo; saiba que as opções são muitas e será necessário experimentar um pouco.

Porque se não ficou claro até aqui, não custa enfatizar: marketing digital é aprendizado constante e mais do que isso, adequação ao seu caso individual.

Apesar da lógica geral que rege as campanhas online, no fundo, sua prática determina o que é mais efetivo para o seu negócio ou produto e assim, é mais importante testar alternativas, do que se ancorar em apenas uma desde o início.

A menos é claro, que você resolva contratar uma agência para gerenciar suas campanhas, mas neste caso, já se trata de uma outra conversa.

9 Ferramentas de Prospecção de Clientes

Ferramentas de Prospecção

 

Você já ouviu falar em outbound marketing? Calma que nós não mudamos de assunto, este palavrão aí do lado é apenas um nome específico para prospecção de clientes, dentro de campanhas digitais.

Trata-se de uma estratégia de pesquisa de mercado, incluindo divulgação e desenvolvimento de novos clientes em potencial.

A mesma coisa que todas as empresas sabem que precisam fazer desde sempre, mas sempre encontraram dificuldades e agora, se tornou uma tarefa que pode ser turbinada através de ferramentas online.

Sendo assim, sem maiores delongas, vamos ver uma lista rápida com algumas das principais soluções para prospecção de clientes, atualmente disponíveis no mercado.

1 – Geofusion: geomarketing para qualquer tipo de negócio

Geofusion

Geofusion

Nunca ouviu falar em geomarketing? Pois é, são muitos termos diferentes neste ramo, mas vamos simplificar a ideia.

Digamos que sua empresa tenha a possibilidade de atuar em todo o território nacional. Neste caso, além das dificuldades comuns, você ainda precisa identificar as regiões com maiores concentrações de clientes em potencial.

Ou seja, você precisa de uma ferramenta que alie a prospecção de clientes com a geolocalização.

Embora pareça algo simples de se fazer, na verdade, isso exige uma extensa base de dados atualizados, para resultar em pesquisas dinâmicas, visíveis através de mapas online.

Esta é a proposta das ferramentas Geofusion, o que inclui algumas possibilidades muito úteis para seu negócio, como:

  • Planejamento de ações de marketing regionalizadas;
  • Dimensionamento realista do mercado;
  • Direcionamento de esforços da equipe de vendas.

Em outra ponta, você também pode pesquisar por seus concorrentes e assim, contar com dados importantes para estudar cada região, estabelecendo estratégias eficazes, uma vez que tem conhecimento prévio da situação geral.

2 – Ramper: prospectando contatos no LinkedIn

Ramper

Ramper

Para quem não estava pensando no Google, mas sim no LinkedIn, como uma fonte mais específica para prospecção de clientes qualificada, existe o Ramper.

Na verdade, trata-se de uma ferramenta desenhada para “capturar” contatos profissionais pela rede social, a partir de parâmetros de segmentação definidos pelo usuário.

Em outras palavras, em vez de descobrir empresas, você descobre os profissionais que trabalham nestas empresas, segmentadas de acordo com o seu ramo de atuação, de forma a constituir listas de e-mails a serem acompanhadas pela equipe de vendas.

Com este foco, o Ramper inclui uma série de ferramentas adicionais para outbound marketing completo, como:

  • Criação de templates de e-mails personalizados;
  • Automação de e-mails e follow-up;
  • Histórico para acompanhamento de cada contato.

Em suma, trata-se de um software pensado para geração constante de novos contatos, dentro de um sistema de metas a serem batidas pelos vendedores, com várias ferramentas de acompanhamento.

3 – Meetime: otimizando a jornada de seus leads

Meetime

Meetime

O Meetime tem um foco um pouco diferente das ferramentas anteriores, mais voltado para a otimização de atividades de prospecção de clientes e também, integração de sistemas e rotinas.

Em outras palavras, é menos uma ferramenta de prospecção e mais, uma ferramenta de gerenciamento e integração, incluindo vários CRM´s do mercado.

Mais especificamente, é uma ferramenta desenhada para otimizar o atendimento e acompanhamento de leads, baseada em três pilares:

  • Comunicação: gerenciamento de ligações e reuniões com clientes;
  • Prospecção: otimização dos leads prospectados;
  • Análise: geração de dados para acompanhamento de resultados.

Resumindo, funciona bem para empresas que já tem uma boa captação de leads nas redes sociais, por exemplo, mas sempre precisam melhorar sua relação com os mesmos.

4 – Econodata: pesquisa direta em uma extensa base de dados

Econodata

Econodata

Imagine que você possa prospectar clientes em uma base de dados com milhões de empresas em todo o território nacional, podendo inclusive, filtrar os resultados de várias formas diferentes.

Esta é justamente a proposta da Econodata, cuja pesquisa permite filtros como:

  • CNAE;
  • Tamanho da empresa;
  • Região;
  • Setor de atuação.

Além disso, como as demais soluções aqui apresentadas, a plataforma inclui ferramentas auxiliares, incluindo algumas gratuitas, como a calculadora de mercado, para que você possa ter uma ideia inicial do tamanho do banco de dados.

Para encerrar, também há uma ferramenta específica para enriquecimento automático de leads, através de otimização de landing pages, além de combinação de estratégias de inbound e outbound marketing.

5 – Neoway: trabalhando com Bigdata

Neoway

Neoway

Se você chegou até aqui, pode estar pensando de onde saem os dados utilizados por estas ferramentas.

Digamos que a maioria trabalha com parcerias, para obtenção de dados confiáveis, mas a Neoway vai um pouco além, trabalhando com Bigdata, um conceito ainda pouco explorado pela maioria das empresas brasileiras.

Em outras palavras, a Neoway não tem uma fonte de dados fixa, mas um sistema de análise que coleta informações de muitas fontes, oferecendo relatórios para o que se chama Data Driven Decision.

Significando “decisão direcionada por dados”, em cada etapa do seu negócio, com foco na prospecção e gestão de clientes. Além de contar com soluções previamente definidas para algumas áreas de atuação como:

  • Construção Civil;
  • Bancos e Cooperativas de Crédito;
  • Farmacêutica;
  • Tecnologia e Telecomunicações;
  • Entre outras…

Para encerrar com uma ideia mais clara, a empresa se coloca como uma fornecedora de inteligência de mercado, mais do que apenas uma solução para prospecção de clientes.

6 – Reev: para aumentar o engajamento dos seus leads

Reev

Reev

A plataforma Reev trabalha com o conceito de Sales Engagement, ou seja, é uma ferramente online que auxilia na prospecção de clientes, mas pretende fazer mais do que isso.

Oferecendo uma solução para aumentar o engajamento dos seus clientes em potencial ao longo do funil de vendas. Para isso, oferece um pacote de ferramentas, como:

  • Personalização e gerenciamento de e-mails;
  • Acompanhamento de dados e estatísticas.

Resumindo, é uma ferramenta que automatiza a prospecção, através de uma identificação inteligente de leads, integrada com software de gerenciamento de e-mail marketing.

Por estas características, é uma ferramenta adequada tanto para inbound, quanto para outbound marketing.

7 – Crowdtask: planos definidos por quantidades de leads gerados

Crowdtask

Crowdtask

O Crowdtask se diferencia das soluções anteriores, por ser um CRM com ferramentas de prospecção de clientes integradas, mas isso não significa que a empresa ofereça o serviço apenas de uma forma.

Na verdade, para quem precisa apenas de uma geração qualificada de leads, o serviço se baseia em uma estratégia em quatro etapas:

  • Identificação do perfil dos leads a serem captados;
  • Criação de projeto de captação online, com acompanhamento em tempo real;
  • Desenvolvimento da etapa de captação de leads;
  • Entrega dos novos leads para sua equipe de vendas.

A promessa da empresa é que este processo seja muito mais rápido que outras alternativas do mercado, mas o atrativo principal são os preços definidos por leads gerados.

Há planos de pagamento individual, ou por pacotes com quantidades de leads variáveis por dia (ou mês) e ainda, um plano sem limites.

8 – LinkedIn Sales Navigator: o melhor gerador de leads para LinkedIn

LinkedIn Sales Navigator

Linkedin

Para encerrar nossa lista de ferramentas de prospecção de clientes, precisamos falar sobre o LinkedIn Sales Navigator.

Uma ferramenta que apesar de restrita a uma rede social, não deve ser menosprezada, na medida em que se trata da maior rede profissional do mundo.

Em outras palavras, ainda que o público pareça pequeno, quando comparado a outras redes, como o Facebook por exemplo; é preciso lembrar que se trata de uma fonte de leads qualificados.

Além disso, assim como o Facebook Ads trabalha com todos os dados de sua rede para direcionar anúncios, o LinkedIn também conhece bem sua base de usuários e dispõe de algoritmos sofisticados para prospecção de clientes.

Dito isto, precisamos apenas ter uma última conversa sobre todas as opções apresentadas e também, sobre qual delas se encaixa melhor na sua realidade.

9 – App Sumo – FindThatLead.

A ferramenta promete localizar leads dentro de uma empresa especifica.  Proporciona também uma extensão Chrome, através do qual com poucos cliques você poderá extrair novos leads, por segmento.

Qual a Melhor Ferramenta de Prospecção Para o Seu Negócio?

qual melhor ferramenta

É natural que depois de tantas opções, surja a dúvida sobre qual seria a escolha mais adequada para o seu negócio e a verdade é que esta resposta varia muito.

De forma geral, o aspecto mais importante não é o preço do serviço, mas o retorno que você pode obter e isso, por sua vez, depende do uso que você faz dos leads captados.

Em outras palavras, de nada adianta uma excelente prospecção de clientes, se sua equipe de vendas, ou sua fábrica, não for capaz de acompanhar o processo.

Em princípio, para empresas menores, que querem se convencer do funcionamento destas ferramentas, ou ainda, querem aprender aos poucos, os planos acessíveis da Crowdstack podem ser muito atraentes.

Outras empresas, com equipes maiores, podem achar mais interessantes opções que incluam análises complexas a partir de Bigdata, ou precisem de uma ferramenta que inclua serviços específicos.

Portanto, a grande questão, além da prospecção em si, é como a sua empresa lidará com estes novos clientes em potencial afinal, quando se trata do crescimento do negócio, é preciso ter uma estratégia abrangente, que compreenda todas as etapas envolvidas.

Sendo assim, encerramos recomendando que sua escolha seja determinada pelo tipo de serviço que necessita, em conjunto com o potencial de retorno, mais do que pelo custo do serviço em si.

Temos também uma postagem que fizemos sobre 15 ferramentas para automação de marketing

Dicas de marketing digital e vendas para pequenas empresas

É fato que boa parte dos negócios de empresas varejistas e atacadistas atualmente são tratados pela web. As vendas online estão cada vez mais comuns, e parte na frente quem consegue adotar boas práticas marketing digital. E o que pequenas empresas precisam fazer para se enquadrar nesse cenário? Acompanhe as 6 dicas de marketing digital que selecionamos para você.

Dicas de Marketing Digital

O marketing digital reúne ações que uma empresa desenvolvera no ambiente virtual para ampliar seus negócios, aproximar seus clientes e fortalecer sua marca. De maneira mais simples é usar a internet para promover vendas e conhecer melhor seus clientes.

Esse modal para pequenas empresas é mais que viável, principalmente pelo baixo custo de investimento, e das várias possibilidades que pode alcançar com uma eficiente estratégia de marketing digital.

Dicas de marketing digital: como impulsionar vendas

1 – A primeira coisa é ter um site no ar. Porém, não é apenas colocar uma página na rede e pronto. Precisará aplicar todas as técnicas necessárias para tornar seu site responsivo. Seu endereço eletrônico deve estar devidamente configurado, layouts específicos para que o cliente consiga acessá-lo via smartphone ou tablet. São detalhes que fazem muita diferença, não só ao consumidor, mas também, aos sites buscadores.

São esses sites buscadores (Google, Yahoo, Bing, etc.) que farão seu site promissor. E somente se adequando a eles que conseguirá espaço nesse ambiente. O trabalho de dar visibilidade aos sites nos mecanismos de buscas é uma prática comum utilizada pelos profissionais de SEO.

2 – Agregar valor a seu conteúdo. Além de uma boa apresentação sua empresa precisará de um site que leve bom conteúdo aos clientes. O formato de vendas pensado pelo marketing digital vai além do que estamos habituados. O cliente vai em busca do produto ou serviço, porém, precisa entender coisas relacionadas. É aí que entra a produção de conteúdo. É bem comum os textos institucionais que explicam o funcionamento do serviço ou produto, e blogs que vincularam temas relevantes ao público da empresa.

3 – Associe tecnologias de gestão. Empresas que realizam vendas online enfrentam problemas que parecem ser simples, mas que provocam dor de cabeça e prejuízo. Imagine que a atualização das mercadorias disponíveis de seu site não é simultânea, e acaba vendendo produtos que não constam mais no estoque. Certamente não agradará os clientes. Por isso, vale contar com programas como ERP, por exemplo, que vincularão os dados reais de estoque e financeiro, com a informação mostrada no site.

Com programas assim, conseguirá mais do que controlar estoque, passará a ter uma gestão financeira mais dinâmica, e conseguirá gerir suas vendas de forma mais organizada.

4 – Faça um bom trabalho nas mídias sociais. Escolher a métrica certa para trabalhar seus posts nas redes sociais é uma das melhores estratégias de marketing digital para impulsionar vendas. Criar conteúdos que agradem e vá capte novos clientes é uma das vantagens dessas redes sociais. Também, poderá ficar de olho nas tendências das pessoas que compõem sua rede.

5 – Utilizar e-mail marketing. Continua sendo uma boa forma de se aproximar aos clientes, e fazer com que eles retornem ao site e realizem compra. Existem estratégias certas para não tornar o e-mail marketing grosseiro ou chato. Uma boa assessoria de marketing digital irá mostrar os melhores caminhos dessa ferramenta.

6 – Patrocinar anúncios em redes sociais. É outra forma interessante de se mostrar ao grande público, e atraí-lo. Mas, aposte em conteúdos que tenham a ver com sua marca, nada de ir atrás de ideias que não contextualizam com seu segmento no mercado. O Facebook Ads tem se tornado uma ferramenta muito utilizado por pequenas empresas para promover seus negócios, pois possui uma plataforma diferenciada que permite segmentar seu público de acordo com suas preferências pessoais.

Pesquisa é fundamental para aumentar suas vendas

Uma das lições de marketing digital é que precisará bastante de pesquisas de mercado. Saber o que seu cliente deseja é hoje uma das coisas mais importantes do negócio. Oferecer produtos ou serviços que saciem essa vontade é o grande desafio, que sem essa orientação de dados não conseguirá.

Para ter essas informações vale investir numa consultoria de marketing digital. Profissionais que estejam atentos a essas mudanças de mercado, serão ótimos aliados para melhorar seus resultados além de oferecer dicas de marketing digital valiosas.

Porém, não adianta partir para esse tipo de investimento, sem antes controlar todos os processos internos de sua empresa. Para evitar aquele exemplo que citamos acima do problema com o estoque x site. Portanto, seu sucesso de vendas dependerá do total controle de seus procedimentos internos. Implantar um sistema de gestão empresarial junto as estratégias de marketing, são as principais formas de alavancar suas vendas.

Confira mais dicas de marketing digital no nosso post sobre links patrocinados.

Automação de Marketing: 5 Ferramentas para seu Negócio

Automação de MarketingPra quem trabalha com marketing digital sabe que por mais que seja uma área repleta de ferramentas e tecnologia, demanda tempo cuidar de tantas tarefas. Esse número de tarefas gera custo e tempo, às vezes uma pequena empresa ou um empreendedor não consegue dar conta de tantas coisas, nesse mesmo tempo surge a automação de marketing. O uso de softwares auxiliando na execução de algumas tarefas. Ela vai te ajudar alcançar públicos maiores com a mesma qualidade e atendimento personalizado. Nesse artigo, você vai perceber que precisa de algumas ferramentas para automatizar seus processos, continue lendo, irei te provar isso.

Entenda o que é automação de marketing

Pensando em um cenário onde existem vários setores e funções diferentes numa empresa, o número de obrigações é grande para o número de pessoas. Pensando nisso, para ter resultados satisfatórios existem ferramentas que ajudam em todo o processo do marketing digital. Talvez você pense que uma demanda pequena possa ser administrada por uma ou poucas pessoas, e manualmente, mas pensando no lado da qualidade, perde-se muito. Muitas vezes o tempo que uma pessoa gasta fazendo uma tarefa, ela poderia agendar um software para ele fazer 10 de uma só vez, ou seja, sobrando mais tempo para produzir conteúdo de qualidade.

Se você ainda não está convencido que precisa automatizar seus processos, continue lendo esse artigo, pois vou falar de alguns benefícios e curiosidades, logo em seguida falarei das 5 melhores plataformas de automatização de marketing.

Principais benefícios da automatização de marketing

Quanto maior a empresa, mais clara a necessidade de usar softwares para ajudar nas tarefas. Quando o número de demanda e clientes é muito grande fica difícil executar trabalhos individualmente, isso é claro, mas vou te provar que uma empresa pequena também tem vantagens e provavelmente você nunca tinha pensado nisso.

O objetivo principal de uma empresa é a venda, isso é um fato. Imagine você investindo as mesmas 4 horas diárias em uma única tarefa e conseguir o triplo de vendas? Fantástico, não? Isso acontece quando o lead é tratado de forma pessoal, quando você o nutre de informações que ele realmente precisa. O ato da compra não acontece por acaso, depende de etapas e processos eficientes. A automação de marketing consegue deixar tudo isso mais prático e rápido, melhorando a conversão da maquina de vendas.

Falando em vendas, é preciso atingir seu público alvo e captar os leads, essa é uma tarefa que sem a automação de marketing demandaria muito tempo. O custo de conversão tende a diminuir usando os softwares corretos, por exemplo, em um projeto onde você tem que atingir 100 pessoas e tem um retorno de R$65,00 em cada uma delas, gastaria o mesmo tempo atingindo 200 e ganhando o dobro. O investimento no software tem um retorno rápido.

Os benefícios não ficam apenas com a empresa, o cliente também são ganhando. Ele recebe um atendimento melhor, conteúdo de qualidade e consegue fazer uma venda mais rápida.

Os maiores erros de automação de marketing

As vezes quando você lê que precisa usar ferramentas que irão facilitar muito o seu trabalho e fazer sua empresa vender mais, você acaba se iludindo e esperando muito delas. Existem erros muito comuns que acontecem por falta de atenção e de controle com o processo de automação.

  •  As ferramentas não trabalham sozinhas

Pensar que automatizando processos você não precisará mais trabalhar é um erro grave. O papel dela é automatizar as suas decisões, se os objetivos não estão devidamente traçados a ferramenta vai apenas seguir uma ordem que não é correta. Mesmo depois de planejar corretamente a automação, é preciso acompanhar os próximos passos e frequentemente mensurar os dados.

  •  Não segmentar

Quem não pensa que existem diversos públicos dentro de um único público precisa rever seus conceitos de marketing digital. A segmentação é cada vez mais comum e cada vez maior dentro de um publico que parece igual, mas não é, com interesses diferentes e em períodos diferentes é preciso segmentar, e não espere que algum software de automação de marketing vá fazer isso por você. Agrupe os leads com características parecidas e personalize a comunicação e o conteúdo. Quanto mais segmentado maior a captação de leads.

  • Esquecer a jornada de compra

A jornada de compra é o caminho que torna o visitante em um comprador. São todas as etapas, desde o interesse dele em certo conteúdo, mesmo não sabendo exatamente onde ele pode usar aquilo, depois no reconhecimento do problema, posteriormente ele enxergando uma solução no serviço ou produto e por fim, a decisão de adquiri-lo. Essas etapas têm conteúdos diferentes, abordagens diferentes e apelos diferentes.

Algumas empresas acabam nutrindo o lead com conteúdo relevante apenas quando ele está próximo de efetuar a compra. O que é um erro, pois as outras etapas são tão ou mais importantes que a última. Se o objetivo estiver claro e estruturado em todas as etapas, é difícil esquecer a jornada de compras.

Sabendo disso, uma automação com qualidade depende de todo esse processo, de toda a construção desse relacionamento. Não pode deixar que uma ferramenta seja responsável dos detalhes, é obrigatório executar o software com a jornada de compras em mente.

  • Não alinhar processos entre marketing e vendas

Além dos erros frequentes de uso das ferramentas, a falta de sincronização entre os setores de marketing e vendas são faz com que a automação seja correta. Quando o acompanhamento do lead é feito de perto, é possível adiantar o trabalho do setor de vendas, ele chegará com uma base maior do que o vendedor necessita. Essa automatização precisa vir do marketing, antes de tudo. Ele deve ser acompanhado desde o inicio da sua jornada.

  • Não analisar

Esse erro poderia ser colocado em diversos manuais de diversos segmentos, não analisar os dados periodicamente atrasa os processos finais. A automação de marketing precisa ser acompanhada baseada em dados fornecidos pelas plataformas, as melhorias devem ser constantes. Isso ajuda a construir modos de trabalhos diferentes, para isso é preciso fazer testes e verificar que está funcionando melhor.

As métricas mais importantes para serem observadas na automação de marketing são:

CTR – (Em português, taxa de cliques) É relação entre cliques nas CTAs (Call-To-Actions) e emails entregues. Essa métrica consegue entregar vários tipos de dados e comparar campanhas de email marketing.

Taxa de abertura – É calculado pelo número de email abertos e o número de emails entregues, essa taxa indica se o lead foi receptivo com o email. Geralmente quanto maior o conhecimento do lead com a empresa, maior a taxa de abertura.

Volume absoluto – É métrica que analisa o numero de leads que chegaram ao seu objetivo final. Para melhorar essa métrica é recomendado melhorar a comunicação com o lead.

Como fazer automação de marketing sem deixar de ser pessoal

Automatização pessoal

Podemos perceber até o momento as facilidades e vantagens da automação de marketing, mas provavelmente surgiu a dúvida, se eu automatizar todo o meu processo, não vou deixar de personalizar meu atendimento? Não, não vai se você seguir os próximos passos.

Escreva conteúdo relevante

Para ficar mais próximo do seu lead, escreva o email o chamando pelo seu primeiro nome, isso ajuda bastante na automação de marketing. É possível também usar outras informações dele, como suas preferências, informações do seu emprego e necessidades atuais.

Segmente

É umas das práticas mais importantes, que consiste em entregar a mensagem certa para a pessoa certa. Com certeza dentro da sua base de email, existem leads muito diferentes e em estágios diferentes do funil de vendas, invista tempo nessa segmentação, segmente o máximo para atingir todos os seus leads.

Cuidado com o nome e email do remetente

Os emails enviados com nomes e email de pessoas tem maior taxa de abertura. Use desse gatilho para que seu lead se sinta falando com você de verdade. No campo do email não use um endereço de ‘’no reply’’, deixe aberta essa porta, não afaste o lead de você, ele pode ter a sensação de que esse mesmo email foi enviado para milhões de pessoas e ele é apenas mais um.

Responda

Continuando o ultimo tópico, responda esses emails. Pode parecer perda de tempo responder tantos emails, mas é um investimento de tempo a longo prazo. O lead se sentirá prestigiado e terá a certeza que os emails enviados para ele são por pessoas e que a empresa o ouve.

Email de boas vindas

Assim que uma pessoa se torna um lead, ela espera receber algo em troca, espera que valha a pena estar naquela lista, por isso, envie o mais pessoal email de boas vindas que você pode. Siga todas essas dicas e torne esse email o melhor email que esse lead possa receber, um relacionamento começando com confiança tem tudo para ser duradouro.

Leads não engajados

Sempre tem aquele lead que sumiu e que não está engajando na sua base de emails. Esse lead precisa retomar aquela vontade que o fez entrar em contato com a sua empresa, por isso envie um email como se fosse apenas para ele, pergunte o que houve, tente achar qual o motivo que fez ele não estar consumindo seus conteúdos.

Como escolher os melhores softwares para sua empresa

Agora que você já entendeu o que são os benefícios da automação de marketing, vou citar alguns pontos importantes para você não escolher qualquer ferramenta. Existem muitas ferramentas no mercado, mas nem todas elas vão atender as suas demandas, para que uma ferramenta seja realmente eficaz, ela deve seguir os seguintes tópicos.

  •  Funcionalidade

Às vezes, pelo tamanho da sua empresa, você não vai precisar utilizar uma ferramenta que contém funcionalidades que você não necessita. Escolha aquela que atende o que realmente você precisa executar.

  • Customização

Para uma maior adaptabilidade, customizar uma plataforma pode te trazer ganho de tempo e de dinheiro. É essencial quando você possui muitos clientes e tarefas distintas.

  • Praticidade

Não contrate ferramentas difíceis de usar! O grande ganho da automação de marketing é o tempo, depois dele o dinheiro. Se você perde tempo com uma ferramenta, não vale a pena usá-la.

  • Integração com outras ferramentas

Tenha como fator de decisão a integração com softwares que você já possui. E quando pensar em adquirir novos, veja se eles têm integração, isso facilitará a usabilidade dos mesmos.

  • Mensuração de resultados

As ferramentas que entregam os dados e resultados com facilidade e periodicidade devem ser prioridade, pois assim fica mais fácil de analisar o que está dando certo na empresa. Algumas delas possuem relatórios detalhados e até cruzam os dados com os resultados de outros softwares.

  • Suporte

Tenha atenção com o suporte prestado pela empresa que fornece o software, muitas vezes acontecem contratempos e apenas o suporte pode ajudar. Verifique se ela possui período de teste, nesse tempo, veja se todas as ferramentas conseguem ser usadas e se o suporte ajudará em caso de possíveis erros.

  • Custos

Todos os pontos citados antes são importantes, mas é preciso pensar na realidade da sua empresa e não investir mais do que pode ou do que precisa. Existem ferramentas de todos os tipos e valores, adapte à sua realidade e ao momento da sua empresa a contratação de um software.

Ferramentas de automação de marketing

Antes de falar das ferramentas, vamos falar um pouco de CRM (Customer Relationship Management), que em português significa, Gestão de Relacionamento com o Cliente. O CRM está na base da automação de marketing, ele consegue controlar as principais informações do seu lead. A partir desses dados, fica mais fácil para a equipe conhecer melhor o lead e nutrir ele com as informações que ele gostaria de receber. Agora vamos detalhar as principais ferramentas que irão te ajudar na automação de marketing.  Vamos falar das suas funcionalidades e como elas podem ajudar o seu negócio.

Hubspot CRM

HubSpot

Empresas que precisam executar muitas tarefas nas áreas de marketing e vendas tem o Hubspot CRM como uma das melhores opções. A empresa foi fundada em 2004 com o objetivo de vender de uma forma diferente, conseguir atingir o público de uma forma mais assertiva. A partir dessa ideia nasceu o inbound marketing, amplamente conhecido no mundo. Que são técnicas focadas em atrair o visitante para que ele se torne um lead e assim ir nutrindo com conteúdo até que ele se torne um comprador.

O software é baseado nessa estratégia, o inbound, ele possui ferramentas de interação, conversão e mensuração de resultados. Além disso, o Hubspot CRM pode rastrear todo os emails enviados, organizar sua pipeline de vendas, agendar e gerenciar tarefas. Ele tem como objetivo conseguir gerar mais leads, mais tráfego, e consequentemente, mais vendas.

Hubspot CRM

RD Station

RD Station

A Resultados Digitais, mais conhecida como RD Station, é uma empresa brasileira fundada em 2012 em Florianópolis. Ela é uma ótima plataforma de automação de marketing que possui diversas ferramentas que ajudam a sua maquina de vendas, baseada no inbound marketing.

A RD Station, consegue ajudar a empresa com gerenciamento de mídias sociais, técnicas de SEO, disparada de e-mails, criação landing pages e pop-ups. Existe também um CRM com seus leads. Apesar de todas essas ferramentas que a RD Station oferece, é aconselhável seguir alguns pontos para atingir os objetivos.

– É importante que você tenha um site, sugerimos na plataforma WordPress pela facilidade e praticidade de implementação de novas ferramentas.

– É indicado que você faça marketing de conteúdo

– É recomendado que você tenha uma verba para fazer publicidade paga, como: Google Adwords e Facebook Ads.

– É bom ter uma certa força de vendas para converter melhor os leads.

A RD possui 3 planos de assinatura. Basic, Pro e Enterprise.

O Basic oferece gestão e disparo de e-mails, construção de landing pages e uma automação com apenas um tipo de fluxo. É recomendado para empresas que estão no início da sua estrutura de marketing digital. Pelo valor, é uma ótima oportunidade.

O Pro já possui mais possibilidades para o usuário, como automação de marketing lead scoring, lead tracking e integração com outras soluções. É mais indicado quando você possui um fluxo maior de leads sendo repassados ao setor de vendas.

Já o Enterprise, o maior plano, possui o maior pacote de ferramentas, uma das mais importantes é a de Business Inteligence. É recomendado se sua empresa já está num estágio avançado no marketing digital.

Existe uma certa concorrência entre a RD e a Hubspot, por fornecerem praticamente o mesmo serviço, com algumas poucas diferenças. Qual seria o melhor para a sua empresa? Não existe uma resposta certa, a RD possui um custo/benefício melhor mas vale a pena consultar dentro da sua própria empresa quais ferramentas seriam melhor usadas pelas plataformas.

RD Station

Lahar

 

A Lahar é uma plataforma que além de automação de marketing, tem um foco em gerenciamento de vendas. Com as principais ferramentas para automação de marketing, ele possui interface amigável, ótima integração de informação, inteligência de análise de dados e customização de conteúdo.

Plataforma Lahar

O principal objetivo que a Lahar propõe é aumentar a produtividade das equipes de marketing e vendas reduzindo custos. Ela também oferece estratégias para facilitar a execução do funil de vendas, ajudando na nutrição do lead. Os destaques da plataforma estão na facilidade de criar landing pages funcionais, disparo de email marketing estratégico, segmentação da base de contatos, monitoramento das mídias sociais e busca de palavras chaves na internet. Além disso, o desempenho de seus relatórios possui informações que integram toda a equipe.

Lahar

Pipedrive

Pipedrive

O Pipedrive CRM é umas das ferramentas mais usadas no mundo na área de gerenciamento do relacionamento com o cliente. É um software bem completo e muitas vezes ganha em usabilidade que os demais concorrentes, o Pipedrive não exige nenhum treinamento nem configuração complexa. Você tem a possibilidade de acessar suas informações na plataforma de qualquer lugar através de aplicativos, assim consegue comandar a maquina de vendas remotamente. Além disso tudo, ainda fornece um teste grátis de 30 dias para você aproveitar todas as funcionalidades antes de contratar a plataforma.

Existem dois comportamentos que fazer a Pipedrive ser um diferencial no mercado, são eles:

Foco no produto: Segundo o CMO da empresa, Andrus Purde, o foco da Pipedrive sempre foi um ótimo produto. E isso você percebe assim que acessa a plataforma, logo no primeiro contato já fica visível a facilidade de usar o software.

Testes: Desfrute da possibilidade de testar absolutamente tudo na plataforma. Analise os resultados obtidos nesses 30 dias de teste, entenda perfeitamente como funciona todo o processo desse software.

Pipedrive

MailChimp

Mailchimp

MailChimp é a ferramenta de automação de email mais usada em todo o mundo. Ele faz com que uma estratégia de disparo de email se torne algo mais simples que o normal. Por ter uma série de vantagens, o MailChimp é recomendado para quem não tem muita experiência com gestão e disparos de email, mas pode ser usado por empresas que já possuem mais experiência. Mas ele não possui apenas ferramentas para emails, ainda tem ferramentas para mídias sociais e criação de anúncios. Além disso, caso a taxa de rejeição do seu email seja alta, o MailChimp pode bloquear ou ate cancelar a sua conta para prevenir o uso indevido da plataforma.

Os principais benefícios do MailChimp, são: Integração com diversas plataformas, ótimo custo/beneficio, fácil de usar, automação de email, teste A/B, alta taxa de entrega e conta gratuita para teste.  Mas existe alguns pontos que deixam a desejar, como: Não ter um bom criador de landing pages, não conseguir gerenciar um funil de vendas e a plataforma ser em inglês.

MailChimp

 

Depois de tanta informação vimos o que é automação de marketing, seus benefícios, os cuidados que precisam ter quando contratar uma ferramenta de automatização. Você deve estar pronto para começar a testar essas ferramentas, já deve estar com ideias na cabeça pensando na sua empresa produzindo mais e melhor. Não tenha pressa, aproveite todos os testes possíveis, customize cada plataforma para suas necessidades e escolha a melhor ferramenta de automação de marketing.

Acredito que você tenha algumas dúvidas sobre todo esse processo, nos escreva! Deixe um comentário dizendo o que mais gostou e se tem alguma dúvida. Teremos o prazer de te ajudar!

 

Pipedrive CRM: Vale a pena?

O Pipedrive já alcançou mais de 70.000 clientes no mundo e sua plataforma já possui mais de 16 idiomas. A plataforma de gestão de funil e CRM com sede nos Estados Unidos e Estônia tem sido amplamente utilizada também no Brasil.

Pipedrive
A gestão de clientes passou a ser um ponto crucial em qualquer empresa, que precisa ser acompanhada de perto para perceber oportunidades de conversão e também para sanar problemas tão logo apareçam. Essa tarefa pode ser bem difícil se não houver a ajuda de ferramentas específicas para gerenciar o relacionamento com os clientes, e essas ferramentas são conhecidas como CRM (Costumer Relationship Management).

O que é CRM?

O CRM, ou Gestão de Relacionamento com Cliente, pode ser considerada uma estratégia de gestão ou um software que ajuda a empresa a colocar em prática o que foi planejado.

Como estratégia significa focar todos os esforços da empresa no acompanhamento do cliente, criando um relacionamento próximo de confiança e referência em determinado assunto.

Como ferramenta é um sistema tecnológico que facilita o acompanhamento da estratégia de relacionamento proposta e ajuda a empresa a colocar em prática todas as etapas desse planejamento.

O principal objetivo de utilizar um sistema de CRM na empresa é nortear a estratégia de vendas através de análises profundas das etapas da jornada de compra, além de identificar e segmentar as personas. Ele representa uma importante ferramenta que potencializa os esforços e os resultados do departamento de vendas da empresa.

As principais vantagens proporcionadas pelo uso de uma ferramenta CRM na sua empresa são:

  • Controle dos dados completos do cliente

Conhecer profundamente o seu cliente é essencial e a ferramenta CRM centraliza e organiza todas as informações relacionadas a um cliente e traça o seu perfil. Essa funcionalidade permite inferir dados relevantes sobre as características de compras dos seus clientes, identificando suas preferências. Dessa forma é possível otimizar o tempo da equipe de vendas da empresa já que todas as informações estão disponíveis em um só lugar.Integração de Informações

  • Aumento das vendas

O CRM ajuda no cumprimento das metas de vendas, oferecendo informações valiosas para o direcionamento da equipe que pode ofertar o produto certo no momento certo ao cliente, otimizando os seus esforços. Estudos revelam um aumento de 20 a 40% de efetividade nas vendas.

  • Acompanhamento de cada etapa da venda

Uma etapa essencial de qualquer estratégia de venda é a análise dos resultados apresentados para identificar se o planejamento foi eficiente ou precisa de acertos. O CRM auxilia a empresa também nessa função oferecendo um funil de vendas, ou pipeline, que demonstra a posição de cada cliente no processo de venda. Dessa forma é possível criar campanhas específicas para cada etapa desse funil e impactar os clientes da maneira

A ferramenta ainda permite uma avaliação profunda sobre os resultados apresentados para a identificação das ações que estão gerando melhores resultados e quais devem ser aprimoradas. Dessa forma os acertos são realizados mais rapidamente proporcionando maior eficiência.

  • Ajuda na fidelização dos clientes

Quando a empresa entende o comportamento dos clientes, se torna capaz de atender suas expectativas e isso cria um vínculo de fidelidade ideal. O CRM possibilita esse reconhecimento das necessidades dos clientes e faz a empresa entender o momento de cada um, dando a oportunidade de agir da maneira certa e no momento oportuno.

Pipeline de vendas

Pipeline de vendas é uma representação visual de todo o processo de vendas que torna mais eficientes e dinâmicos até mesmo os processos mais complicados de conversão. Pipeline é o mesmo que funil de vendas e demonstra cada etapa do processo de conversão.

Cada uma dessas etapas possui particularidades que podem causar grande dificuldade para as equipes e gerar prejuízos com a perda de prazos, ou a falta de ações necessárias para a conclusão da venda.

Pipedrive CRM: O que é?

Pipedrive CRM é uma ferramenta de gestão de vendas completa que ajuda as empresas a organizar e controlar os processos de conversão.  É voltado para pequenas empresas que precisam concentrar seus esforços em negócios certos e fechar vendas mais rapidamente.

Com ótimo design e fácil usabilidade, o Pipedrive traz simplicidade para o processo de venda, tornando-o muito mais eficiente.

Como funciona o Pipedrive?

Um dos grandes problemas enfrentados pelas empresas é encontrar um sistema CRM que realmente possa ser utilizado pelos colaboradores e seja útil para o pipeline efetivamente. Isso acontece porque a maioria dos softwares CRM acaba se tornando meramente um bloco de notas onde são depositadas informações sobre os clientes.

O Pipedrive é diferente, pois o seu funcionamento é voltado para vendas efetivas. Com recursos que automatizam etapas burocráticas do processo, é possível concentrar esforços para tarefas que realmente fazem diferença para atrair os clientes certos.

O Pipedrive conta com a instalação rápida e interface simplificada que facilita a visualização de todo o processo de vendas da empresa. E a utilização pode ser iniciada no mesmo dia da instalação, realizada através do acesso ao site do software e cadastro.

Suas principais características são:

  • Planejamento de ações
  • Visualização de oportunidades em cada etapa do funil de vendas
  • Acompanhamento das interações com os clientes
  • Lembretes de ações necessárias
  • Layout simples e personalizável
  • Linha do tempo que ajuda a prever ações prioritárias
  • Relatórios estratégicos
  • Integração com outras ferramentas
  • Aplicativo mobile
  • Segurança
  • Possibilidade de utilização em diversos idiomas e conversão de moedas

Recursos do Pipedrive

O Pipedrive oferece diversos recursos úteis para o melhor desempenho do processo de vendas da sua empresa.

  • Gestão de funil – Interface leve que orienta sobre as ações necessárias
  • Integração com e-mail – Receba e envie e-mails dentro do sistema facilitando o acompanhamento das informações.
  • Atividades e metas – E-mails de lembrete de atividades, notificações mobile e alertas de ações.
  • Relatório de vendas – Acompanhamento dos resultados das ações e identificação de oportunidades de melhoria.
  • Previsão de vendas – Previsão de receitas e indicação de boas oportunidades de conversão.
  • Aplicativos móveis – Aplicativos mobile para iPhone e Android que permite o trabalho em qualquer lugar.
  • Integração com softwares – Integração com diversos softwares, inclusive o Google, e possibilidade de desenvolvimento de recursos personalizados gratuitamente.

Pipedrive para pequenas empresas

As pequenas empresas são as que mais podem se beneficiar com o uso do Pipedrive CRM já que normalmente possuem menor número de funcionários e precisam otimizar o tempo de seus colaboradores e principalmente a assertividade nas abordagens de vendas.

O Pipedrive é hoje um dos principais sistemas CRM do mercado, já tendo ajudado mais de 70.000 empresas em todo o mundo.

Quanto custa o Pipedrive?

O sistema Pipedrive CRM oferece ótimo custo-benefício para as empresas, sendo possível escolher entre três modalidades de plano: Prata, Ouro e Platina. Os valores variam entre $12 e $63 dólares por mês para planos anuais e ainda entre $15 e $75 dólares por mês nos planos faturados mensalmente. Disponibilizamos o link para acessar a tabela de preços do Pipedrive.

Com todas essas informações sobre o sistema Pipedrive CRM certamente você percebeu a importância do uso dessa ferramenta de gestão de relacionamento com clientes para sua empresa. O Pipedrive é um dos melhores sistemas CRM do mercado e acessível mesmo para as pequenas empresas, que podem se beneficiar muito com a organização do processo de vendas e da gestão de relacionamento com clientes.

 

A importância de ter um site

O mundo está mudando e você precisa se atualizar com ele. Antes, apenas ter um cartão de visita bastava. Hoje, empresa que só tem cartão de visita como forma de propaganda está ultrapassada e não alcança nem 10% do público que poderia alcançar se estivesse online. Afinal, não possuir endereço na web é como não existir para muitos clientes.

Tanto que o valor gasto com internet e criação de sites, hoje, não é mais considerado um custo no orçamento das empresas, mas um investimento. A internet possibilita que sua empresa seja vista no mundo inteiro – e permite que você faça negócios com pessoas que moram muito distantes da sua sede.

O site se tornou o cartão de visitas moderno. Por isso, mais importante ainda é que ele seja bonito e funcional, ou seja, fácil de mexer e útil para quem acessar; Também é interessante que seu site contenha formulário de contato, telefones visíveis, lista de seus produtos detalhada, fotos bonitas e que utilize recursos modernos para chamar a atenção de seu cliente e causar uma boa primeira impressão.
Pense no seu público-alvo

Claro que é fundamental que você goste do layout de seu site, porém, acima de tudo, você precisa pensar no seu público-alvo, ou seja, seu cliente. É através do site que você consegue se relacionar diretamente com ele. Um site fácil de mexer, organizado e com informações claras e objetivas, é mais agradável, não confunde o cliente e o deixa satisfeito com a sua marca.

Então, para que seu site gere um resultado satisfatório em seus negócios, na hora de pensar no layout e nas informações que serão dispostas nele, coloque-se sempre no lugar de seus clientes.

Além de ter um site com as mais modernas tecnologias, atualmente é imprescindível pensar na sua divulgação. Apenas dessa forma será possível rentabilizar o site e atrair clientes potenciais.

O Links PatrociandosSEO são de extrema importância e podem ajudar a sua empresa a atingir resultados crescentes.

Vale a pena investir um pouco na construção de seu site, estudar os layouts com cuidado, personalizar recursos e produzir conteúdo customizado.

Que construir um site para melhorar a visibilidade de sua empresa ?  Conte com a Neorion.

Marketing digital: Como fazer?

O que é marketing digital? Talvez esta seja uma das perguntas mais feitas nos últimos anos, afinal de contas, são vários os empreendedores que tem investido nesse modelo inovador para divulgar e fazer publicidade na internet.

Mas e você? Sabe o que é marketing digital? Para que ele serve? Que vantagens esse tipo de marketing pode proporcionar para o seu negócio?

Bom, continue lendo esse post e descubra a resposta para essas e muitas outras questões envolvendo esse assunto.

Marketing digital: O que é?

Para quem ainda não conhece, o marketing digital corresponde a uma poderosa ferramenta de divulgação adaptada para o meio virtual. Resumindo, o marketing digital nada mais é do que as ações de comunicação que uma determinada empresa usa para atrair clientes, seja pelas redes sociais, dispositivos móveis, dentre outros meios.

Quem atua com marketing digital, além de alavancar suas vendas, também deseja obter mais visibilidade e um melhor engajamento com o seu público na internet.

Dentro do marketing digital existem algumas subdivisões que também são bastante utilizadas, como é o caso do social media marketing, que é uma estratégia de marketing digital voltada para as redes sociais (confira também como as mídias digitais pode alavancar suas vendas), o mobile marketing, que está relacionado a campanhas de marketing através dos dispositivos móveis, o email marketing, que se refere a campanhas de marketing por e-mail, SEO, que busca otimizar os sites para mecanismos de buscas, dentre outros.

Marketing digital: Para que serve?

O marketing  serve basicamente para alavancar as vendas de um negócio e também para melhorar o engajamento de uma marca com o seu público.
Além disso, com esse tipo de marketing, você também garante mais credibilidade e solidez no mercado, fatores estes que ajudam o seu negócio a crescer e se posicionar frente a concorrência, contribuindo assim para um maior faturamento e, consequentemente, maiores lucros.

Vantagens do marketing digital para o seu negócio

  • Menor custo

Uma das vantagens do marketing digital em relação a outras formas de marketing e comunicação, é o baixo custo que você terá para colocar esse tipo de marketing em prática.

Além de contar com ferramentas de análise de resultados gratuitas na internet, você também não terá que se preocupar em gastar com transporte de material ou mesmo com impressões, uma vez que toda a campanha de marketing é digital.

  • Melhor foco

As campanhas de marketing online tendem a ser muito mais direcionadas do que outros tipos de campanhas publicitarias. Isso porque existem ferramentas especificas no meio digital, que direcionam as campanhas aos seus respectivos públicos. Aproveite para ler o post que fala sobre link patrocinado e como usar essa ferramenta de marketing digital a favor do seu negócio.

  • Retorno rápido

Uma campanha de marketing realizada na internet consegue gerar resultados bem mais rápido do que se você lançar um anuncio no rádio ou na TV, por exemplo.

Isso porque hoje em dia grande parte das pessoas encontra-se conectada na internet. E se você trabalhar com as ferramentas certas, terá boas chances da sua campanha chegar até o seu público alvo, para atrai-lo e convertê-lo em vendas.

Agora que você já sabe tudo sobre o marketing digital, está mais do que na hora de começar a colocar em prática esse modelo de comunicação e publicidade na internet, para conquistar o sucesso com o seu negócio online.

15 ferramentas top para otimizar sua conversão

Você com certeza já ouviu falar em ferramentas de otimização para conversão, ou CRO. Mas você sabe o que é isso? Uma conversão nada mais é do que uma ação importante que seu visitante faz em seu site.

O conceito de conversão acaba variando de site para site, por exemplo, um e-commerce tem como sua principal conversão as vendas realizadas. Já um site que gera leads tem como principal o envio de dados por um formulário de contato. O conceito varia, mas em todos os casos a conversão se transforma em lucros.

Então a sua conversão será sempre voltada para o seu tipo de site, o que fará com que a empresa fature mais e se aproxime também de seus futuros clientes.

As ferramentas de otimização vem sendo discutida por muitos especialistas, afinal o comércio digital vem crescendo muito e tudo o que diz respeito ao aumento de vendas deve ser analisado com muita cautela. E esses estudos não são á toa.

Algumas funções podem melhorar as conversões em qualquer tipo de site, mas existem muitas no mercado e surgem outras a cada dia. Por isso é essencial que os profissionais filtrem essas ferramentas e vejam quais as melhores.

E pensando em ajudar você que quer saber mais sobre as ferramentas, separamos algumas informações muito importantes sobre o assunto. Então continue lendo o artigo e confira agora mesmo mais sobre isso.

As ferramentas de otimização para conversão ajudam seu site extrair ainda mais tráfego do que ele já tem, ou seja, as conversões são fundamentais para o crescimento do seu site, principalmente nos dias de hoje que a concorrência no meio digital é tão grande.

O mercado online está cada vez mais aquecido e os investimentos nessa área não param de crescer. Visto isso, você que tem um site precisa se destacar entre os demais para vender cada vez mais e ter uma empresa de sucesso.

Qualquer mudança em seu site deve ser premeditada e principalmente testada antes, afinal as configurações dele são essenciais para o aumento ou não de suas vendas. Algumas mudanças podem dar certo para algumas pessoas, mas para você pode não dar e por isso é fundamental testar antes.

15 ferramentas top para otimizar sua conversão

É essencial analisar o custo benefício de cada ferramenta disponível no mercado e ver as opiniões de outros donos de sites sobre ela. Você não quer ter aborrecimentos ao longo das mudanças de seu site não é mesmo? Por esse motivo você precisa investir nas ferramentas certas para o seu site.

1. A/B Tasty:

AB tasty

Essa é uma ferramenta projetada para massas, elas oferecem testes baseados em seu cliente, onde você pode tirar muitas informações importantes sobre eles. Isso ajuda a intensificar a aproximação com eles e a analisar o perfil de cada um.

2. Adobe Analytics:

Adobe Analytics

Essa ferramenta faz parte do Adobe Suite de Marketing e é uma plataforma poderosa para o seu site.

Anteriormente conhecido como Adobe SiteCatalyst, a ferramenta tem praticamente tudo o que você poderia querer, incluindo análises em tempo real, análise de aplicativos móveis, rastreamento de funil e Inteligência Preditiva.

3. Browserling:

Browserling

Essa ferramenta oferece interação ao vivo com seu visitante e cliente, com testes de navegador baseados na web.

Isso lhe dá um visual real de cada navegador. A partir daí, você também pode fazer anotações e reportar erros de design em qualquer navegador.

4. ClickTale:

Clicktale

Essa é também uma poderosa ferramenta, ela faz repetições de sessão, funis de conversão e heatmaps.

5. Canvas para GrowtechHackers:

Canvas

A Canvas é uma plataforma que ajuda a suportar o processo de crescimento do seu site, que pode ocorrer de forma muito rápida em alguns casos. Esse suporte é fundamental para que seu site esteja acessível 24 horas por dia sem complicações para seus clientes e visitantes.

Os resultados de arquivamentos também são guardados com a ajuda dessa poderosa ferramenta.

6. Clicky:

Clicky

A Clicky é uma ferramenta gratuita, mas é indicada apenas para os sites que tem menos de 3 mil visualizações por dia. Ele se posiciona como uma alternativa ao Google Analytics e ajuda muito os iniciantes no mercado digital.

Clicky tem alguns recursos que diferenciam (todas as análises em tempo real, mapas de calor), mas eu não acho que valha a pena mudar do GA. Se você quer mapas de calor, existem outras ferramentas gratuitas.

7. Conductrics:

Conductrics

A Conductrics é uma ferramenta mais avançada, oferecendo métodos de Teste A/B que foram misturados com o Machine Learning para oferecer aos visitantes e clientes experiências nova para cada usuário. O melhor de tudo é que isso acontece de forma automática.

8. Crazy Egg:

Crazyegg

Essa ferramenta oferece mapas de calor, de clique, de rolagem e muitos outros. Ele oferece um vislumbre visual sobre como os visitantes estão navegando pelo seu site. Essas informações são ricas e você deve investir nessa ferramenta para analisar mais o perfil de seu público.

9. Decibel Insight:

Decibel Insight

Essa é uma poderosa ferramenta de análise de CX de alto nível, sendo indicada para sites de nível empresarial. Ela oferece repetição de mapas de calor, sessão, análise de formulários, relatório de erros e comportamentais.

10. Effective Experiments:

Effective Experiments

Essa á uma plataforma única e ajuda no gerenciamento de todo o fluxo de trabalho e de otimização que ajuda os CROs a armazenar as suas ideias e planos. Além disso, os resultados também estão inclusos nessa mesma plataforma.

11. Ethnio:

Ethnio

Você pode recrutar seus testadores dos visitantes do seu site com essa ferramenta.

12. Experiment Engine

Experiment Engine

Essa é uma ferramenta de gerenciamento de fluxo de trabalho que te ajuda no planejamento, a criar e também reportar testes A/B.

13. Formisimo

Formisimo

Essa é uma excelente ferramenta que analisa formas. Ela é também uma alternativa para o Google Analytics para formulários.

14. Google Analytics:

Google Analytics

O Google Analytics é uma ferramenta muito comum e é utilizada por mais de 70% dos comerciantes.

15. Heap Analytics:

Heap Analytics

Essa ferramenta captura todas as ações dos seus usuários e em sua aplicação na web ou IOS.

Essas 15 ferramentas de otimização para conversão são realmente algumas das melhores do mercado, mas como já foi citado, você deve analisar e testar em seu tipo de site. Veja quais as necessidades de conversão dele e escolha as melhores para o seu site.

Use todas as técnicas que estiver ao seu alcance para aumentar a conversão de seu site, gerando mais vendas e mais lucros se for o caso. A concorrência é muito alta e por isso alguns investimentos são necessários.

Se você é dono de um site iniciante, trabalhe bastante para alcançar bons resultados e além das ferramentas use técnicas para estar nas primeiras páginas do Google. Então mãos a obra.

Confira também nosso post sobre 5 ferramentas de automação de marketing

Quais são os desafios para o marketing digital em 2017?

Diversas transformações têm acontecido no ambiente do marketing digital. De custo por clique estamos rapidamente vivenciando a transição para o custo por Lead. De site institucional generalista para landing page de captura objetiva, com foco no persona e diferentes táticas de persuasão, gatilhos de motivação entre outras já conhecidas e quase saturadas técnicas. De anúncio em mídias sociais para lead generation. De “outbound” para marketing de conteúdo. Mas em meio a tantas inovações, conceitos e ferramentas, algumas “realidades” continuam valendo: equilibrar a comunicação e o verdadeiro engajamento com os clientes, a reputação da marca e entregar produto ou serviço que agrega, de fato, valor, permanece sendo um dos principais desafios das empresas, para além do marketing e da venda.

Da perspectiva de quem trabalha com marketing digital, o departamento de vendas nem sempre está fazendo o seu trabalho como deveria. Do ponto de vista da equipe de vendas, a qualidade dos leads não é adequada. Mas antes de pensarmos no Lead, a oferta a qual se propõe propagar é clara? Antes disso, há de fato uma oferta a ser divulgada ou apenas um site bonito repleto de “autoafirmações” ?

Temos acompanhando diversos casos de clientes de PPC (inclusive médias e grandes empresas) desperdiçando dinheiro por não terem página de destino conectada com “o termo e o anúncio divulgado”. Em outras palavras, sem sintonia com o que o cliente procura. Sem oferta clara. Sem uma promessa básica.
Páginas de destino visualmente bem elaboradas ressaltando apenas as “incríveis” qualidades do produto ou serviço muitas vezes apenas sintetizam na cabeça do visitante as palavras “caro” e “inacessível” – entretanto, não necessariamente é – e não necessariamente é essa a intensão.

Você enquanto consumidor não tem interesse em saber qual é a promessa básica de um produto ou serviço? Agora, quantos sites possuem essa informação de forma rápida e clara? Páginas de captura de lead por PCC precisam ser rápidas (e precisam estimular o KIKO que existe em cada um de nós. O KIKO eu ganho com isso?), pois o visitante está com a sua página e mais outras 4 abertas no navegador e em um piscar de olhos o mouse já está no botão de fechar.

Com isso podemos afirmar que gerar tráfego qualificado não é apenas uma questão de gerar tráfego qualificado. O tráfego pode ser o mais qualificado possível, mas se ao entrar na página de destino o visitante não encontrar de forma rápida e objetiva o que busca….. lá se vão mais alguns reais para o ralo.

Em paralelo ao tradicional PPC, o marketing de conteúdo, a automação de marketing, nutrição de leads e a geração orgânica de tráfego tem sido bons aliados no engajamento com os consumidores. Embora estejamos vivenciando certa saturação de conteúdos sobre tópicos similares, tudo indica que o marketing de conteúdo só tende a crescer nos próximos anos. A razão é simples. Funciona.

Marketing de conteúdo aproxima e engaja quando bem elaborado. Por outro lado, pense naquele anúncio com letras garrafais prometendo emagrecimento rápido e sem esforço, te perseguindo por toda a internet. Pronto. O marketing de conteúdo é exatamente o oposto disso. Primeiro porque em tese não te persegue, parte do pressuposto que é você quem está interessado em um determinado conteúdo. Ao invés de perseguir atrai. Segundo porque teoricamente se propõe a entregar informações percebidas com valor por você.

A inércia disso tudo são consumidores acostumados à primeiro receber valor, depois pagar por ele. A julgar pelo extenso volume de opções de tudo quanto é tipo de serviço ou produto, isso empurra a efetividade do spam, do cold call (ligações frias de telemarketing), dos banners de emagrecimento rápido cada vez mais para baixo. Mais oferta = menor percepção de escassez = maior dificuldade para receber um retorno do lead em um processo de venda.
No meio desse bolo, a automação de marketing é apenas uma automação de marketing, não um milagre. Alias, se sua empresa trabalha com um produto com alto valor agregado, com ótima margem e se dá ao luxo de atender de forma mais pessoal e personalizada à maioria dos interessados, por que não fazer? Se alguém está pronto e já qualificado para comprar uma Ferrari em qual fluxo de automação de marketing a gente coloca esse Lead?

Embora pesquisas como a que descreveremos a seguir indiquem que os consumidores não apenas preferem como já esperam que parte do processo de compra seja automatizado é preciso questionar o que encaixa ou não para cada negócio. Quanto de esforço e dinheiro é viável para sua equipe investir em cada prospecção?

Empresas de vendas de serviços de consultoria, por exemplo, tendem a se beneficiar mais com a utilização de técnicas de inbound do que um e-commerce de produtos de marca estabelecida com ticket médio de R$ 200,00. Serviços complexos precisam informar (nutrir) o lead sobre as especificidades do que se pretende oferecer, enquanto trabalham o engajamento e a elevação da percepção da reputação, diferentemente da venda de um produto “comoditizado”, já conhecido e estabelecido, mais pautado pela competição de preços e escala.

Feitas as considerações iniciais, descrevermos abaixo a pesquisa que têm nos ajudado a pautar nossas percepções sobre as tendências do marketing digital para os próximos meses. “Estado do Inbound 2017”, publicado pela Hubspot. Número de entrevistados globais: 6399 profissionais em 141 países. América latina 2273 em 50 países.

O que é mais difícil fazer em vendas em comparação com 2 a 3 anos atrás?
Fechar negócios – 42%
Receber uma resposta do prospect – 35%
Identificar/prospectar bons leads – 33%
Envolver vários tomadores de decisão em uma empresa no processo de compra – 28%
Evitar descontos/negociação – 23%
Incorporar mídias sociais no processo de vendas – 22%
Usar as tecnologias de vendas no dia a dia do trabalho – 19%
Realizar uma apresentação – 17%
Fazer pesquisa antes da chamada/e-mail inicial – 16%
Conectar via telefone – 15%
Conectar via e-mail – 14%
Manter alguém no telefone – 9 %
Obter referências – 8 %

Qual tem sido o canal de maior sucesso para seus representantes de vendas se conectarem com um prospect ?
Telefone – 32%
E-mail – 22%
Facebook – 21%
Outros – 16%
Linkedin – 5%
Outras redes sociais – 4%

Em sua opinião, com que parte do processo de vendas os representantes têm mais dificuldade?
Identificação do lead – 21%
Prospecção – 38%
Qualificação – 13%
Fechamento – 28%

A maioria dos profissionais de marketing hoje está empenhada em converter leads em clientes, ampliar o tráfego para seu site e expandir vendas para clientes existentes.
Reduzir o custo da aquisição de contatos/leads/clientes – 23%
Capacitação de vendas – 25%

Quais são as principais prioridades de marketing da sua empresa nos próximos 12 meses?
Comprovar o ROI das atividades de marketing – 33%
Aumentar o tráfego para o site – 49%
Aumentar a receita derivada dos clientes existentes – 49%
Converter contatos/leads em clientes – 72%

Pensando especificamente sobre projetos de inbound marketing, quais são as principais prioridades da sua empresa ?
Aumento da presença orgânica/SEO – 56%
Criação de conteúdo de blog – 48%
Criação de conteúdo interativo – 45%
Criação de conteúdo visual – 42%
Automação de marketing – 40%
Distribuição/ampliação de conteúdo – 38%
Ferramentas on-line – 37%
Vídeos de instruções de produtos – 27%
Criação de conteúdo visual/artigos longos – 24%
Webinars – 16%
Avaliações freemium – 7%
Não sei – 3%

Em sua opinião, qual é a tática de marketing mais superestimada?
Publicidade paga (impressa, outdoor, transmissão) – 25%
Mídia social orgânica – 17%
Email marketing – 16%
Publicidade on-line paga (anúncios de mídia social, PPC) – 13%
SEO – 7%
Automação de marketing – 5%
Blog – 4%
Relações públicas/analista de relações empresariais – 4%
Capacitação de vendas – 3%
Desenvolvimento de material promocional – 3%

Quais são as principais prioridade de vendas da sua empresa para o próximo ano?
Fechar mais negócios – 76%
Melhorar a eficiência do funil de vendas – 36%
Realizar a venda social – 33%
Treinar a equipe de vendas – 24%
Melhorar as tecnologia de venda existentes – 23%
Investir em um CRM – 15%
Investir em capacitação de vendas – 15%

Os entrevistados também escreveram que estão preocupados em “criar parcerias mais fortes” e criar “autoridade no assunto para começar a conversa”.

Quais são os principais desafios de marketing da sua empresa ?
Gerar tráfego e leads – 66%
Comprovar o ROI de nossas atividades de marketing – 37%
Identificar as tecnologias certas para nossas necessidades – 32%
Como você prefere se comunicar para fins comerciais?
E-mail – 80%
Presencialmente – 56%
Telefone – 52%
Mídias sociais – 46%
Apps de mensagens – 45%
Vídeo conferencia – 39%

Estamos perdendo mais e mais tempo em reuniões

A cada dia que passa, independentemente do setor de atividade em que atuamos, estamos perdendo mais e mais tempo com reuniões. São milhares de horas, milhões de pessoas e bilhões de dólares sentados em torno de uma mesa, discutindo assuntos variados e todos fingindo que estão interessados ou comprometidos. A administração por consenso parece ter tomado conta das organizações e hoje já se transformou numa praga que se espalha como rastilho de pólvora, quase uma epidemia.

Reunião de planejamento, board meeting, comitê de assuntos financeiros, revisão de orçamento, núcleo de sinergia, grupo integrado de trabalho, qualquer assunto é razão para reuniões intermináveis, onde a única certeza é que em breve teremos outro encontro semelhante em algum lugar do planeta…Enquanto isso, lá fora, o mercado está mudando, comprando, vendendo e tomando decisões.

Durante as sessões, há uma falsa sensação de segurança entre todos os presentes. Sentem-se protegidos pelo manto do anonimato decisorial onde, se der certo “eu participei”, se der errado “tinha mais gente comigo”. Quase não há mais espaço para a decisão isolada ou o instinto prevalecendo sobre a análise. Estamos desaprendendo a assumir responsabilidades individuais.

Margareth Tatcher dizia sempre que o consenso é a negação da liderança. Talvez por isso tenha sido tão criticada em vida e reverenciada em morte.

A verdade é que tomar decisões por consenso pode ser politicamente correto, principalmente nas grandes estruturas organizacionais, mas não necessariamente eficiente. Assim como o e-mail interno serve mais para proteger quem envia do que para informar quem recebe, convocar reuniões é quase sempre uma atitude defensiva de dividir responsabilidades e não assumir riscos. E é impressionante como muita gente acabou desenvolvendo todo um ferramental adequado para participar de reuniões.

Eles vão desde laser pointers, data-shows e blocos de anotações com calculadoras embutidas, até uma seleção de frases de efeito que funcionam muito bem nessas ocasiões.

Esses seres são chamados de “executivos de reunião”, uma casta especial de profissionais, normalmente ineficientes no dia a dia da empresa, mas extremamente competentes em participar de boards e comitês. Possuem todo um jargão especial que sempre pega bem, apesar de não significar absolutamente nada, e seu único objetivo é postergar decisões e sair do encontro com fama de ponderado e equilibrado: “Não podemos concluir isso apressadamente” – “Sugiro uma análise mais aprofundada do assunto” – “O momento exige cautela” – “Não podemos nos esquecer de nossos concorrentes” – “Alguém já analisou esses números sob um outro ângulo?” – “Há pesquisas que comprovem o que foi apresentado?” – “Sugiro que se façam mais algumas simulações tomando como base um cenário mais conservador”. É a obviedade covarde prevalecendo sobre a coragem competitiva.

Estudiosos em matéria de política e relacionamento nas organizações afirmam que numa grande empresa você tem mais chance de uma carreira bem sucedida se errar de vez em quando, do que se acertar constantemente. E isso é ainda mais verdade se esses acertos forem individuais. O mais dramático, porém, dessa síndrome reunitiva, é que agora começa a atingir também a área de vendas das empresas. Pessoas que deveriam estar frente a frente com seus clientes e lutando palmo a palmo para a conquista do mercado, encontram-se no quartel-general preparando apresentações. Estão passando mais tempo “vendendo” ideias e conceitos para sua própria empresa do que produtos ou serviços para seus clientes.

É claro que reunião é importante, trocar ideias pode melhorar a capacidade decisorial e incentivar a sinergia deve ser um objetivo de qualquer organização. Mas daí a viver reunindo-se por qualquer motivo, esperar que todas as atitudes sejam fruto de consenso e ficar avaliando performance em vez de atacar o mercado, pode ser uma atitude perigosa que coloca sua empresa definitivamente na coluna dos perdedores. E sempre haverá uma última reunião para se anunciar a derrota.

Publicação formalmente autorizada pelo autor Walter Longo.

O modelo tradicional de web design está totalmente quebrado

“Empreender é se jogar de um precipício e construir um avião durante a queda” – Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn.

Hoje trazemos duas abordagens para o desenvolvimento de projetos web, de um lado o modelo tradicional de web design e suas fragilidades, de outro os conceitos de uma tendência que tem ganhado força quando pensamos em sites com alto desempenho, o “Growth Driven Design”.

Até pouco tempo atrás (por volta de 2012), enxergávamos o desenvolvimento de um site como um projeto de começo, meio e fim.  Um novo site era publicado e permanecia em média de 1,5 a 2 anos sem grandes atualizações. Nesse meio tempo, novos recursos tecnológicos que aprimoram a experiência do usuário,  novas ideias, novos formas de engajar e converter o usuário nasciam, mas não eram implementadas.  Como o site já “estava pronto” e havia sido feito um grande investimento de energia, dinheiro e tempo; desculpas como “falta de tempo”, “gastamos todo o nosso orçamento” eram frequentes.

Sabemos que o site de uma empresa, em especial as de pequeno e médio porte, muitas vezes é o vendedor número 1.
Com o atual dinamismo da internet é preciso que a evolução de um site seja continua.

growth-driven-design-chart
No gráfico acima, podemos observar a diferença entre as duas metodologias de desenvolvimento.   Enquanto no modo tradicional os sites permanecem por muito tempo inalterado, obtendo o mesmo nível de impacto e desempenho, do outro, com o Growth-Driven Design, o aumento no impacto é constantemente incrementado.

Sem dúvida a flexibilidade e a possibilidade de se aperfeiçoar a experiência do usuário continuamente contribui significativamente para uma melhor performance do site.  Além disso com essa abordagem há diminuição dos riscos com web design tradicional, pois em projetos fechados, de 3 meses (em geral), sempre há alguma necessidade que não é previamente pensada.   É como participar de uma corrida de fórmula 1, com um carro que só corre volta sim volta não.

Para minimizar riscos e desperdícios, em um projeto Growth-Driven é preciso pensar de forma otimizada.  Quais são os 20% de requisitos/funcionalidades que vão produzir 80% dos resultados esperados ?  Em outras palavras, muitas vezes não se trata da cor ou do estilo dos botões, mas de como está projetado o seu formulário de contato, como estão organizados os conteúdos, qual a posição dos “call to actions” dentro das páginas…

O que o site realmente precisa, quais são as reais urgências ?   Ao invés de acumular necessidades por muito tempo, precisamos avaliar e implementar pontos de maior impacto a todo instante.  Lembre-se, na internet, tudo pode ser medido.  Do tempo que o usuário permanece em cada página até quantos cliques cada botão obteve.  Quanto tempo o usuário passa em cada campo de um formulário e em qual campo uma parte deles desiste de preencher.

Essa nova tendência não é apenas uma moda, com a atual competitividade no ambiente digital, “quem corre anda, quem anda está parado e quem está parado está andando para trás.” Luis Gasparetto.

Arte e design possuem propósitos distintos

Sempre que iniciamos um novo projeto de internet, precisamos separar a arte do design.
O objetivo é simples, a arte tem como propósito inspirar e cada observador tem uma interpretação própria a seu respeito, ou seja, a arte depende de gostos.  Já o design cumpre seu objetivo independente de gostos.

Outro ponto fundamental entre a arte e design é que o processo de criação de uma obra de arte começa com nada. Resulta de uma visão, opinião ou sentimento que o artista deseja expressar.  A arte então é o meio que o artista encontra para compartilhar esse sentimento com os outros.
Já os designers possuem como ponto de partida motivar uma ação, ou uso.  Mas antes de pensar no como, o designer deve pensar no por que.   Algumas empresas tem como foco o que elas projetam, mas as de maior sucesso estão focadas no por que elas projetam.

Nessa linha de pensamento, o design começa a traçar um panorama que engloba qual o propósito do projeto?  Para quem ele é desenvolvido?  O que é desejável que as pessoas que interagem com o design façam? Tudo isso deve refletir uma linguagem e direção clara e comum.

Com a popularização dos produtos do Google, a forma minimalista de se construir sites ganhou mais destaque. A máxima é: Simplifique até que se tenha o menor número de elementos possível. Com o foco no que é mais relevante a atenção do usuário não é desperdiçada.

O design do Google torna fácil o modo de se fazer a coisa certa.  Quando pensamos em design, precisamos trabalhar com a prática em vez da teoria.  Testes A/B ajudam a tirar as deduções sobre o que funciona.

Use a prática ao invés da teoria por que o mais importante é que uma coisa funcione e não que você tenha alguma teoria a respeito dela.

Um bom design não significa apenas fazer o template bonito. Se o objetivo for, por exemplo, gerar conversões é preferível sacrificar determinados elementos estéticos em busca de um melhor resultado.  Um bom design não cria um novo problema para resolver outro. Isso geralmente acontece como o propósito do projeto não está claro e as questões estéticas se sobrepõem a usabilidade.

Para finalizar, se você estiver planejando o design de seu novo projeto web, comece pelo propósito. Simplifique. Teste e lembre-se de que quem vê cara, não vê conversão.

Até a próxima!

Vale a pena anunciar no Google ?

A resposta ao questionamento lançado no título desse artigo é direcionado para pequenas e médias empresas que ainda não trabalham com o Google Adwords.  Isso porque, se você já trabalha com o Adwords, muito provavelmente já descobriu que ele pode sim, trazer leads qualificados para o seu negócio.

A pergunta correta a ser feita é: vale a pena anunciar no Google, com as minhas atuais margens e dentro do meu segmento ?

Agora sim, depende!

O seu segmento é um nicho de mercado ou você comercializa um produto ou serviço muito concorrido ?  Qual a abrangência geográfica de sua atuação ?   Qual é a sua margem de venda ?

É importante considerarmos na conta as seguintes variáveis para cada termos ou palavra-chave escolhida, dentro do Adwords:

A – Volume de buscas.
B – Custo por clique.
C – Conversão (“Quando uma pessoa solicita de fato um orçamento ou faz uma compra dentro do seu site).

Para maximizar o seus ganhos o caminho mais lógico seria obter o maior número de conversões (“vendas”), com o menor custo por clique, gastando cada vez menos.   Entretanto, reduzir o investimento e aumentar o volume de vendas é conflitante.   Some a isso a variável do volume de buscas.

Imagine que você escolhe a palavra “casa”, para a sua campanha.   Por ser uma palavra muito genérica, possui alto volume de buscas, resultando em alto consumo de seu orçamento.  Mas, será que essa palavra gera conversões e vendas ?  Muito provavelmente não.   “Casa” pode significar vários contextos de busca, desde “casa na praia”, “casa em condomínio”, “casa em são paulo”, “casa no interior”, “pessoa x casa com pessoa y”, etc…  Por essa razão a relevância entre o que as pessoas buscam e o que você anuncia é fundamental.

Note no gráfico abaixo, extraído do Google Trends que o volume de buscas por “casa” é muito maior do que “casa na praia”, esse último inclusive com leves picos entre (novembro e fevereiro – meses quentes).

Veja no gráfico abaixo:

casa

Portanto, a relevância e correspondência entre o que as pessoas buscam e o que suas palavras e anúncios oferecem é fundamental.  Se você atua apenas em são paulo, apenas com condomínios de alto padrão, a palavra “casas em condomínio sp”, terá menor volume, porém, trará maior retorno.   Quanto mais especifico for o seu termo, menor será o volume (o que é bom por um lado – ao passo que evita o desperdício de seu orçamento), além de ajudar você a encontrar as “palavras econômicas” que são aquelas cujo o custo por clique é baixo, porém são “certeiras” e trazem elevado número de conversões e vendas.   Também há as situações de palavras não tão econômicas, mas que também são “certeiras”, “clicou comprou”. Se você estiver ganhando cada vez mais dinheiro, com boas margens, importa que a palavra seja um pouco mais cara ?   O investimento e o valor dos cliques é relativo !

No começo do artigo mencionamos a questão das margens e concorrência. Bem, se suas margens são muito pequenas, talvez de fato não compense anunciar no Google.  Por exemplo: Imagine uma empresa que vende canetas BIC a R$ 1,00.    Se este é o único produto comercializado, o ticket médio é R$ 1,00 e o custo da conversão é R$ 5,00, obviamente não compensa.  Claro que esse exemplo é hipotético, mas ilustra algumas situações nas quais a margem do negócio não comporta o investimento no Google.  Quanto mais concorrido e quanto menor a margem, mais haverá o reflexo na viabilidade do investimento.  Mas isso não só para o Adwords, certo ?

No extremo oposto, imagine que uma determinada empresa comercializa apartamentos triplex.   O custo de conversão é R$ 1.000,00.   Apesar de “elevado” cpa, a margem de um imóvel de R$ 1 milhão comporta (ou pelo menos deveria rs).

Por isso o mais importante ao analisar a viabilidade de investimento é determinar o ROI (retorno sobre o investimento), ou, quanto custa para que você conquiste uma nova venda ?   Preciso de 10, 100, 1000 cliques ?   E a partir daí, qual é a sua margem ?   R$ 100, 1000, 10000 ?

Com essas informações fica mais fácil criar metas de conversão e obter o máximo de retorno com o Google Adwords.

google_adwords

Agora que você ponderou se vale ou não apena anunciar no Google, conheça mais sobre os links patrocinados.

Google não exibe mais anúncios na lateral direita

Em fevereiro de 2016 o Google parou de exibir os anúncios do “Adwords”, na lateral direita do buscador. A modificação é resultado de uma extensa pesquisa iniciada em 2010 e foi implementada em todos os idiomas ao redor do mundo. Os anúncios do Google Shopping, entretanto, permanecem sendo exibidos na lateral.

Como era antes da mudança:
Eram exibidos 8 anúncios na lateral direita, até 3 acima dos resultados orgânicos.
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Como ficou após a mudança:
São exibidos até (nem sempre) 4 anúncios acima e 4 abaixo do resultado orgânico.

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A mudança implementada, de acordo com o Google, tem como objetivo aprimorar a experiência do usuário, aproximar a usabilidade do mobile com a do desktop, visto que o volume de buscas realizadas pelo mobile já supera a do desktop.

A demanda por serviços de otimização de sites, especialmente para a implementação de templates responsivos (e mobile friendly), tende a aumentar ainda mais.  Isso porque o Google tem penalizado no resultado orgânico sites que não possuem responsividade, entre outros fatores.   Além disso, a experiência na página de destino também afeta a classificação e o índice de qualidade no Google Adwords.

O efeito colateral da novidade é o provável aumento da concorrência pelas primeiras posições, a qual o Google está classificando como destacado para “anúncios altamente comerciais”.

Embora o aumento do Custo por clique seja esperado, a diminuição da quantidade de “concorrentes” para uma mesma pesquisa pode ter efeito positivo.   Imagine o caso de empresas que anunciam produtos com elevado número de concorrentes, onde antigamente haviam 12 anúncios disputando a atenção do usuário.

Com esse elevando número de opções, os usuários (ou LEADs) abriam janela a janela “realizando cotações por preço” (em muitos casos).   Diversos anúncios já nivelavam para baixo o valor de seus produtos ou serviços, diminuindo ainda mais as possibilidades de oferta de produtos com valor agregado diferenciado (a quantidade limitada de caracteres do anúncio dificulta a diferenciação).

A oportunidade então está em identificar palavras-chaves mais relevantes e especificas para cada tipo de negócio.  Trabalhar intensamente na qualidade da página de destino dos sites, investir em SEO e combinar outras diferentes táticas de atração de tráfego. Ser relevante para o que o usuário está procurando continua sendo o fator mais importante ao planejar ações de atração de tráfego no Google.

A importância do teste AB para otimizar as conversões do seu site

teste-a-bNesse artigo falaremos sobre a importância do Teste AB como ferramenta de auxílio, na identificação da melhor forma de apresentação dos atributos e elementos em um website.   O teste AB pode ser muito útil para ajudar a acabar com as incertezas a respeito de qual elemento e de que forma é possível obter maior resultado.

As vezes somos induzidos a acreditar que determinada frase, cor, elemento do template pode melhorar o retorno obtido em uma página web, porém, nem sempre o que acreditamos ser o melhor, para o usuário de fato é.  Por essa razão é fundamental ter uma base analítica objetiva que ajude na determinação do que de fato é melhor, ou não, para o usuário e principalmente o que traz maior ou menor retorno.

Funcionamento do Teste AB

O funcionamento das ferramentas de teste A/B acontecem da seguinte forma:  Suponhamos que você tenha em seu site, um formulário de contato, com um botão de chamada para a ação com o nome “Enviar”.   Seria melhor manter o nome “Enviar” ou talvez “solicite um orçamento” ?

Podemos fazer um exercício de adivinhação ou tentar usar a experiência de profissionais, porém, um simples botão em uma página web pode ter impactos significativos nos resultados.   Uma forma de eliminar o “achismo” é utilizar o teste A/B.

Você pode fazer uma experiência com 50% das visitas de seu site.  Por exemplo, ao entrar em seu site, 50% das pessoas visualizam o botão “enviar” e 50% “solicite um orçamento”.     Você poderá ver o percentual de pessoas que solicitam um orçamento através do botão “enviar” ou “solicitar um orçamento”.  Se o número de pessoas que solicitam orçamento utilizando uma das opções for significativamente maior,  considere descartar a outra opção.

No teste A/B é importante que cada elemento seja testado individualmente.  Ou seja, você terá certeza, por exemplo, se um botão é mais efetivo ou não do que outro.  Ao passo que se você colocar muitos elementos para testar ao mesmo tempo, mesmo que uma das páginas apresente melhor resultado, você não terá certeza de qual elemento isoladamente contribuiu mais para a melhoria do resultado.

A ferramenta em determinados casos mostrará um resultado do qual não queremos, a princípio, concordar. Entretanto, você terá a sua frente a decisão entre manter a sua ideia e ter um resultado inferior, ou utilizar os resultados da ferramenta a seu favor.

Elementos que geralmente são testados em uma página web:

Botões para chamada de ação (Solicite uma proposta, Solicite um orçamento, Solicite mais informações…)
Títulos da página
Imagens ou vídeos
Conteúdos em texto
Descrições da oferta
Template (Estética dos elementos) e/ou Layout (Posição dos elementos)
Tamanho e campos do formulário
Cores
Indicadores de confiabilidade (testemunhos, certificados, etc.)

Devo testar até quando ?

Em estatística, um intervalo de confiança (IC) é o intervalo estimado onde a média de um parâmetro de uma amostra tem uma dada probabilidade de ocorrer. Comumente define-se como o intervalo onde há 95% de probabilidade da média verdadeira da população inteira ocorrer“.  Wikipedia.
Em linhas gerais recomenda-se que o teste seja feito com a maior amostragem possível.   Isso se deve ao fato de que se você jogar uma moeda para o ar, a probabilidade de cair cara ou coroa será sempre de 50%.  Quanto maior for a amostragem e quanto maior for a diferença entre os resultados, mais confiável será o seu resultado.

Abaixo colocamos o link para uma calculadora que pode ajudar a determinar a confiabilidade de seu resultado.

Calculadora: //drpete.co/split-test-calculator

Para saber mais:
Ferramenta Google Analytics (pode ser utilizada para auxiliar o teste AB).
//support.google.com/analytics/answer/1745147?hl=pt-BR&ref_topic=1745207&rd=1