Marketing Digital

Como reduzir a taxa de rejeição de um site?

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Como diminuir a taxa de rejeicao

A taxa de rejeição, de forma simples, é a porcentagem de visitas que o usuário sai de seu site sem visitar nenhuma outra página.

Pretendemos abordar neste artigo uma das métricas mais importantes na otimização da conversão de seu site, a taxa de rejeição. Isso porque quando a taxa de conversão de seu site está baixa o usuário não está completando nenhuma ação ou objetivo que você determinou. Observando a taxa de rejeição do seu site é possível obter insights para otimizar o engajamento dos usuários e por consequência, aumentar a taxa de conversão.

Trabalhar o engajamento do usuário é uma das diretrizes mais valorizadas do Google e dos profissionais de SEO. As visitas únicas farão pessoas conhecerem o seu site já as visitas recorrentes trarão conversões.

Como o Analytics calcula a taxa de rejeição?

O Google Analytics calcula a taxa de rejeição de duas maneiras, taxa de rejeição da página e taxa de rejeição do site.

Taxa de rejeição da página = Total de usuários que saíram da página/Total de usuários que entraram na página

  • Saídas são definidas como o número de visitas de páginas únicas resultado de uma página em que apenas uma solicitação foi feita para o servidor do Analytics.
  • Entradas são definidas como o número de visitantes que entraram em seu site pela página.

Taxa de rejeição do site = Total de usuários que saíram ao longo de todas as páginas do site/Total de usuários que entraram ao longo de todas as páginas do site

Funcionamento do Google Analytics e a taxa de rejeição

Google Analytics

O Google Analytics grava dados desde a entrada e saída da página até as interações sociais que são feitas no site. Toda vez que uma pessoa entra no site, o código do Google Analytics solicita um arquivo que enviará os dados para o servidor do Google contendo as interações com o site, likes e shares, tempo de permanência, etc.

Portanto, todos os dados dos usuários que são obtidos no Analytics pelo site é feito através de um código que envia para o servidor do Google. Esse código chamado de GIF, consegue gravar as seguintes interações nos sites:

  • Dados de visualizações de página (visitas, tempo de permanência, etc)
  • Dados de E-commerce (ID de transação, código do item, etc)
  • Interações Sociais (Likes e shares do Facebook, +1 do Google, Tweets, etc)
  • Detalhes de eventos (Cliques em botões, cliques em links externos, etc)

Além do código do Google Analytics, os códigos de E-commerce, Interações Sociais e Detalhes de Eventos também podem solicitar esse arquivo GIF.

O fato dos códigos solicitarem o arquivo GIF tem uma grande conexão com a taxa de rejeição do site. Isso porque, o Google Analytics conta como uma saída sem interação quando o GIF é solicitado apenas uma vez (GIF de visualização de página) quando o usuário entra no site.

“O fato do GA considerar rejeição como apenas 1 solicitação é muito importante porque, caso haja mais de uma mesma tag do Google Analytics instalada em seu website, haverão 2 solicitações de visualização de página e, portanto, não haverá taxa de rejeição contabilizada.”

Sendo assim, podemos exemplificar alguns casos em não são contabilizados como uma rejeição, como quando o usuário entra em uma página e assiste um vídeo (clique em botão) ou quando o usuário gosta de um artigo em um blog e compartilha com seus amigos (share do Facebook). Isso porque, nessas interações, além da visualização de página, houve mais uma solicitação de GIF.

Como analisar a taxa de rejeição?

Antes de fazer a análise da taxa de rejeição é importante considerar que não há um percentil de taxa de rejeição boa ou ruim. Tudo vai variar de acordo com o tipo de website, setor e propósito, e então, ajustar o conteúdo do seu site de acordo com o indicador da taxa de rejeição.

Os blogs, por exemplo, possuem uma taxa de rejeição maior pois as pessoas costumam ler os artigos seja pelo feed ou pela busca orgânica e sair do site. Entretanto, uma taxa de rejeição muito baixa como 10% pode indicar problemas técnicos do site, como por exemplo, tags duplicadas.

Ao analisar a taxa de rejeição de um site, considere alguns tópicos relevantes como:

Intenção/comportamento do usuário

Procure identificar qual é o comportamento dos visitantes do site, observe os mapas de calor da página e veja o que os visitantes estão procurando no site.

A taxa de rejeição de um site tende a ser alta quando um usuário acessa buscando uma informação e não a encontra.

Outro fator que aumenta a taxa de rejeição é uma experiência de usuário baixa em que o visitante não tem nenhum incentivo para continuar a navegar no site.

Tipo do website

Assim como os blogs tendem a ter uma taxa de rejeição alta, outros tipos de site com uma estrutura similar podem contribuir à uma taxa alta como e, não necessariamente, indica que o site está ruim.

Uma landing page com apenas um formulário de inscrição por exemplo, possui uma taxa de rejeição alta. Em contraposição, um e-commerce tende a uma taxa de rejeição menor.

Tipo e qualidade da Landing Page

O tipo da Landing Page influencia na taxa de rejeição da página, por exemplo, uma página de contato tem uma taxa de rejeição elevada, uma vez que, os usuários estão buscando telefone ou endereço da empresa e quando encontram, saem do site.

A página de eletrodomésticos tem uma taxa menor, já que os usuários estão vasculhando o site a procura de geladeiras, microondas, etc.

Ao mesmo tempo que, uma landing page muito poluída não costumam agradar os olhos dos usuários e por consequência aumentando a taxa de rejeição.

Sites mobile

Com a tendência crescente de usuários de celulares, não é preciso dizer que os celulares em pouco tempo serão a maioria dos usuários online. O Google sabe disso, tanto que otimizações de site mobile passaram a ser um dos fatores de ranqueamento de SEO.

Site Mobile

Portanto, se os dispositivos que acessam o site são celulares e ele não está otimizado para esse público, a taxa de rejeição será maior.

Como diminuir a taxa de rejeição do Google Analytics?

O diagnóstico para reduzir a taxa de rejeição não deve começar com a ideia de saber qual é a taxa de rejeição de seu site. E, sim, estar pautada nos diferentes canais que estão trazendo o tráfego ao seu site.

Diferentes canais trazem taxas de rejeições diferentes, postagens nas redes sociais terão uma taxa de rejeição maior que o tráfego orgânico e pago, por exemplo. Pois, os usuários das redes sociais irão acessar o site pelo link, verificar o conteúdo e voltar para o Facebook, Instagram, etc.

Confira as dicas para diminuir a taxa de rejeição do Google.

Foque nas palavras-chave relevantes em suas campanhas

Seja nas campanhas de tráfego orgânico quanto nas campanhas de PPC como o Google Ads, manter o foco em palavras-chave que são relevantes para o site é a maneira mais simples e efetiva de trazer resultados para as campanhas e para reduzir a taxa de rejeição.

É muito comum encontrar campanhas que estão abordando muitas palavras-chave que trazem tráfego ao site que, porém, não são de qualidade. O resultado disso é um aumento na taxa de rejeição e desperdício de orçamento.

Trabalhe na velocidade do carregamento do site, desktop e mobile

Os visitantes demoram menos de 8 segundos para determinar se gostaram do seu site e ficarão ou vão sair do site. Portanto, o processo de decisão do visitante é muito rápido e caso o site demore para carregar, é muito provável que ele irá sair do site.

O próprio Google possui uma ferramenta para otimização da velocidade do site onde é possível encontrar dicas de como obter a nota máxima da velocidade do site.

Apesar da velocidade de carregamento exercer um papel fundamental na experiência do usuário e diminuindo a taxa de rejeição, o layout do site que traz um conteúdo interativo e atraente também influencia na taxa de rejeição.

Layout

Landing Pages relevantes

O conteúdo que os usuários que estão visitando o site deve buscar responder ao problema que eles possuem. Quanto menor for esse gap entre a intenção de pesquisa e o conteúdo oferecido, mais atraente será esse conteúdo e a chance de engajar o usuário com outros conteúdos do site.

Ajustar a taxa de rejeição do site

Como mencionado anteriormente, o Google Analytics conta como uma rejeição quando apenas um GIF é solicitado. O problema disso é que muitos usuários, principalmente de blogs, consumiram o conteúdo presente na postagem e que porém, não interagiram com nenhum botão, foram para outras páginas, etc.

Isso não deveria ser contabilizado como uma rejeição, pois, o visitante pode ter lido todo texto de uma postagem e saiu do site.

Uma das maneiras de contornar esse problema é instalando um trecho no código do Google Analytics que enviará uma solicitação GIF em um período de tempo, logo, caso o usuário permaneça lendo o artigo por mais de 10 segundos por exemplo, não será contabilizado como uma rejeição.

Para isso basta adicionar o seguinte trecho antes do final </script> do código do Analytics.

setTimeout(“ga(‘send’,’event’, ‘engajamento’,’Tempo na Página Acima de 10 Segundos’)”,10000);

Nesse caso foi configurado o tempo na página de 10 segundos, onde ‘10000’ foi dado 10 segundos em milisegundos. É possível alterar o tempo para 1 minuto, basta alterar o valor de ‘10000’ para ‘60000’.

Logo o código irá ficar da seguinte maneira:

<!– Global site tag (gtag.js) – Google Analytics –>
<script async src=”//www.googletagmanager.com/gtag/js?id=UA-XXXXX”></script>
<script>
window.dataLayer = window.dataLayer || [];
function gtag(){dataLayer.push(arguments);}
gtag(‘js’, new Date());

gtag(‘config’, ‘UA-XXXXX’);
setTimeout(“ga(‘send’,’event’,’engajamento’,’Tempo na Página Acima de 1 minuto’)”,60000)
</script>

Por que contratar uma agência de marketing digital?

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Por que contratar uma agência em marketing digital

As empresas ainda possuem incerteza ao tomar uma decisão de externalizar o Marketing Digital. Por conta do conservadorismo, demoram à adotar novas estratégias para seu negócio ou têm medo de terceirizar algumas atividades.

Porém, às vezes, essa pode ser a melhor opção para sua empresa fazer. Isso porque a manutenção de uma equipe de marketing digital pode ser muito custosa para seu negócio ou sua equipe não possui o expertise suficiente.

São inúmeras as questões que fazem as pessoas considerarem trazer uma equipe de Marketing Digital para dentro da sua empresa ou terceirizar esse tipo de atividade.

Antes de abordarmos as questões sobre externalização dessa atividade, o que seria uma agência de Marketing Digital?

O que é uma agência de Marketing Digital?

As agências de Marketing Digital realizam atividades nos canais online para empresas que desejam alcançar potenciais clientes por meio dessas mídias. Existem diversos tipos de canais que as agências podem se especializar como por exemplo o Links Patrocinados, Social Media, E-mail Marketing, SEO, Digital Influencers, etc.

Por conta desse grande quantidade de canais, as agências de Marketing Digital podem se especializar nos principais canais. Esses canais possuem certificações que são concedido às agências para garantir que elas possuem o conhecimento necessário para atuarem de forma efetiva nessas mídias.

Enfim, podemos citar alguns motivos para contratar uma agência de Marketing Digital.

Motivos para contratar uma agência de Marketing Digital

Motivos agência de Marketing Digital

Acesso limitado às ferramentas de Marketing Digital

Utilizar ferramentas para diagnosticar suas campanhas online ajudam a trazer informações fundamentais para o desempenho de seu negócio. O problema é que, certas ferramentas são caras e contratar novas ferramentas pode ser um tiro no escuro pois, elas podem não exercer completamente a solução que seu departamento precisava.

Por conta disso, contratar uma agência de Marketing Digital pode livrar as preocupações de encontrar ferramentas que irão trazer resultados para sua empresa.

Branding Corporativo

Trabalhar com estratégias em multicanais não é uma tarefa fácil. Agendar postagens em todas as redes sociais, responder comentários, desenvolver campanhas, criar anúncios, controlar o orçamento, tudo isso alinhado à estratégia de marca da empresa. Todas essas tarefas podem ocupar muito tempo para planejar e executar.

A agência de Marketing Digital pode auxilar a empresa a  desenhar e alinhar essas estratégias de marca com os canais online disponíveis.

Crescimento do negócio

Crescimento

A agência de marketing digital possui o conhecimento necessário para fazer o que precisa para o negócio se desenvolver por meio das mídias digitais. Caso a empresa esteja ganhando tamanho, talvez o mesmo modelo de Marketing Digital que ela vem fazendo nesses últimos anos não seja mais adequado.

Sendo assim, a agência pode auxiliar a construir um novo website com melhores recursos e investir em novas mídias que se adequem melhor às soluções que a empresa oferece.

Baixo desempenho da equipe de vendas

Citamos alguns sinais que os leads não estão prontos para venda, isso pode ser porque a estratégia de Marketing de Inbound pode estar levando leads que não estão “quentes” o suficiente para sua equipe de vendas trabalhar, ou porque os leads que estão entrando pelos canais online não estão com o perfil ideal.

Talvez seja necessário que a estratégia da empresa precise ser revisada para trazer clientes que possuem um “fit” melhor ao perfil que a empresa espera. Assim, a equipe de vendas não precisa perder tempo e recurso com clientes que não irão fechar negócio.

Novas ideias

Para manter o público engajado e fidelizar os clientes a criatividade e rotina devem fazer parte do negócio. Trabalhar com redes sociais exige um grande esforço para estar por dentro das novidades. Isso pode ser desgastante para a empresa manter esse ritmo trazendo novas ideias o tempo todo.

Trazer novas ideias de outros lugares pode ser uma boa opção nessas situações, isso pode ser realizado com auxílio de uma agência.

Conteúdos Atualizados

As boas práticas de SEO recomendam que os conteúdos estejam sempre atualizados, isso porque, o Google favorece usuários engajados e, conteúdos atualizados estão sempre fornecendo informações relevantes que estão acompanhando as novidades do mercado.

Isso também se aplica às redes sociais que devem ter uma regularidade de postagem para que os visitantes deem credibilidade à empresa. Um website ou Facebook que a última postagem foi feita a 3 anos atrás tem um impacto negativo pois o negócio pode estar fechado ou indica um abandono da empresa.

O negócio que encontra problemas com esse tipo de situação seria bom avaliar a contratação de uma empresa terceira para cuidar das mídias digitais.

Falta de mão-de-obra interna

A princípio o Marketing Digital pode parecer simples de se fazer, porém, é preciso de toda uma equipe para realizar de forma efetiva. Por exemplo, para uma estratégia de SEO é necessário de ter um conhecimento técnico para garantir as diretrizes do Google, design para produzir imagens e infográficos e escrita para produzir textos.

Pelo menos 2-3 profissionais qualificados são necessários para execução dessa estratégia. Isso sem contar o desenvolvedor de site, redes sociais, necessários para manutenção de outros canais de Marketing Digital.

Contratar uma empresa terceirizada para o Marketing Digital garante que tudo esteja sendo coordenado por pessoas especializadas.

Acompanhamento de Métricas

Coletar e analisar as informações sobre as campanhas de marketing é intrínseco para qualquer negócio. Isso porque a empresa deve analisar o que funciona e o que não funciona para direcionar os esforços e encontrar novas estratégias.

Portanto, se a análise de métricas está sendo deixada de lado para focar em outras tarefas, talvez seja importante considerar uma outra empresa para lidar com esse tipo de atividade.

 

Como identificar um lead que ainda não está pronto para comprar?

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Como identificar um lead que ainda não está pronto para comprar

A prospecção de leads feita por cold calls antigamente levava o profissional a fazer ligações buscando fechar a venda com um lead a todo o custo. Atualmente, as novas formas de trabalhar os leads estão mudando como as empresas estão desenvolvendo essas ações.

No marketing digital é possível minimizar os esforços para focar em leads que estão mais propensos a fechar uma venda através de um bom funil de vendas. Assim, a equipe do comercial pode concentrar seu tempo apenas em clientes em potencial enquanto a equipe de marketing trabalha “esquentando” os leads.

Há muitas formas que o marketing digital trabalha para nutrir leads. Fazendo com leads que os que não estejam interessado no primeiro momento possam considerar o seu produto ou serviço em uma segunda oportunidade.

Apesar de tudo isso estar sendo feito para trazer os leads mais qualificados para fechar uma venda, ainda assim é possível que os leads entregues à equipe comercial não estejam prontos. Assim sendo necessário voltar esses leads para o funil.

Vantagens de identificar leads não preparados

Existem alguns motivos para a equipe identificar os leads que não estão preparados para o contato de vendas.

  • Se o profissional de vendas utiliza seu tempo e recursos para conversar com um cliente que ainda está em processo de decisão ou tem uma probabilidade baixa de fechar a venda, é possível que surja um gargalo e sobrecarregando a equipe de vendas. A contratação de mais pessoas para a equipe gera um custo adicional, isso eleva o custo da venda desnecessariamente.
  • A equipe que trabalha com clientes que tem maior potencial de fechar vendas é motivada pelo sucesso. Isso além de tornar as conversas com os clientes mais agradáveis, também aumenta a produtividade dessas pessoas.
  • Identificar leads contribui para que sua equipe otimize o seu tempo apenas nos que possuem potencial de fechar contratos. Quanto mais “quente” estiver os leads, menos a necessidade de entrar em contato e mais negócios são fechados.

Sinais que os leads não estão prontos para venda

É possível identificar alguns sinais que caracterizam os leads como “frios” e devem ser evitados:

Leads fora do alcance

Fora de alcance

A proposta que o lead deseja de sua empresa está fora do que o vendedor pode oferecer e não trazem retorno ao seu negócio.
Embora o vendedor deve tentar convencer o lead a trazer uma venda, quando fica claro que a proposta não é viável, a insistência apenas estará ocupando o tempo de sua equipe.

Baixo poder de decisão

O tamanho da empresa pode indicar que o processo de decisão pode levar várias etapas antes de finalizar um contrato. Isso porque quanto menor for o cargo da pessoa menor é a probabilidade de conseguir fechar uma venda, isso porque a proposta deve ser discutida pelos superiores até chegar à diretoria.

Sendo assim, quando o cliente não tem o poder suficiente de decisão e tem muitos empecilhos para levar para os tomadores de decisões é pouco provável de fechar um negócio.

Problema não está claro

É muito comum potenciais clientes entrarem em contato buscando reunir informações sobre o seu serviço/produto. Esses clientes, as vezes, não tem um problema muito claro do que os serviços/produtos da empresa pode solucionar. O papel do vendedor é tentar esclarecer o que a empresa pode oferecer e identificar quais são as “dores” do cliente que podem ser solucionadas.

Caso o problema do cliente ainda não está claro para ele, pode ser muito custoso ocupar o tempo de sua equipe para mostrar valor para o cliente. Sendo assim, a melhor opção seria devolvê-lo ao funil para “esquentar” esse lead novamente até que esteja claro o problema do cliente.

Solução parcial

Outro fator que pode fazer com que seu lead precise subir no funil de marketing novamente é quando a solução que seu produto/serviço oferece resolve apenas uma parte do problema do cliente. Se o que a empresa oferece é apenas uma parte da solução, o cliente irá precisar entrar em contato com outras empresas para conseguir solucionar o seu problema, provavelmente ele não vai querer fechar o negócio.

Baixo fit do cliente com a empresa

A equipe de vendas podem receber também leads que não estão no perfil da empresa, é possível que ele se torne um futuro cliente de sua empresa, porém, para que isso aconteça o lead deve estar muito interessado para que esse “gap” da empresa e o cliente seja compensado. Quando há uma diferença muito grande, qualquer empecilho que possa surgir irá colocar a negociação em pausa.

Ausência de plano

Os leads também podem estar procurando a solução de um problema quando a ideia do projeto ainda não está devidamente maturada. Isso resulta em um grande esforço vindo do vendedor para conseguir fechar a venda pois o lead precisará de seu auxílio para solucionar seus problemas.

Conexão vendedor e comprador

Conexão vendedor e comprador

A conexão entre o vendedor e o comprador é necessária para que o processo de venda se desenvolva. Quando essa conexão não é estabelecida entre os dois é muito difícil para o vendedor conseguir concluir o seu objetivo.

Problema “ausente”

Acontece situações em que o problema na verdade não é um problema ou traz consequências muito pequenas para o cliente. E, se a solução que é oferecida não resolve um problema do cliente é muito provável que o processo de vendas seja deixado de lado ou que ele deixe de ser um cliente quando for feito uma redução de custos.

Cliente “vendido”

É muito comum as pessoas investigarem as propostas do concorrente para avaliar as opções da outra empresa. O lead já tomou a decisão de escolher uma outra empresa para prestar serviços e só está monitorando os benefícios de outras empresas.

Problema facilmente resolvido

É possível que a empresa de seu lead já tenha recursos o suficiente para lidar com boa parte do problema. Caso a empresa não tem a necessidade de utilizar a capacidade que seu produto/serviço possa oferecer é muito provável que ela ache que consegue lidar com esse problema sozinho e dispense a necessidade de terceiros.

Leads “sonda”

Esses leads não estão interessados no produto/serviço da empresa, eles estão apenas interessados na forma de funcionamento da empresa. É comum encontrar leads que estão mais interessados em questionar sobre o funcionamento dos processos de vendas da empresa, quais são os tipos de empresas que são clientes da empresa, etc. Caso haja um lead com este perfil, provavelmente ele nunca será de fato um cliente sendo necessário romper o contato com esses leads.

Comunicação não é clara

O lead não está sendo claro qual é o objetivo e problemas que ele está buscando através da empresa, responde às perguntas de forma evasiva, não faz perguntas a respeito do produto/serviço. Esses leads podem requisitar um grande tempo no processo de vendas, vale considerar se vale o tempo investido para conquistar esse tipo de lead.

Google Tag Manager: O que é e como funciona?

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Google Tag Manager

O gerenciador de tags do Google, Google Tag Manager, é uma ferramenta utilizada para facilitar a implementação e manutenção de tags em sites. Com ela é possível facilmente instalar e remover tags sem a necessidade de alterar o código de seu site.

Deseja saber mais sobre o Google Tag Manager? Confira!

  • O que é o Google Tag Manager?
  • Como utilizar o Google Tag Manager?
  • Quais as vantagens do Google Tag Manager?
  • Como instalar o Google Tag Manager?

O que é o Google Tag Manager?

O Google Tag Manager ou GTM oferece uma solução para gerenciamento de tags de marketing (códigos de programação, restreamento) em seu website ou aplicativo sem a necessidade de alterar o código do site.

De forma simples de explicar o funcionamento, ao instalar o Tag Manager em seu site, as informações registradas no site se comunicam com outra fontes de dados (como por exemplo, o Analytics ou Pixel do Facebook) através do GTM.

O grande benefício de tudo isso é a possibilidade de gerenciar diversas tags em uma única plataforma, assim, não é necessário que um programador tenha que implementar as tags, tornando a tarefa mais simples e rápida.

A ferramenta é gratuita e permite a vinculação direta com outra ferramentas do Google e de parceiros.

Como utilizar o Google Tag Manager?

Para configurar uma tag no Google Tag Manager são necessárias 3 etapas.

  1. Tags
  2. Acionadores
  3. Variáveis

1.Tags

As tags são trechos de códigos de terceiros utilizados para se comunicar com o site instalado. A tag, por exemplo, pode ser um código do Google Analytics necessária para que o Analytics obtenha dados dos usuários em seu website.

Tag Analytics

2.Acionadores

Acionadores, ou gatilhos, são formas de ativar as tags instaladas. Os acionadores podem ser configurados para ativar as tags por meio de um carregamento de página, como uma página de obrigado, cliques em botões, como um botão de formulário, etc.

Acionadores

3. Variáveis

As variáveis são informações adicionais que o Google Tag Manager pode precisar para ativar a tag e os gatilhos. Como por exemplo as variáveis abaixo.

Variáveis

Sendo assim, para instalar uma tag no Google Tag Manager, primeiramente é necessário criar uma nova tag.  Na configuração da tag você pode escolher uma das ferramentas vinculadas com o GTM ou um HTML Personalizado. Após a configuração da tag há a opção para configurar um acionador, este será o responsável para ativar a tag instalada. Somente com a tag e o acionador configurados o funcionamento da tag estará completo, você pode configurar também as variáveis caso necessário.

Quais as vantagens do Google Tag Manager?

Além de ser uma ferramenta gratuita, o Google Tag Manager permite que qualquer pessoa consiga instalar tags em seu website, sem a necessidade de um desenvolvedor. Isso torna a ferramenta praticamente fundamental para os profissionais de marketing que precisam definir ações de conversões nos sites.

O GTM possui integração com diversos outros recursos do Google e parceiros e, permite também que recursos de outras empresas também possam ser instalados em seu site.

Outra vantagem de utilizar o Google Tag Manager é a possibilidade de gerenciar diversas contas, assim, caso você possua vários sites ou trabalhe com muitos clientes, o GTM pode facilitar a gestão de tags instaladas nos sites.

Como a instalação e desinstalação de novas tags é simples e rápida, é possível realizar testes com novos recursos, como por exemplo, chats em tempo real, para identificar melhorias de performance de seu site. Dentro da plataforma também é possível visualizar as alterações feitas nas tags e restaurar a partir de um backup salvo toda vez que uma alteração é feita.

Nós fizemos um artigo também sobre o conversion linker do Google, que através do GTM é possível vincular as conversões aos sistemas operacionais da Apple, assim aumentando a janela de conversão para mais de 30 dias, ao invés da janela de 1 dia da Apple.


Como instalar o Google Tag Manager

Para a instalação do Google Tag Manager é necessário instalar o código em todas as páginas do website. Sendo assim, talvez seja necessário pedir para o desenvolvedor de seu website para instalar o código.

Na parte superior há a identificação de sua conta identificado como GTM-XXXXXX, onde o X são números e letras aleatórios. Clicando nessa tela abrirá uma janela com instruções e o código do Google Tag Manager.

Identificador GTM

O código é dividido em duas partes, uma para ser instalada na parte superior das páginas do site, logo após a tag de <head>, e outra para ser instalada logo após a tag de <body> do site.

Tag GTM

Após a instalação no site o Tag Manager estará pronto para ser utilizado. Para verificar se tudo foi instalado corretamente a extensão do Crome “assistente de tags” do Google pode auxiliar a identificar possíveis problemas.

Instagram para empresas: Qual a diferença?

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Instagram para Empresas

Entre as redes sociais mais populares do momento está o Instagram, comprovando o ditado que uma imagem vale por mil palavras. Afinal, atualmente, o Brasil já conta com mais de 35 milhões de usuários, por isso, muitas empresas tem se interessado no seu uso.

Percebendo essa demanda do meio corporativo, a rede social, que faz parte do mesmo grupo que o Facebook, desenvolveu uma funcionalidade destinada a esse segmento. Ideal para promover marcas de diferentes segmentos de mercado, mostra muitas vantagens.

Quer saber quais são elas e como funciona? Então, continue lendo este artigo e descubra tudo sobre Instagram para empresas: qual a diferença das contas tradicionais e demais informações importantes contidas nos tópicos a seguir:

  • O que é Instagram para empresas
  • Como funciona o Instagram para empresas
  • Vantagens do Instagram para empresas
  • Como ter um perfil da sua empresa no Instagram

O que é Instagram para empresas

O Instagram para empresas ou Instagram for Business é uma conta que serve para quem tem um negócio e deseja usar a rede social para promover os seus produtos e serviços. E mesmo depois de migrar para esse tipo de perfil continua sendo muito fácil o seu uso.

A diferença é que o Instagram para empresas oferece funcionalidades específicas que contribuem para interagir com o público alvo. Também possibilita à empresa medir com mais assertividade o alcance da sua estratégia de Marketing Digital, tornando viável avaliar os resultados.

Além disso, ao ter um perfil corporativo, a marca ganha maior credibilidade e confiança dos seus consumidores em potencial. Isso porque é uma forma de mostrar maior profissionalismo.

Afinal, em redes sociais, a informalidade parece comandar as relações, mas quando marcas desejam se promover com seriedade é importante conferir às publicações um tom diferenciado, ao mesmo tempo em que se mostra acessível e moderna.

A credibilidade é reforçada com as informações extras que aparecem na sua conta do Instagram, como endereço físico, telefone para contato e e-mail da empresa. Com isso, a sua marca promove ainda a diversificação na maneira como pode ser contata.

Como funciona o Instagram para empresas

O Instagram para empresas serve apenas para perfis corporativos, dessa forma, celebridades e influenciadores digitais devem manter as suas contas tradicionais. Além disso, para criar esse tipo de conta a empresa deve ter uma fanpage, a página do Facebook.

Quem ainda não tem, aproveita o ensejo para criá-la, já que é um recurso interessante para promover marcas no ambiente digital. Desse modo, pode-se dizer que assim como o Instagram for Business dá credibilidade à empresa, o mesmo ocorre no Facebook com a fanpage.

E já que a página no Facebook é integrada ao Instagram para empresas, é possível usar sua conta de anúncios do Facebook Ads para promover posts no Instagram. Para gerenciar a conta do Instagram podem ainda ser utilizadas as permissões disponíveis na rede social parceria.

Esse é um ponto fundamental, uma vez que, ao apostar na rede social para promover os seus produtos e serviços, é preciso delegar a função de alimentá-la. Assim, terá sempre informações relevantes para alcançar o seu público e criar uma audiência no mundo virtual.

Vantagens do Instagram para empresas

Vantagens Instagram

São muitas as vantagens em criar um perfil no Instagram para empresas. Veja quais são as principais:

  • A rede social é, a cada dia, mais usada e procurada pelos internautas, que aderiram de vez à comunicação audiovisual;
  • Por se tratar de um aplicativo móvel, é acessado por um grande número de usuários todos os dias, em diferentes horários, por conta da sua facilidade e acessibilidade, mesmo durante os deslocamentos;
  • O Instagram oferece conteúdo aos seus usuários tendo como base os seus interesses. Para empresas, essa estratégia de comunicação garante um engajamento mais eficiente;
  • O Instagram para empresas, assim como o uso da rede social para todos os usuários, é gratuito;
  • Embora exija profissionais qualificados, a produção e a publicação em si de conteúdos possui baixo custo;
  • O Instagram for Business é integrado a outras redes sociais além do Facebook, como o Twitter, o Foursquare, o Tumbler e o Flickr;
  • Ao usar uma conta corporativa, é possível ter acesso a diferentes métricas e estatísticas. Entre elas, impressões, atividades do seguidor, alcance, cliques no site e outros, assim, consegue-se analisar os resultados do uso da rede social;
  • O Instagram oferece para as empresas os dados demográficos da sua audiência, incluindo, gênero, idade, localização, etc. Isso permite conhecer melhor a sua audiência e atender as suas necessidades de forma mais adequada;
  • Usuários da rede social podem entrar em contato diretamente com a empresa que possui a conta diferenciada.

Como ter um perfil da sua empresa no Instagram

Empresa Instagram

Se a sua empresa já usa o Instagram para interagir com o seu público alvo, mas ainda não tem uma conta corporativa a migração é bastante fácil. Basta acessar as configurações da rede social e escolher a opção “Mudar para perfil comercial”.

Depois, é preciso apenas seguir algumas instruções para concluir o procedimento. Já se a sua empresa ainda não faz uso da rede social, o primeiro passo é fazer o download do app, que pode ser utilizado tanto no Android quanto no iOS.

O melhor é que isso seja feito no smartphone corporativo, assim, o uso do Instagram já inicia de maneira mais profissional. Depois de instalar o aplicativo e acessá-lo, é preciso informar os dados da sua empresa para realizar o cadastro.

Se o seu negócio já possui uma conta no Facebook, é possível realizar o login por ele mesmo, o que torna o passo a passo muito mais simples. O passo seguinte é definir o nome de usuário do perfil que, nesse caso, deve ser o nome da sua empresa.

Na sequência, é necessário eleger a imagem de perfil, que deve ter boa qualidade, sendo que o tamanho recomendado é 110 × 110 pixels. Aqui, a dica é usar a logomarca do seu negócio. Em seguida, é preciso escrever a bio da sua empresa, com um resumo sobre a atividade da marca.

Na bio é possível incluir um link, então, coloque do site da sua empresa. E mãos à obra!

O que é CPC? Qual a sua importância nas campanhas online?

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O que é CPC

CPC ou Custo por Clique é uma métrica bastante eficiente e vantajosa utilizadas em anúncios virtuais, como acontece no Google Ads. No entanto, hoje em dia, outras plataformas já aderiram ao CPC.

É o caso de redes sociais como o Facebook, o Twitter e o Instagram, nas quais também é possível pagar pelo anúncio só quando um usuário clica no link da sua mídia. Assim, além de ter um preço mais justo, o anúncio ajuda a identificar os resultados junto ao público.

E se você quer saber mais sobre o assunto, continue lendo este artigo e saiba tudo a respeito de o que é CPC? Qual a sua importância nas campanhas online? Para tanto, confira as informações contidas nos tópicos a seguir:

  • Como funciona o CPC?
  • Vantagens do CPC
  • Como o CPC é calculado?
  • O que o CPC indica?

Como funciona o CPC?

O Custo por clique ou CPC se tornou uma das formas essenciais para se calcular o retorno de campanhas de Marketing Digital em mídias pagas. Essa métrica pode indicar qual é o custo máximo que sua empresa está disposta a pagar para conseguir trazer o maior retorno sobre o investimento.

Vantagens CPC

Campanhas de CPC do Google Ads podem ser os links patrocinados que aparecem no topo dos resultados de pesquisa. Esses anúncios surgem sempre que o usuário digitar no buscador as mesmas palavras chaves que o anunciante definir para sua campanha.

Por exemplo, se uma loja que vende eletrodomésticos anunciar no Google Ads, ela pode escolher entre as palavras-chaves termos como “fogão 4 bocas”, “ar condicionado split”, “refrigerador Brastemp”, etc. Elas devem ter relação com o que é vendido na sua loja.

Assim, quando o usuário digitar essas palavras, o anúncio da loja ganha destaque na pesquisa. No entanto, apenas se esse consumidor clicar no link patrocinado o Google desconta o valor do clique do investimento total feito pelo anunciante.

Vantagens do CPC

Já que o anúncio do tipo CPC só é pago à medida que recebe cliques, quem anuncia consegue prever quantos cliques vai durar o seu anuncio na plataforma escolhida para anunciar. Além desse, o mecanismo oferece muitas vantagens para uma campanha de marketing digital.

Entre elas, conseguir medir com mais clareza os resultados obtidos com os seus anúncios, ou seja, quantos usuários exatamente clicaram no seu link. Desse modo, é possível ainda analisar o impacto que a mídia do seu negócio provoca nas pessoas.

Afinal, se um determinado número delas clicarem no seu site em um determinado período de tempo, mas nesse mesmo prazo não houver nenhuma venda, por exemplo, significa que o anúncio não é atrativo o suficiente.

Claro que para chegar a essas conclusões é preciso incorporar essa estratégia na sua campanha de marketing e acompanhar todos os resultados. Outra vantagem do CPC é a possibilidade de estabelecer uma meta de cliques desejados.

Com isso, você pode calcular o custo de campanha previamente, evitando extrapolar o seu orçamento. Portanto, esse tipo de anúncio é útil não só para aumentar a conversão de vendas do seu negócio, como também para obter um maior tráfego em seu site ou blog.

Como o CPC é calculado?

Calcular CPC

A forma como o CPC é calculada é bastante simples. Para calcular, basta dividir o custo total pelo número de cliques que o mesmo recebeu.

Com isso, pode-se dizer que, por exemplo, se você investir R$ 1.000 em links patrocinados e sua campanha obteve 2500 cliques, seu custo por clique foi de R$0,40.

Em geral, o valor do clique é definido por meio de diferentes aspectos, como o tipo de anúncio, o produto ou serviço anunciado e a audiência que se quer atingir. Com o CPC, portanto, é possível executar uma campanha de marketing mais assertiva.

Afinal, você sabe exatamente quanto está custando para cada pessoa que acessar o seu site e avaliar se esse custo está valendo a pena. Quem está começando a usar a internet para divulgar a sua marca pode iniciar investindo valores baixos nos anúncios.

E conforme os resultados, aumentar ou não, o dinheiro gasto com o link patrocinado. É possível, inclusive, perceber quando a campanha não está oferecendo os resultados previstos. Com isso, basta você mudar a abordagem para atrair e conquistar o seu público alvo.

O que o CPC indica?

Agora que você já sabe o que é CPC e qual a sua importância nas campanhas online pode apostar nesse tipo de anuncio e acompanhar os resultados para verificar diferentes informações. Afinal, o CPC indica:

  • Quantas pessoas clicaram no seu anúncio;
  • Como foi a interação da pessoa que clicou com a sua mídia;
  • Quanto custa o clique de cada usuário da plataforma;
  • Quanto tempo dura o seu anúncio na plataforma;
  • Quanto reservar para as campanhas de marketing com CPC;
  • Quais são as palavras-chaves que mais atraem no seu segmento;
  • Quando as suas ações de marketing são mais atrativas.

Essas e outras informações são possíveis de obter porque as plataformas que disponibilizam o anúncio do tipo CPC também contam com relatórios para que você possa acompanhar e analisar os resultados. Assim, é possível ajustá-lo de acordo com a necessidade.

 

Marketplace: O que é, como funciona e como anunciar

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Marketplaces

Ter uma loja virtual se transformou em uma tendência nos últimos anos, já que, cada vez mais, os consumidores aderem às compras online. Além de ser prático e seguro, na internet é possível escolher entre uma grande variedade de produtos do conforto do seu lar.

E, o melhor, muitas vezes, os preços praticados pelo e-commerce são mais baixos, o frete é mais em conta e a mercadoria chega na porta do seu endereço. Todas essas vantagens estimulam muitas lojas físicas a venderem na internet também.

Além disso, muitos empreendedores novos estão abrindo o seu primeiro negócio na internet. No entanto, em praticamente todos os segmentos de mercado, a concorrência é grande. Então, como ganhar visibilidade e ser encontrado na internet pelo seu público alvo?

É nesse sentido que surge o conceito de Marketplace, um tipo de shopping virtual que reúne produtos de diferentes outras empresas. Assim, todos saem ganhando, a pequena ou novo loja que encontra uma vitrine online e os consumidores que acham tudo no mesmo lugar.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue lendo este artigo e confira tudo a respeito de Marketplace!

  • Como funciona o Marketplace?
  • Quais são os Marketplaces disponíveis?
  • Quais são as vantagens de utilizar os Marketplaces?
  • Como integrar minha loja ao Marketplace?

O que é o Marketplace?

O que é Marketplace

Uma forma eficiente de explicar o que é o Marketplace é usando a mesma comparação já citada, a de um shopping center. De modo semelhante ao que acontece nesses lugares, o Marketplace reúne em uma só loja virtual várias empresas.

Podem ser negócios de diferentes segmentos de mercado, assim, disponibilizando diversos tipos de produtos. Para quem tem um empreendimento, as vantagens são inúmeras, afinal, consumidores vão encontrar os seus produtos mesmo que não conheça a sua loja.

Assim como uma pessoa caminha pelo shopping e acaba comprando até mesmo o que não tinha previsto, no Marketplace o internauta também pode adquirir produtos. Afinal, ao se deparar com produtos variados que precisa, aproveita a visita.

Além dessas, existem outras vantagens, porém, também há algumas questões que devem ser levadas em consideração, como as taxas que devem ser pagas para o Marketplace. Assim como nos shoppings centers o aluguel costuma ser alto, as taxas do Marketplace também.

Mesmo assim, pode valer a pena, conforme o seu tipo de negócio, produtos que vende e demais fatores que precisam ser avaliados caso a caso. Hoje em dia, já existe uma ampla variedade de Marketplaces, sendo que cada um possui a sua política.

Muitos dos Marketplaces no país são lojas online já bem conhecidas que abrem espaço para a venda de produtos de outras lojas. Essa é mais uma vantagem, pois é como se fosse um shopping bastante famoso e frequentado por uma significativa parcela da população.

Como funciona o Marketplace?

Como funciona o Marketplace

Para participar de um Marketplace, o primeiro passo é cadastrar o seu negócio e o produtos que são comercializados. Dessa forma, o Marketplace os promove para quem acessa a sua loja virtual, de acordo com as pesquisas de produtos realizadas por cada visitante.

Os Marketplaces também costumam avaliar o perfil e o potencial de uma empresa antes de fechar a parceria. Isso porque, se houver algum problema com a compra executada por um cliente, a sua reputação é a que mais será afetada.

A loja virtual que reúne outras empresas em sua plataforma também se responsabiliza pela entrega da mercadoria e pela cobrança. Isso quer dizer que ela tem responsabilidade em grande parte do processo de compra.

Por isso, além de taxas extras que o Marketplace pode comprar, existe uma comissão sobre cada item vendido, o que pode variar em conformidade com as regras de cada Marketplace. Essa comissão normalmente fica entre 9,5% a 30%.

Ela pode ser definida de acordo com a visibilidade oferecida a cada empresa. Dessa forma, quanto mais visibilidade o seu negócio recebe, maior é a comissão. Mesmo assim, é preciso analisar a viabilidade desse tipo de parceria para a sua marca.

Quais são os Marketplaces disponíveis?

Nos últimos anos, cresceu a oferta de Marketplaces disponíveis para as empresas no Brasil. Hoje, já é possível encontrar uma grande variedade, sendo que algumas delas pertencem aos mesmos grupos. Veja a seguir quais são os Marketplaces disponíveis, atualmente, no mercado:

Quais são as vantagens de utilizar os Marketplaces?

São muitos os benefícios de fazer parte de um Marketplace, confira a seguir quais são os principais:

Maior visibilidade

Como já foi citada, a visibilidade está entre os motivos mais fortes para fazer parceria com um Marketplace, uma vez que, todos os meses, essas plataformas recebem milhões de visitas. Ou seja, não tem como isso parecer ruim. Pessoas de todo o país conferindo os seus artigos.

Redução de gastos

A partir do momento que a sua empresa integra um Marketplace, pode ser desnecessário divulgar em outros canais os seus produtos. Isso quer dizer que os custos com a parceria podem valer a pena.

É importante lembrar que os custos com marketing digital não envolvem só o anúncio ou ação em si, mas também manter uma equipe capacitada e experiente em criar estratégias eficientes. Você pode investir em marketing ainda, mas certamente, não vai precisar tanto.

Já quem tem uma loja física e fizer a parceria com o Marketplace não precisa gastar com as despesas comuns que envolvem a criação de um e-commerce. A sua equipe pode ser mais enxuta também, porém, deve estar capacitada para gerenciar com sucesso o seu negócio.

Credibilidade junto ao público

Mesmo que as compras online tenham grande aceitação do público, muitos consumidores preferem adquirir mercadorias de marcas que já conhecem. Ou que são reconhecidas e, por isso, sentem-se mais seguros em realizar uma compra.

E ao estar na vitrine de um Marketplace, a sua marca ganha automaticamente a confiança que o consumidor dá à plataforma onde está comprando. Isso quer dizer que um consumidor poderia não comprar diretamente da sua loja virtual se não a conhecesse bem.

Mas se você estiver em um Marketplace, o cliente não pensa duas vezes. Isso acontece porque a sua compra é garantida pela marca com a qual já teve uma experiência ou que é amplamente usada por outros consumidores.

Dessa maneira, vale a pena fazer a parceria com um Marketplace reconhecido no seu nicho de mercado.

Novas oportunidades de negócio

Com a maior visibilidade da sua empresa em um Marketplace, você pode ampliar o seu mix de produtos, a fim de atingir um público mais amplo. Isso pode dar a guinada necessária no seu empreendimento para se expandir e crescer ainda mais.

Aumento na conversão de vendas

Além de ser mais uma das vantagens de utilizar os Marketplaces, o maior número de vendas é também uma consequência dos demais benefícios que essa parceria oferece. O mesmo acontece com o faturamento e com o lucro do seu negócio.

Com mais visibilidade, credibilidade, redução de gastos e novas oportunidades, o crescimento no volume de vendas é apenas uma consequência. Além disso, você consegue fidelizar os seus clientes online com muito mais sucesso.

E desvantagens, existem?

Mesmo com tantas vantagens, não se pode ignorar as desvantagens dessa parceria. Uma delas é a dependência que a sua empesa pode ter em relação ao Marketplace, o que pode se tornar um grande problema se por alguma razão a plataforma encerrar as suas atividades.

Por isso, não se pode esquecer de manter o bom funcionamento da sua loja própria online ou física. Assim, caso o Marketplace feche ou por outro motivo a parceria acabe, você consegue manter as suas vendas sem grandes perdas.

Os custos dessa parceria podem ser altos ou mesmo aumentarem com o passar do tempo. Afinal, em meio às crises econômicas do país, todos os preços sobem. Dessa forma, você deve ter a independência necessária para terminar a parceria quando ela não for mais vantajosa.

Com isso, você não corre o risco de se tornar refém do Marketplace. Outro cuidado que você deve ter é o de não perder a personalidade da sua marca, uma vez que o mais comum é que nessas plataformas o nome da sua empresa não ganha muito destaque.

Portanto, ao pensar em expor os seus produtos em um Marketplace, é preciso considerar todos os pontos positivos e negativos para saber qual a melhor decisão a tomar. Além disso, nada impede que você faça essa parceria quando estiver iniciando com as vendas online.

E depois que já estiver com a experiência necessária pode montar o seu próprio e-commerce. Porém, confira todas as informações do contrato que fez com o Marketplace para saber em que momento você pode encerrar essa parceria sem causar nenhum prejuízo ao seu negócio.

Como integrar minha loja ao Marketplace?

Como integrar minha loja ao Marketplace

Os Marketplaces são ótimas oportunidades para empresas conquistarem mais clientes e até fidelizá-los. No entanto, antes de saber como integrar a sua loja ao Marketplace é preciso não descuidar da sua própria loja virtual e/ou física.

Dessa forma, é preciso ter uma organização e planejamento eficientes para que possa gerenciar tanto o seu empreendimento quanto a sua parceria com a plataforma. A atenção principal deve estar na logística para que nunca falte produtos em nenhum dos dois.

Caso você deixe na mão algum consumidor conquistado por meio do Marketplace é possível até mesmo que perca a sua parceria. Além disso, é preciso colocar na ponta do lápis a viabilidade de aparecer no site de terceiros.

Você vai ter que pagar taxas e comissões para o Marketplace, mas também vai ter uma maior conversão de vendas e menor custos com publicidade. Compensa? É preciso considerar que o prazo para receber os valores obtidos através da parceria pode ser mais do que um mês.

Por isso, é indispensável conferir os diferenciais e peculiaridades de cada Marketplace, ponderar o mais vantajoso conforme o seu segmento de mercado e conferir todos os pormenores das políticas e termos da parceria.

Dicas para vender através do Marketplace

Depois de ser aceito pelo Marketplace e poder usar a sua vitrine para promover as suas mercadorias é essencial conhecer o seu funcionamento. Para não cometer nenhum erro, é preciso verificar como os produtos podem ser cadastrados, se exige um padrão e há regras.

Outro ponto importante é investir em boas descrições de produtos que tenham imagens em alta resolução. Da mesma forma que você faz em sua própria loja virtual, caso tenha, ou faria se a tivesse, no Marketplace tudo deve ser muito bem constituído.

Além disso, o conteúdo deve ser atrativo e completo. Afinal, você pode ter milhares de consumidores todos os dias acessando os seus artigos, mas só vão comprar se encontrarem todas as informações que buscam.

Ao integrar a sua loja ao Marketplace e, depois de tudo pronto, não se esqueça de manter uma equipe qualificada e comprometida no gerenciamento tanto da sua vitrine no site parceiro quanto no seu próprio negócio. Nesse caso, a gestão é ainda mais crucial.

Mais uma dica é ampliar a pesquisa que você deve fazer regularmente da concorrência, englobando ainda os concorrentes dentro do Marketplace. É possível que existam muitos e, além de diferenciais, você deve manter preços competitivos.

O mesmo serve para o valor do frete, pois consumidores online levam isso em consideração na hora de escolher entre uma empresa e outra. E se o seu valor estiver alto pode perder a venda para outra empresa.

Inbound marketing: aumente os seus leads e vendas!

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Ao invés de forçar o consumidor a ver um anúncio na televisão ou nas publicações impressas, como acontece com o marketing tradicional, é o cliente em potencial de uma empresa quem busca pela marca com o Inbound marketing. Esse é o seu grande diferencial.

Também chamado de marketing de atração e tendo como pilar o marketing de conteúdo, o Inbound marketing oferece muitas vantagens para negócios de diversos segmentos de mercado. Outras denominações são marketing de entrada e novo marketing. Quer saber mais?

Continue lendo este artigo e descubra tudo sobre Inbound marketing: aumente os seus leads e vendas! Para tanto, confira as informações contidas nos tópicos a seguir.

  • O que é Inbound marketing?
  • Como funciona o Inbound marketing?
  • Como fazer o Inbound marketing?
  • Quais são as etapas do Inbound marketing?
  • Como medir os resultados do Inbound marketing?

O que é Inbound marketing?

Inbound marketing é um tipo de marketing bastante utilizado pelas empresas dos mais variados segmentos de mercado e de todos os tamanhos. Tem o objetivo de atrair e conquistar novos clientes, bem como fidelizar consumidores que já conhecem seus produtos e serviços.

Com esse tipo de marketing é possível ainda ter outras vantagens, entre elas:

  • Tornar o seu negócio mais visível;
  • Reduzir despesas para angariar novos clientes;
  • Gerar conteúdos que destaquem a sua empresa;
  • Otimizar o processo de vendas.

Com a internet, essa forma de divulgar marcas se tornou muito mais eficiente, uma vez que é no mundo digital onde as suas ações têm maior viabilidade. Também pode ser colocada em prática de maneiras distintas, todas com a finalidade de aproximar empresas do seu público.

Para tanto, diferente das formas tradicionais de divulgação, como TV, rádio, jornal, revistas e outras mídias, conhecidas como Outbound marketing, o Inbound marketing não se resume aos anúncios publicitários. Com o Inbound marketing é o consumidor que chega até a marca.

Porém, a aproximação do cliente em potencial com uma empresa não é direta, o que faz com que os resultados sejam ainda mais satisfatórios. Afinal, não é preciso que a marca convença o cliente a realizar uma compra, é ele quem toma essa decisão.

Para tanto, quem tem um negócio deve usar o Inbound marketing para fazer com que o consumidor se interesse pelos seus produtos e serviços. Isso é realizado através da criação de autoridade, credibilidade e confiança perante o público alvo. Mas como funciona isso?

Como funciona o Inbound marketing?

Como já foi dito, é a internet a principal aliada do Inbound marketing, pois o mundo virtual conta com redes sociais e outros canais de comunicação que possibilitam uma maior interação entre empresas e o seu público alvo. Isso é de fundamental importância.

Para entender melhor como funciona o Inbound marketing podemos dar como exemplo uma empresa que vende roupas para o público feminino. Se essa marca fosse usar os canais tradicionais de marketing, poderia produzir um comercial para a televisão.

Esse tipo de publicidade é bastante tradicional e ainda possui a sua relevância, inclusive, para alguns segmentos de mercado.

No entanto, peca por possuir alguns pontos negativos, como o fato de não ter um direcionamento eficiente. Ou seja, um grande número de pessoas está assistindo o mesmo comercial, embora nem todo mundo tenha interesse no seu conteúdo.

E mesmo quem tem interesse no produto que é divulgado naquele momento pode não estar interessado em adquirir a mercadoria. Isso quer dizer que esse anúncio pode interessar ou não, já que tem pouco foco.

O mesmo costuma acontecer com o rádio, jornal e demais meios de comunicação. Além disso, se o comercial aparecer no meio de um filme, há quem vai achá-lo inoportuno, reduzindo ainda mais as chances de ser atrativo para o consumidor.

Como o Inbound marketing atrai o consumidor?

Por outro lado, o Inbound marketing faz uso das redes sociais, sites, blogs e demais mídias virtuais, porém, não publicando anúncios, e sim, conteúdo relevante e interessante para o seu público alvo. Mesmo assim, está divulgando a sua marca, mas indiretamente e com discrição.

Um exemplo é se a mesma empresa que vende roupas femininas resolver apostar no Inbound marketing. Ela vai criar um blog e publicar periodicamente dicas de moda, convidando o seu público alvo a acessá-lo, através dos mecanismos de buscas e de outros canais.

Assim, o consumidor entra no seu blog, lê as dicas e, se for de qualidade, possivelmente vai voltar a visitá-lo para conferir mais informações. E na hora de comprar uma roupa, são maiores as chances desse consumidor considerar a marca que promove o blog para a sua compra.

Essa é a estratégia básica do Inbound marketing: usar as mídias sociais para se tornar uma referência no seu segmento de mercado, mostrando que entende do assunto. Isso faz com que o seu público busque pelos seus produtos, mesmo sem anunciá-los diretamente.

Como fazer o Inbound marketing?

O Inbound marketing se baseia, principalmente, na produção de conteúdo, podendo ser vídeos, textos, imagens e outros. Hoje em dia, redes sociais e blogs são os canais mais usados, uma vez que é onde a postagem periódica de conteúdo pode ser feita com total praticidade.

No entanto, é preciso se organizar e ter um calendário de atividades para marcar presença na internet por meio do marketing de conteúdo. Não adianta postar nas redes sociais uma vez por semana e achar que isso é o suficiente para criar a autoridade necessária.

É preciso haver uma determinada frequência, o que vai depender do seu público alvo. Se ele for jovem, por exemplo, é possível fazer algumas publicações ao longo do dia. Afinal, ele costuma acessar com frequência as redes sociais.

Já se o seu público alvo são homens casados com filhos, é provável que eles acessem a internet menos vezes por dia, sendo indicado reduzir o número de posts diários. Se isso não for feito, você pode incomodar o consumidor ao invés de atrai-lo e conquistá-lo.

Dicas para fazer Inbound marketing

Há diferentes redes sociais, algumas mais vantajosas para o seu negócio do que outras. Por isso, não vale a pena usar todas, o melhor é focar no que realmente pode trazer resultados. Então, é preciso eleger duas ou três redes sociais.

Verifique junto ao seu público alvo quais são as que ele mais utiliza e aposte nas suas postagens. Além de criar um perfil, é necessário manter a periodicidade das publicações, sempre postando conteúdo relevante e interessante para a sua audiência.

O blog, que pode estar associado ao seu site, caso tenha um, é outro canal eficiente para apostar no marketing de conteúdo. Ele deve conter vídeos ou artigos que supram a necessidade dos seus clientes em potencial.

Podem ser dicas, tutorias, passo a passo e mesmo reflexões sobre o seu segmento de mercado. Você pode ainda usar as redes sociais para divulgar o blog, convidando os seus seguidores a ler ou ver o seu conteúdo.

Da mesma forma, pode colocar no site ou blog o link para as redes sociais. É importante que elas se comuniquem entre si e que você promova interação com o seu público, podendo ser através de sorteios e brindes ou mesmo enquetes.

Quais são as etapas do Inbound marketing?

Por mais que o seu desejo seja o de agora mesmo fazer uma conta em todas as redes sociais e criar um blog, quem deseja investir no Inbound marketing deve avaliar primeiro quais são as mídias digitais mais relevantes para usar o marketing de conteúdo.

Isto é, deve criar uma estratégia. Além disso, o Inbound marketing deve entrar na estratégia de marketing da sua empresa, não podendo ser promovido de maneira separada. Assim como todos os outros tipos de marketing, eles precisam se complementar.

Com isso, você não corre o risco de perder dinheiro e tempo com ações repetidas ou ineficientes para alavancar os resultados do seu negócio. Para ajudar no processo, o Inbound marketing conta com quatro etapas para efetivar as vendas, formando o funil de vendas.

Resumidamente, são as seguintes:

  • Atrair;
  • Converter;
  • Fechar;

Agora, entenda melhor cada uma delas:

Atrair o tráfego de visitantes

É o momento em que se cria o conteúdo para o público alvo, levando em conta as suas características, interesses e preferência. Por isso, é fundamental conhecer os consumidores que você deseja atingir.

Converter visitantes em leads

Nessa segunda etapa, o objetivo é transformar os visitantes atraídos com o seu conteúdo em leads, para tanto, é preciso obter suas informações, como o seu e-mail.

Lead é o termo usado para indicar o consumidor que ainda não comprou o seu produto ou serviço, mas já fez um primeiro contato, tornando-se um cliente em potencial. Ou seja, quanto mais leads, melhor, contribuindo com a prospecção de vendas.

Mas pode ser preciso oferecer algo para conseguir os seus dados de contato, como conteúdo exclusivo, um e-book ou outro brinde. Assim, é possível, por exemplo, começar uma campanha de e-mail marketing com conteúdo informativo que leve o lead a se efetivar como cliente.

Fechar leads em clientes

Nessa etapa do Inbound marketing, o objetivo é vender o seu produto ao consumidor que você atraiu e depois transformou em lead obtendo o seu contato.

Com o cliente em potencial na palma da mão, basta colocar em ação as técnicas de vendas. Para tanto, é importante convencê-lo que o seu produto ou serviço atende as suas necessidades.

Encantar os clientes para promoverem sua marca

Depois de efetivar a venda, a sua empresa deve fidelizar o cliente. Para isso, ele deve ter ficado satisfeito com a sua aquisição e você pode fechar com chave de ouro as etapas do Inbound marketing com o pós-vendas.

É indispensável ainda manter a comunicação com esse cliente, enviando mensagens a respeito de suas promoções. Em dadas especiais pode ainda oferecer um cupom de desconto ou outro incentivo para que realize uma nova compra.

Como medir os resultados do Inbound marketing?

Outro ponto importante de qualquer estratégia de marketing é o monitoramento dos resultados. Afinal, se eles não forem como o esperado, pode ser necessário fazer ajustes. No entanto, pode levar algum tempo para os resultados aparecerem.

Eles podem demorar mais ou menos, conforme o seu segmento de mercado, perfil do público alvo e canais de comunicação utilizados. Não deixe de considerar todas as variáveis.

Além disso, o objetivo final do Inbound marketing costuma ser a conversão de vendas, pois é apenas vendendo mais que se aumenta a lucratividade do seu negócio. Assim, torna-se viável expandir e fazer investimentos necessários. Mas como medir os resultados?

Para tanto, existem as chamadas métricas de Inbound Marketing, que devem ser acompanhadas. No entanto, é necessário avaliar quais delas são mais coerentes com o seu segmento de mercado.

ROI — retorno sobre investimento

Essa métrica ajuda a empresa a identificar se o investimento em Inbound Marketing está dando lucro ou prejuízo. Afinal, se der prejuízo, significa que a estratégia não está certa.

O cálculo é simples, sendo preciso somar os investimentos feitos e comparar com os ganhos obtidos em um mesmo período de tempo.

Taxa de conversão

Outra forma de medir os resultados é conferindo o número de leads obtidos e a sua conversão em clientes. Por isso, todo esse processo de venda deve ser registrado para posterior análise. Relatórios e profissionais dedicados são essenciais para fazer os devidos diagnósticos.

Conversão do funil

Já que o Inbound marketing possui várias etapas, o funil de vendas, é preciso analisar a taxa de conversão de cada uma. A estratégia pode ter que mudar no início do funil, na hora de apostar no marketing de conteúdo, por exemplo.

Proporção entre CLV e CAC

CLV se refere ao Valor Vitalício do Cliente, ou seja, a média de tempo que um consumidor é seu cliente. O CAC é o Custo de Aquisição por Cliente, indicando quanto se gasta com cada um. Basicamente, o CLV deve ser muito maior que o CAC para a sua empresa não perder dinheiro.

Além disso, de tempos em tempos, vale a pena mudar a estratégia de Inbound marketing. Desse modo, a sua marca acompanha as tendências e sempre se mantém em destaque entre os concorrentes.

Como escolher a melhor agência de marketing digital?

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Empresas que desejam apostar no marketing digital para alavancar os seus resultados encontram uma ampla variedade de mídias sociais para usar. Em meio a tantas opções é normal ficar na dúvida sobre quais são as mais eficientes.

Afinal, geralmente, não adianta “atirar para todos os lados”, sendo o melhor focar nos canais de comunicação digitais realmente vantajosos para o seu negócio. Com isso, economiza-se dinheiro e tempo.

Mas em quais mídias sociais a sua empresa deve investir para atingir os seus objetivos? Uma forma bastante eficiente de promover a sua marca na internet é com a ajuda de uma agência de marketing digital, que pode indicar os caminhos mais apropriados para seguir.

 

Foco

 

Com uma equipe de profissionais experientes e capacitados, a agência, a partir do estudo do perfil da sua empresa, identifica o que é mais benéfico em termos de marketing digital. Então, como escolher a melhor agência de marketing digital?

Para saber mais sobre o assunto e esclarecer as suas dúvidas, continue lendo este artigo e confira as informações de cada uma das perguntas dos tópicos a seguir:

  • O que uma agência de marketing digital faz para o seu negócio?
  • Quais serviços podem ser contratados?
  • Quais estratégias são elaboradas pelas agências de marketing digital?
  • Quais são os objetivos de sua empresa?
  • Como saber se uma agência de marketing digital vai alavancar seus resultados?

 

 

Agencia

 

O que uma agência de marketing digital faz para o seu negócio?

Uma agência de marketing digital pode averiguar quais são as melhores estratégias para promover a sua marca na internet. E, a partir disso, se responsabilizar pelo gerenciamento das mesmas.

Diferente do que se pode imaginar, usar a internet de modo profissional é bastante distinto do que utilizá-la para fins pessoais. Ou seja, não adianta responsabilizar um membro da sua equipe pelo marketing digital se esse profissional não tem o conhecimento necessário.

Nesse sentido, uma agência de marketing digital pode cuidar de todo o trabalho que envolve a visibilidade do seu negócio no mundo virtual. Além de contar com profissionais qualificados, outra vantagem dessa contratação é não precisar de uma equipe própria na sua empresa.

Quando se quer apostar nas mídias sociais é necessário ter profissionais dedicados durante todo o expediente. A presença virtual exige dedicação e tempo, pois de nada adianta, por exemplo, fazer publicações nas redes sociais algumas vezes por semana.

Se isso for feito, será apenas desperdício de recursos, uma vez que para obter resultados satisfatórios com a internet é preciso ações diárias.

 

Resultados

 

Vantagens de contratar uma agência de marketing digital

Ao fazer um perfil em uma rede social, por exemplo, a sua empresa está abrindo um novo canal de comunicação com o público.

Isso quer dizer que a sua equipe deve estar preparada para atender essa nova demanda, o que pode ser feito em conjunto com a agência. E mais importante do que a prática diária do marketing digital, uma agência pode pensar quais as melhores estratégias.

Afinal, não existe uma receita única para marcar presença na internet que todas as empresas possam usar. É preciso analisar o seu público alvo, bem como os produtos ou serviços oferecidos para analisar as ações mais assertivas.

Com isso, é possível aumentar a conversão de vendas, através da fidelização dos clientes e da conquista de novos consumidores. Portanto, mais do que apenas colocar a sua empresa na internet, uma agência de marketing digital contribui com a sua lucratividade.

E mais, de acordo com o seu nicho de mercado, a agência pode fazer com que o seu empreendimento esteja sempre inovando, ao seguir as tendências de comunicação virtual. Assim, não corre o risco de ficar para trás, mas sim, sempre à frente da concorrência.

Quais serviços podem ser contratados?

Hoje em dia, é possível se deparar com uma grande variedade de agências de marketing digital, as quais podem disponibilizar uma gama maior ou menor de serviços. O seu envolvimento com as ações também pode variar.

Dessa forma, além de desenvolver as ações de marketing digital, algumas podem colocá-las em prática, participando do dia a dia da empresa. Por isso, ao escolher uma agência para contratar é fundamental saber quais são os serviços que oferece.

E, com isso, avaliar se vai ao encontro das suas necessidades. Em geral, podem ser três as principais situações. A primeira é quando a agência é contratada para fazer todo o trabalho, pois o contratante não possui nenhum profissional responsável pelo marketing.

Em uma segunda situação, a empresa tem um profissional que realiza o básico em termos de marketing e a agência é contratada para fazer a maior parte do trabalho. Na terceira situação, a empresa possui uma equipe dedicada ao marketing, mas a demanda é grande.

Dessa maneira, contrata a agência para ações e atividades específicas. Portanto, na hora de escolher uma agência de marketing digital é necessário ainda averiguar a situação do seu negócio para contratar uma empresa que possa suprir a demanda existente.

Outra dica é conferir a formação profissional do time da agência, se ela possui certificações e quais são as histórias de sucesso dos seus clientes.

Quanto aos serviços normalmente oferecidos pelas agências estão os seguintes:

  • Concepção da estratégia de marketing digital para a sua empresa
  • Desenvolvimento da presença nas redes sociais e o seu gerenciamento
  • Envio de e-mail marketing ou newsletter com periodicidade
  • Criação e manutenção de blogs e sites com desenvolvimento de conteúdo
  • Anúncios nas redes sociais, sites parceiros e nos mecanismos de busca
  • Acompanhamento e análise dos resultados
  • Atualização da estratégia de marketing periodicamente
  • Manutenção de Anúncios e Redes Sociais

 

Infografico

 

Quais estratégias são elaboradas pelas agências de marketing digital?

Para definir o melhor planejamento de marketing digital para uma empresa, a agência precisa conhecer muito bem o seu cliente. Assim, deve reunir informações a respeito de mix de produtos ou serviços, público alvo, área de atuação, história, missão, valores, objetivos, etc.

Todas as informações são relevantes, para que a agência de marketing digital trace o perfil da empresa e, a partir daí, possa escolher as mais adequadas estratégias para alavancar os resultados. A agência também deve levar em consideração as tendências.

Atualmente, por exemplo, algumas redes sociais são utilizadas de maneira massiva pelos consumidores. Dessa forma, podem fazer parte da estratégia de marketing digital adotada. Contar com um site é mais uma ação normalmente presente no planejamento de marketing.

Afinal, o site costuma ser a principal vitrine virtual de um negócio que deseja marcar presença de internet. Isso porque, além de ser apenas seu, ao contrário das redes sociais que reúnem diversas marcas, nele é possível exibir todos os demais canais, como links para as redes sociais.

 

 

Ideia

 

Importância do SEO para o marketing digital

Além dos canais de comunicação já citados, como redes sociais, blogs, sites, e-mail marketing e outros, existe mais uma estratégia que perpassa todas as demais ações. Por isso, atualmente, é sempre muito citada quando o assunto é presença virtual.

Trata-se do SEO que, abrindo a sua sigla, pode ser traduzido como otimização para mecanismos de busca. Ele consiste em fazer com que as publicações, principalmente, de blogs e sites, ganhem maior visibilidade dos internautas.

Para tanto, as técnicas de SEO baseiam-se em regras definidas pelos mecanismos de busca, como o Google, que as cria como forma de qualificar o conteúdo visto pelos seus usuários. Afinal, esse e outros buscadores querem garantir a melhor experiência para o internauta.

Dessa maneira, quanto mais o conteúdo digital de uma empresa seguir essas regras, mais bem posicionado ele fica nos resultados de busca orgânicos. Ou seja, quando o usuário digita uma palavra-chave para encontrar o assunto que deseja.

O uso adequado da palavra chave, aliás, é uma das principais formas de usar o SEO a seu favor. Além disso, é importante postar conteúdo de qualidade e relevante para o seu público alvo, bem como imagens otimizadas e com legendas.

Da mesma forma, o conteúdo de blogs e sites deve ser esteticamente agradável, com parágrafos curtos, listas e subtítulos para facilitar a leitura. Também deve ser coerente, coeso e primar pela correta orografia dos textos

 

 

Quais são os objetivos de sua empresa?

Na hora de fazer a concepção da estratégia de marketing digital da sua empresa, a agência deve conhecer quais são os objetivos de sua empresa. Esse é um ponto essencial para o sucesso da sua aposta na internet como um aliado poderoso do seu negócio.

Nem sempre uma empresa que contrata uma agência de marketing digital não possui nenhuma experiência com a presença virtual. Pode se tratar de um negócio que já tem uma estratégia e deseja mantê-la ou mesmo mudá-la para que tenha o retorno desejado.

Pode ainda se tratar de uma empresa que apenas investe em marketing tradicional e, agora, quer ampliar a sua estratégia com a internet. Ou seja, há negócios que estão em diferentes patamares e a agência deve conhecer a sua experiência no mundo virtual.

A partir disso, é preciso traçar os objetivos da empresa, o que a agência pode ajudar a fazer caso os seus gestores não saibam com exatidão o que desejam alcançar com a sua contratação. Por mais que se queira estar na web, deve haver um objetivo por trás.

 

Objetivo

 

Importância de ter um objetivo para o marketing digital

O gestor de um negócio que nunca teve presença na internet e, agora, deseja ter um site e perfil nas redes sociais pode querer modernizar a sua marca e ganhar mais visibilidade. Outro pode desejar uma atualização do seu antigo site e blog para serem mais atrativos.

A ideia pode ser a de migrar a empresa para o comércio eletrônico e trabalhar apenas ou ter também uma loja virtual. Empreendimentos podem perceber que poderiam conquistar mais clientes se usassem os canais digitais de maneira apropriada.

Enfim, são muitas as razões para iniciar ou somente fazer a manutenção da sua presença no mundo virtual. E é indispensável a agência identificar esses objetivos para desenvolver uma estratégia realmente condizente com as necessidades do seu cliente.

Além disso, empresa e agência juntas podem criar estratégias para o curto, médio e longo prazo, a fim de avaliar os resultados obtidos e fazer os ajustes necessários com o passar do tempo. Vale lembrar que para tudo isso funcionar é essencial a comunicação.

A agência e a empresa devem estar em constante comunicação, podendo o seu negócio ser representado por um profissional da área da comunicação, pela sua equipe de marketing ou mesmo pelo próprio gestor.

 

Objetivo marketing

 

Como saber se uma agência de marketing digital vai alavancar seus resultados?

Mesmo depois de realizar uma contratação ou enquanto estiver fazendo a pesquisa, você pode querer saber como a agência de marketing digital vai alavancar seus resultados. Isto é, quais parâmetros você deve levar em consideração para averiguar se fez uma boa escolha.

A questão é que a resposta para isso depende de diferentes aspectos. De qualquer maneira, é importante ter em mente que os resultados não são obtidos de uma hora para a outra. Ainda mais se a sua empresa ainda não tinha presença na internet pode levar tempo.

Além disso, as agências de marketing digital também costumam oferecer o serviço de acompanhamento dos resultados, o que pode ser feito de várias formas. Existem recursos próprios da internet que ajudam a avaliar os efeitos das ações de marketing.

Com eles, é possível verificar o número de visitantes que o seu site ou blog teve por dia, em que páginas permaneceram mais tempo, etc. Nas redes sociais, os resultados podem ser verificados com um número maior de seguidores e curtinhas nas postagens.

 

Resultados

 

Quais resultados esperar do marketing digital

No médio e longo prazo, de acordo com o seu segmento de mercado, os resultados devem aparecer por meio do aumento da conversão de vendas. Afinal, independente dos seus objetivos ao contratar a agência, no fim das contas, o que sempre se quer é vender mais.

Isso acontece porque a sua marca se torna mais conhecida, já que a internet tem justamente esse poder. Isso é ainda mais vantajoso para negócios que podem atender consumidores de outras regiões do país, além da onde têm a sua sede.

Assim, uma agência de marketing digital vai alavancar seus resultados ao contribuir com a expansão da sua marca. Se você levar em consideração todos esses fatores, são maiores as chances de escolher a melhor agência de marketing digital para o seu empreendimento.

 

Marketing Digital

O que está acontecendo com o marketing digital em 2018

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Marketing Digital 2018

O setor de Marketing nunca fica estagnado. A mudança é inevitável e aquele que não se adapta, sofre.

Aprender constantemente e frequentemente sobre novas tendências e a melhor forma de gastar seu dinheiro com anúncios é um desafio que nunca acaba.

No entanto, por ele nunca acabar, ele nunca para de dar frutos enquanto o trabalho em cima disso for produtivo, ou seja, contanto que se entenda as novas tendências.

Para isso, no entanto, só existe um método: manter-se informado e a par de tudo sobre o mercado e suas tendências.

Levando isso em consideração, aqui estão algumas dicas e dados importantes sobre Marketing Digital em 2018.

Empresas ganham, em média, o dobro do que foi gasto com anúncios no Google

Google Ads dobro

É normal vê-se argumentações de que a margem já foi maior e de que o Google tem cada vez extraído mais dinheiro dos anúncios, no entanto, ainda é uma margem muito boa.

Então se você tem dúvida sobre ser ou não uma boa ideia usar o Google Ads para aumentar as visitações e conversões em seu site, comece do princípio em em sua grande maioria, as empresas estão tendo um excelente retorno.

O Google fez uma pesquisa nos Estados Unidos sobre o retorno que seus anúncios têm gerado na economia, e, o resultado foi que a cada dólar investido na plataforma, o retorno era dobrado.

Mídias Sociais cada vez mais relevantes

O tempo que um internauta gasta em sites e aplicativos como Twitter e Facebook é de um terço de seu tempo online, em média.

Tempo em mídias sociais

Essa informação por si só já deveria ser mais que o suficiente para que você se motivasse a usar parte de seu investimento nesse meio, senão a maior parte.

Não existe outra atividade que usuários da internet gastam mais tempo que em redes sociais.

Descobrir se seu público usa mais uma rede social que outra também seria interessante, mas independentemente, é uma área de forte interesse, de fato.

Mídias Sociais e suas influências sobre consumidores

Redes Sociais

Não há como escapar disso na época em que vivemos.

É praticamente impossível conhecer alguém que não tenha pelo menos uma conta em uma rede social.

Cerca de 40% dos internautas seguem suas marcas favoritas em mídias sociais

Redes sociais acabam sendo uma escolha consequencial para fidelização da clientela, considerando os dados.

O uso de mídias sociais se torna a maneira mais fácil de manter informado o cliente engajado.

Além disso, 25% dos usuários de internet também seguem as marcas que os interessa quando estão pensando em fazer alguma compra.

Ter uma mídia social de boa apresentação, com bastante informações, incluindo texto, áudio e vídeo, só ajuda você a causar uma melhor impressão.

Usuários muitas vezes são inspirados a fazer compras por causa das redes sociais

Comprar Redes Sociais

A influência não acaba por aí, no entanto. Já que as redes sociais são muito do que motiva os usuários a realizarem compras online.

Verdade seja dita, não é incomum que um usuário se interesse por um produto porque viu alguém falando sobre ou porque um post sobre tal produto viralizou de forma orgânica.

Exatamente por isso o ideal é a produção de conteúdo sobre o seu produto ou serviço, fazendo assim que haja mais possibilidades deste tipo de evento ocorrer.

Outras redes sociais

Como foi dito, o perfil do usuário é extremamente importante. Embora o Facebook tenha mesmo uma quantidade gigantesca de usuários, existem outras redes.

Muitos usuários do Facebook passam a maior parte do seu tempo no Instagram, por exemplo. Felizmente, este tem anúncios que funcionam de forma similar ao Facebook.

Uma rede social, se é que se pode chamá-lo assim, que é constantemente ignorada é o Reddit.

O Reddit tem um tempo de visitação médio ainda maior que o próprio Facebook.

Considerando que o usuário passe mais tempo visitando a plataforma, você tem mais tempo para chamar a atenção  para o seu anúncio.

O Reddit também é especialmente interessante para encontrar um público alvo de gostos ou intenções bem específicas já que ele funciona como um fórum de tópicos.

A maior parte do tempo online das pessoas é no celular

A grande maioria do tempo que um usuário passa verificando mídias digitais é gasta enquanto a pessoa está no celular.

Lembre-se de projetar seus anúncios para funcionarem também quando visualizados por celular.

Divulgue sua marca, especialmente para usuários de celular

Segundo a Think With Google, só o fato de sua marca aparecer em uma pesquisa que um usuário fez em um celular já coloca sua marca no mapa. O resultado na busca do Google aumenta sua presença de marca em até 46% segundo a pesquisa.

Uma vez que o seu nome seja conhecido, as chances de conversão aumentam de forma significativa.

A familiaridade com um nome dá uma maior impressão de segurança e conforto na hora da compra.

Portanto, lembre-se disso na hora de dividir seus anúncios e faça sua marca ser vista.

Pessoas preferem assistir do que ler

Preferência de assistir

A Animoto publicou uma pesquisa e sua visão na influência que o Facebook tem na hora das pessoas fazerem uma compra.

E parece que 64% dos consumidores dizem que já foram influenciados a fazer uma compra por causa de um vídeo do Facebook.

Embora vídeos no Facebook fossem a princípio usados para divulgação e engajamento, percebe-se aqui o potencial de usá-los para conversão.

 

 

5 maneiras de usar o Google Analytics para encontrar ideias de conteúdo

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5 maneiras de usar o Google Analytics para encontrar ideias de conteúdoEntender como funciona o perfil do cliente que visita sua loja online, site, blog e afins é muito importante para investir em estratégias de marketing digital que atinjam seu público alvo de forma eficiente. Nesse mercado, há diversas ferramentas que auxiliam na coleta de informações sobre os visitantes do sites.

O Google Analytics ajuda a desenvolver o marketing orientado por dados. Com o resultado gerado é possível analisar como os clientes estão reagindo à sua página e, assim, desenvolver uma estratégia que atraia mais público.

Se você deseja melhorar o alcance do seu negócio, conheça as 5 maneiras de usar o Google Analytics para encontrar ideias de conteúdo.

Use o Google Analytics para criar variações do seu conteúdo

Com o Google Analytics você consegue descobrir qual o comportamento do visitante em cada post do seu site.

Essa ferramente é extremamente útil para deduzir o que mais agrada ou não os clientes que buscam pelo seu negócio e, assim, construir os posts seguintes de acordo com o perfil do conteúdo que mais chamou atenção e público.

Qual o melhor formato de tópico e estruturas, postagens que o cliente gastou mais tempo na página, tipos de títulos mais chamativos e coisas do gênero são dados que o Google Analytics apresenta para você.

Detalhes que parecem insignificantes, como usar ou não usar títulos com clickbait, postagens com listas ou não, fazem diferença para o leitor. Isso é observado pelo sucesso de postagens com a mesma estrutura.

De uma maneira prática e simples, você consegue traçar um perfil das postagens que mais tiveram sucesso.

Utilizando desses dados, é possível construir seus próximos posts seguindo as características mais populares e, consequentemente, atrair mais visitantes.

Relatório de Termos de Pesquisa do Google Analytics

A estratégia de marketing SEO (Search Engine Optimization), é crucial para a otimização no mecanismo de busca. O Google Analytics possui a função que nos oferece dados referentes às palavras mais buscadas pelos visitantes.

O Google Analytics produz um relatório contendo quais são as palavras-chave mais buscadas quando acessam seu site.

Essa função pode ser encontrada na barra de pesquisa, na sequência: Google Analytics>Comportamento>Pesquisa do Site>Termos de Pesquisa.

Termos de Pesquisa Analytics

O último passo informa quais são as palavras-chave mais buscadas. Mas, o que isso adianta na estratégia de Marketing?

É interessante analisar quais palavras que os visitantes usam para tentar encontrar o assunto desejado. Com essa informação, pode-se utilizar a estratégia SEO com mais embasamento, destacando palavras mais populares.

Essa ferramenta do Google Analytics também nos dá a possibilidade de encontrar falhas no conteúdo do site.

Ou seja, pelo Termo de Pesquisa é possível avaliar quais as buscas que não tiveram conteúdo correspondente e, assim, produzir posts referentes a essas pesquisas.

Assim, as postagens do site estarão sempre atualizadas com conteúdo que realmente interessa o cliente.

Atualização de conteúdo existente

Sites com conteúdos desatualizados são um grande problema para seu rendimento. O Google Analytics também consegue fazer uma análise sobre matérias que não são mais acessadas, ou que os visitantes não permanecem.

O tráfego de busca possui um aumento de 40% depois de atualizar o conteúdo do site.

Para acessar no Google Analytics, siga: Comportamento> Conteúdo do site> Todas as páginas e escolha Origem/mídia na caixa Dimensão Secundária.Consultas Analytics filtro Todas as Páginas

 

Ao comparar a taxa de rejeição, gerada no relatório, com as visualizações únicas da página, é possível descobrir se os leitores estão realmente lendo o conteúdo e passando tempo na página.

Com essa informação, você pode selecionar quais os conteúdos não estão sendo lidos e atualizá-los.

O Relatório de Fluxo de Comportamento, também gerado pelo Google Analytics, indica se os visitantes estão interagindo com o site.

Ou seja, se o post não rendeu nenhuma tentativa de contato, significa que ele precisa ser atualizado para se tornar mais atrativo.

Renovar, atualizar e reciclar postagens defasadas aumentará o tráfego de clientes no site, expandindo mais as pesquisas dentro dele.

Atente-se a intenção da palavra-chave

De acordo com o diretor de SEO da Be Found Online: “Se você não tiver conteúdo em seu site para corresponder à intenção de uma palavra-chave, não poderá gerar uma quantidade significativa de tráfego de pesquisa, não importa quantas vezes você use essa palavra-chave em seu site. ”Ou seja, a palavra-chave deve corresponder à intenção dos leitores para que ela seja realmente efetiva. Conheça os quatro tipos de palavras-chave·

  • Navegação – Os usuários pesquisam por sites específicos.
  • Informativo – Pesquisa de uma resposta para um determinada pergunta, por exemplo: Qual a altura da Torre Eiffel?
  • Investigativo – Por exemplo: Quais são as melhores câmeras digitais?
  • Transacional – os usuários estão pesquisando com o intuito de comprar.

Para chegar os dados no Google Analytics, você navegará por Aquisição>Search Console>Consultas.

Consultas Analytics

O Relatório de Pesquisa precisa conter as palavras-chave adequadas ao tipo de negócio da sua empresa. Por exemplo, se tem uma loja comercial, as palavras devem ser investigativas ou transacionais. Caso as buscas no site sejam de gênero informativo, isso não trará resultados para o seu negócio. Os leitores simplesmente entraram na página e não permanecerão muito tempo nela.

Converse com o cliente final

É claro que as ferramentas do Google Analytics são fundamentais para estudar os perfil dos visitantes e como o conteúdo impacta o leitor, porém, também é preciso fazer uma pesquisa com seu público-alvo.

Conversar com o cliente e buscar entender quais são suas dúvidas a respeito do seu negócio é crucial.

Esse tipo de pesquisa irá direcionar as postagens do seu site com conteúdo realmente interessante, atraindo mais novos visitantes.

Juntando as ferramentas computacionais do Google Analytics e a pesquisa de mercado com o cliente final, conseguirá material suficiente para um site bem estruturado e de sucesso.

Melhore o conteúdo do seu site utilizando as diversas maneiras de usar o Google Analytics para encontrar ideias de conteúdo. Aumente o tráfego de visitantes e atinja o sucesso para o seu negócio!

 

Como medir o retorno das mídias sociais?

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Como medir o retorno das mídias sociais

Ao falamos sobre o retorno das mídias sociais em termos de valores – financeiros ou de ações de usuários, devemos falar sobre ROI – Return on Investment – porém, voltado para esse tipo de mídia.

Por ROI, queremos dizer o retorno do investimento do negócio (predominantemente marketing) em investimentos em canais sociais, redes, estratégias e táticas feitas para atingir metas pré-definidas.

Os profissionais de marketing digital sabem como é difícil de mensurar o exato retorno dos esforços gastos em redes sociais, isso porque, todos as ações de marketing estão interligadas, tanto online quanto offline e isso pode esfumaçar o quanto que suas ações afetam as métricas. E portanto, definir uma estratégia de marketing digital exige um planejamento detalhado da estratégia e constantes ajustes.

Seja no nível micro, no nível macro, no nível integrado, no nível da campanha, no nível do programa, no nível básico… vale tudo! O importante é saber se suas estratégias estão sendo efetivas ou não.

Afinal, o que significa medir o retorno das mídias sociais?

A cada dia é possível ver mais e mais executivos – finalmente – se perguntando sobre o retorno de todos os seus investimentos em redes sociais.

O chamado ROI das redes sociais torna-se, para uma empresa, ainda mais importante quando sua fase experimental termina, ou seja, quando as primeiras táticas para observar a resposta do público a ele são tomadas.

É possível fazer essa análise contando com algumas perguntas sérias e começar a medir o retorno das mídias sociais através de algumas descobertas do “Estudo de ROI e Medição de Marketing”.

A necessidade de medições de retorno das mídias sociais é menor em organizações que realizam experimentos de mídias sociais e estão testando essa ideia em uma escala relativamente pequena.

Isso é feito em comparação com profissionais de marketing que desejam aumentar a eficiência de seus programas de redes sociais e melhorar a integração.

Defina o objetivo de sua campanha

Qualquer campanha deve ser feita com um objetivo para ser cumprido. Citaremos alguns a seguir.

Aumentar a presença da marca

Esse objetivo almeja fazer com que a marca seja reconhecida pelas pessoas, e, no meio digital isso se converte em números de seguidores de suas páginas, interações com postagens, comentários na página, hashtags e outros. Esses são indicadores que devem ser observados com o passar do tempo para determinar o sucesso de sua campanha.

Tráfego ao site

Aliado com uma boa experiência de usuário, o tráfego que seu site é capaz de atrair pode determinar o sucesso ou fracasso de sua empresa. Ações em páginas específicas do site podem ser mais fáceis de serem mensuradas, especialmente, se for uma página promocional.

Geração de leads

Este objetivo é mais orientado para trazer uma ação das pessoas impactadas pela sua campanha, tendo em vista que o objetivo é fazer com que essas pessoas preencham um formulário em uma página de destino, inscrever-se para uma newsletter, baixar um e-book, etc.

Sendo assim, suas postagens nas redes sociais podem incluir um link para uma página de destino que contenha um formulário e mensurar o tráfego pelo próprio Google Analytics provindos de sua campanha.

Geração de vendas

Ao definir o objetivo de geração de vendas procure ter uma meta a ser atingida, como por exemplo, gerar uma receita de R$21.000 ou vender 20 pacotes de viagens por meio de postagens no Facebook. Dessa forma, você consegue ter uma visão mais apurada de como devem ser suas ações para gerar vendas.

Tempo de campanha

Assim como toda ação de marketing, leva um pouco de tempo para conseguir retorno. Tendo isso em mente, estipule um prazo para sua campanha de redes sociais que seja condizente pois, o resultado pode demorar meses para ser concretizado e consegue-se uma amostra mais próxima à realidade com um prazo maior de tempo.

As métricas a seguir são razoáveis a serem obtidas.

  • Aumentar presença de marca: Coloque, por exemplo, um prazo de 30 dias para aumentar a quantidade de seguidores de sua página do Facebook em 20%.
  • Aumentar tráfego do site: Tente ocupar uma parcela de 25% de tráfego de redes sociais no Google Analytics em 2 meses.
  • Geração de leads: 30 leads por mês por ações de sua página do Facebook.
  • Geração de vendas: Procure vender os 20 pacotes de viagens no período de 45 dias.

Desenvolva uma estratégia com base em seus objetivos

A estratégia de sua campanha deve estar alinhada com os objetivos e os prazos de suas campanhas. Sendo assim, caso tenha definido um prazo “apertado” para cumprir seu objetivo, sua estratégia deve estar mais “robusta” com um número de atividades maiores para conseguir alcançar sua meta.

Além disso, sua estratégia deve ser estruturada com tendo em vista seu objetivo. Um objetivo de aumentar presença de marca deve ser orientado para gerar engajamento dos usuários, curtidas e compartilhamentos do Facebook, menções no twitter. Diferente da geração de leads, que busca atrair um público para uma página de preenchimento de formulário e requer mais ações dos usuários para concretizar o objetivo.

  • Aumentar presença de marca: Busque manter uma média de postagem semanal, como por exemplo, 10 postagens no Facebook e Instagram e 15 no Twitter. Crie postagens criativas que possuem uma boa chance de serem compartilhados.
  • Aumentar tráfego do site: Busque artigos em seu site que tenham maior tempo de permanência e faça posts na redes sociais com conteúdos interessantes que instiguem os leitores a acessarem a matéria completa.
  • Geração de leads: Faça uma campanha no Facebook Ads direcionando novos usuários e remarketing para sua página de formulário. Encoraje seus seguidores a acessar sua página para realizar a ação no site.
  • Geração de vendas: Faça posts com uma nova linha de produtos e coloque uma call-to-action convincente para fazê-los se interessar em seus produtos e acessar o link.

Defina e acompanhe seus KPIs

Retorno das redes sociais

Esta questão obviamente também depende de seus objetivos. É essencial apostar em KPIs para mensurar o retorno das mídias sociais.

O que você tem nos KPIs são métricas relacionadas a suas metas, como:

  • Etapas da jornada de compra;
  • Determinados canais;
  • Ciclo de vida do cliente individual;
  • E outros pontos de contato sociais.

Algumas métricas são mais fáceis de ser mensuradas, como por exemplo, a quantidade de curtidas que sua página do Facebook, outras como a receita proveniente de remarketing podem não ser tão fáceis de serem obtidas sendo necessários o uso de outras ferramentas como o Google Analytics, para determinar a origem da campanha e estabelecer uma ligação com a receita.

É importante que o acompanhamento de seus KPIs seja feito regularmente, mesmo após o término de sua campanha pois, os usuários estão em contato com diversas fontes de informações online e estão em constante mudanças. Por isso, manter o acompanhamento permite que você tenha uma noção do cenário geral de como os usuários de redes sociais estão se comportando.

Sabendo mais sobre as formas de medir o retorno das mídias sociais em seu negócio, você se torna capaz de estimular seus resultados e obter sucesso em todos os seus projetos! Confira também o nosso texto em que abordamos o ROI pelo Google Analytics.

Busca orgânica, Links Patrocinados, Redes Sociais, o que vale mais a pena?

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Google orgânico, Google Ads, Facebook, o que vale mais a pena

Quais canais de marketing digital têm maior ROI?

Todo negócio busca trazer a maior rentabilidade para seus investimentos, e no mercado digital, há diversos canais disponíveis para dar maior visibilidade para sua empresa, links patrocinados, redes sociais, sites de buscas, e-mail marketing, etc…

Buscando entender qual é o canal de marketing digital que traz o maior retorno, o Search Engine Journal realizou uma pesquisa com sua audiência no Twitter perguntando qual é o canal de marketing digital que traz maior retorno para seus negócios.

Eles utilizaram 4 canais de marketing online para essa pesquisa, a busca orgânica, que visam a otimização dos sites para os mecanismos de buscas (SEO), links patrocinados que são anúncios pelas plataformas como Google, Bing e Yahoo! Ads, Mídias Sociais como por exemplo as redes sociais do Facebook, Instagram, Twitter, Google+ e por fim o marketing por e-mail.

Se você está considerando investir em canais de marketing digital, confira o resultado dessa pesquisa.

Qual canal de marketing digital tem maior retorno para seu site?

A pesquisa realizada no Twitter da SEJ obteve 388 votos e os resultados foram os seguintes:

  • Com 49% dos votos, o canal que trouxe maior retornos para seus usuários foi a busca orgânica.
  • Os links patrocinados tiveram 19% dos votos, ficando em segundo lugar, abaixo do orgânico.
  • O terceiro lugar ficou para as mídias sociais (Facebook, Instagram, Twitter, etc.) com 18% dos votos.
  • O marketing por e-mail foi o canal menos respondido com 14% dos votos.

Gráfico pesquisa

Vale ressaltar que os resultados variam da particularidade de cada negócio, ao analisar qual canal investir, há uma série de fatores que devem ser levados em conta, propósito da publicidade, público, modelo de negócio etc. E portanto, apesar do orgânico apresentar o melhor resultado para maioria dos usuários o ideal é realizar uma análise do setor e verificar qual canal focar para seus objetivos.  Vale a pena também considerar a diversificação dos canais, para não depender de apenas uma fonte de tráfego.

Como fazer análise ROI pelo Google Analytics?

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como fazer analise ROI pelo Analytics

É possível fazer uma análise de ROI no Google Analytics usando o relatório de Análise de ROI e o relatório de Análise de Custo.

A sigla ROI é, na verdade, um termo usado para “Return over Investment”, que em português seria algo como “Retorno sobre Investimento”.

Através desses dois relatórios, é possível calcular o ROAS (Return Over Advertising Spend), que é o indicador do retorno sobre gasto com anúncios.

Então, apesar do Google Analytics te dizer que está fazendo um relatório de ROI, ele na verdade está analisando e reportando o seu ROAS.

Requerimentos para fazer análise de ROI no Google Analytics

Existem 4 requerimentos padrão para fazer corretamente a anális de ROI no Google Analytics.

  1. Configuração de Rastreio de Comércio Eletrônico
  2. Configuração de Metas de Conversão
  3. Dados de custo disponíveis nos seus relatórios do Google Analytics.
  4. Pelo menos 60 dias de dados no Google Analytics que inclui dados de e-commerce, metas, conversões, dados de custo e uso de dados do website.

Se você não puder cumprir tais requerimentos, é bem capaz do relatório não ser muito confiável. De qualquer forma, sem os dados de custo, o Google Analytics são estará apto a calcular o ROAS.

Importar os dados é crucial. Para importar os dados, é necessário que você faça duas coisas.

A primeira: conecte o seu Google Analytics ao seu Google Ads. Com as duas contas estando conectadas, você automaticamente vai começar a receber dados de custo do Google Ads.

A segunda: importe dados de custo de todas as campanhas de marketing pagas que não tenham sido feitas pelo Google (Admin > Propriedade > Importar Dados).

Importação de Dados

Importação de Dados Concluída

Vinculando o Analytics com Google Ads

Antes de mostrarmos como fazer o relatório no Google Analytics, é necessário vincular as duas contas para que os dados sejam mostrados na plataforma do Analytics. Siga as instruções abaixo:

  1. Na sua conta do Analytics, vá para configurações
  2. Na aba de Administrador, em propriedades, procure pela vinculação do Google Ads
  3. Clique em + novo grupo de contas vinculadas
  4. Selecione a conta do Google Ads que você deseja vincular e clique em continuar;
  5. Ative para todos os dados do website
  6. Clique em Vincular Contas
  7. Concluir

Como o Google calcula o ROAS?

O Google Analytics analisa o ROI via o ROAS e o último é calculado da seguinte maneira: Valor de conversão/Investimento feito.

Por exemplo, se você gastou 100 reais no Google Ads no mês passado e teve um retorno de 1000 reais, o Google divide 1000/100 para ver qual é o tamanho do seu retorno.

No caso, 10 vezes maior que o investido, dando um resultado de 1000% (O resultado de 100% indicaria que o resultado foi igual ao investido).

Neste caso, a conclusão lógica é que seu investimento neste canal é extremamente válido. Usando esta análise, você sabe exatamente de quanto é o seu retorno e sabe onde você pode investir seu dinheiro com mais segurança.

O Relatório de Análise de Custo

É pelo relatório de Análise de Custo do Google Analytics que você pode determinar seu CPC (Custo por Clique) e o ROAS de todos os canais de Marketing dos quais você tenha importado os dados de custo.

Para ver a análise de custo, basta navegar até Aquisição > Campanhas > Análise de Custos no seu Google Analytics.

Relatório de análise de custos

O lado ruim do Relatório de Análise de Custo é que o os dados do ROAS são calculados usando apenas um modelo de atribuição: “Último Clique Não Direto”. Portanto, caso você queira utilizar outro modelo de atribuição então você deverá utilizar o Relatório de Análise de ROI.

O Relatório de Análise de ROI

Através deste relatório, você pode determinar o CPA (Custo por Aquisição) e o ROAS para cada canal de marketing sob diferentes modelos de atribuição.

  • Última Interação
  • Último Clique Não-Direto
  • Último clique em anúncios do Ads
  • Primeira Interação e vários outros.

De forma similar, você também pode determinar os ROAS de mesmo tipo e outros.

Para acessar o relatório de Análise de ROI, você deve ir em Conversões > Atribuição > Análise de ROI na visualização Premium do seu Google Analytics.

Tenha como base seus objetivos

Qual é o propósito do seu site?

Partindo do princípio de que você já tem um site, o que você quer dele?

Você pode estar tentando vender produtos ou talvez você queira divulgar uma marca.

Por exemplo, no caso de divulgação, talvez você queira que os visitantes passem o e-mail deles para você enviar um e-book e, mais a frente, outros e-mails que o ajudem com seu objetivo.

Seja lá qual for o seu objetivo, é quando este é atingido que nós temos uma “conversão”.

Estimando o custo

Quanto você está disposto para conseguir a conversão? A questão aqui é que é uma questão complicada.

O motivo por trás disso é o fato de isso mudar bastante de empresa pra empresa. Além disso, muda bastante de caso a caso.

Você tem que calcular o quanto você está disposto para atingir seu objetivo. Quando vale a pena pagar por número de telefone, por e-mail ou para conseguir fazer uma venda?

Determinando uma meta no Google Analytics

Quando um visitante realiza a atividade determinada como a meta, o Google Analytics registra tal ato como uma conversão bem-sucedida. As metas:

  • Destino: quando um local em específico do seu site é carregado
  • Duração: quando um visitante passa um tempo determinado em seu site
  • Páginas: um usuário visualiza um determinado número de páginas/telas
  • Evento: quando um vídeo em específico é reproduzido, um formulário é preenchido, ou até quando clicam em um anúncio

Conversion Rate Optimization

CRO é uma sigla também em inglês que significa “Coversion Rate Optimization”(Otimização da Taxa de Conversão).

Ou seja, de forma simples, o uso do CRO traz a melhoria de uma página ou do site por inteiro, fazendo assim com que este acabe por aumentar sua taxa de conversão com base na mesma quantidade de acessos.

Se pergunte quanto você ganha. Agora olhe para a sua conversão e imagine se você conseguir aumentar ela em 10%, qual será o tamanho do seu lucro? E em 25%?

É aí que nós aliamos o CRO ao ROI e começamos a otimização.

As vantagens são óbvias, mas o processo é árduo. Chegar à raiz do que leva usuários a se transformarem em consumidores pode variar drasticamente de caso a caso.

De qualquer forma, existem algumas dicas que podem ajudar diretamente a sua conversão.

A importância de tudo isso

Calcular o ROI permite que você entenda seus visitantes e clientes.

Entendendo seus comportamentos de compra, você sabe que passo tomar em prol de uma otimização de conversão.

Ao identificar os produtos e serviços que geram mais lucro, você consegue saber ainda melhor a direção que deve tomar em seu negócio.

Se seu objetivo é ser um bom profissional de Marketing Digital ou não, não deixe nunca de avaliar o ROI de todas as suas campanhas, comparar com o ROI durante o fluxo padrão de seu site e sempre traçar planos de CRO.

Como profissional, seja para você mesmo ou como consultor, é de seu interesse tirar o máximo possível dos indicadores e transformá-los em resultados positivos da forma mais eficiente possível.

 

Native ADS – Quando a publicidade se torna conteúdo

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Native Ads

O que são os Native Ads?

O uso de anúncios pagos que correspondem à aparência e função do formato de mídia em que aparecem é o que chamamos de publicidade nativa.

Pode-se dizer, também, que a publicidade nativa consiste em uma técnica de publicidade na web em que o anunciante tenta ganhar a atenção dos consumidores, fornecendo um conteúdo valioso no contexto da experiência do usuário.

Os anúncios nativos são mais comumente vistos em feeds de mídia social ou como conteúdos recomendados em uma páginas da internet.

Ao contrário dos anúncios gráficos ou de banners, que são óbvios, notáveis (e muitas vezes, até mesmo incômodos) os anúncios nativos não são realmente parecidos com anúncios tradicionais.

Eles parecem parte do fluxo editorial da página. A chave para a publicidade nativa é que ela não é intrusiva.

A ideia principal por trás deste tipo de anúncio é o usuário praticamente não notar diferença entre os anúncios e o conteúdo orgânico.

Quais são os tipos de Native Ads?

A principal organização responsável pelo desenvolvimento de padrões do setor de anúncios e pela realização de pesquisas de negócios, O Interactive Advertising Bureau (IAB), publicou em 2013 um relatório detalhado com seis categorias diferentes para categorizar anúncios nativos.

Veja aqui uma versão geral e resumida de cada um deles.

In feed

Como o nome indica, os anúncios no feed acabam por se localizadas no próprio feed de conteúdo normal do site.

O que significa que eles aparecem como se o conteúdo tivesse sido escrito por/ou em parceria com a equipe do editor para corresponder às histórias ao redor.

Muitas vezes, é fácil passar despercebido como o post de alguma página que você segue.

O conteúdo é marcado como patrocinado e aparece no site em um formato semelhante a todos os outros conteúdos da publicação.

Esta categoria é um dos formulários de anúncios nativos mais populares devido à sua eficácia.

Promoted Listing

Geralmente apresentados em sites que não são baseados em conteúdo, como sites de comércio eletrônico, os anúncios promovidos são apresentados de maneira idêntica aos produtos ou serviços oferecidos no site em questão.

Eles não têm conteúdo editorial, mas são projetados para se adequarem perfeitamente à experiência de navegação.

Paid Search Ads

Conhecidos como links patrocinados, anúncios de pesquisa paga são como anúncios promovidos, com a diferença de que que as listagens aparecem na parte superior dos resultados de pesquisa do usuário.

Ads pagos

Não é incomum ver isso no Google ou Bing, por exemplo. Faça o teste. Pesquise o nome de algum produto eletrônico, por exemplo, e veja como funciona.

Geralmente encontrados acima ou abaixo dos resultados da pesquisa orgânica ou em posição favorável, são vendidos a anunciantes com uma garantia de posicionamento ideal na página do mecanismo de pesquisa.

É algo bem simples como: “Me pague que quando procurarem um produto que você tem, o seu nome vai aparecer em evidência”.

Esses blocos de anúncios também são usados para promover negócios, dependendo da localização do internauta ao fazer a pesquisa e de suas preferências para determinadas empresas.

Tais anúncios geralmente possuem uma aparência idêntica a outros resultados na página, com exceção dos aspectos de divulgação.

Recomendation Widgets

Native Ads exemplo

Geralmente fornecidos por meio de um widget, os anúncios de recomendação geralmente são reconhecíveis por palavras que implicam referência externa, sugestões e tópicos tangencialmente relacionados.

“Você pode gostar também”; “Você pode gostar”; “Em outros lugares da web”; “De toda a web”; “Você pode ter perdido” ou “Recomendado para você” normalmente caracterizam essas unidades.

Essas recomendações patrocinadas são links pagos de descoberta de conteúdo distribuídos por redes de amplificação de conteúdo.

Essas redes amplificam o conteúdo da sua marca ao recomendá-lo em sites com um público semelhante.

In-Ad (IAB Standard)

Esse tipo de publicidade nativa parece um anúncio padrão, mas tem uma ligação forte e extremamente contextualizada com o editor.

Por exemplo, uma marca de placas de vídeo fazendo sua propaganda numa e-store de produtos eletrônicos para gamers, uma marca de doce de leite fazer propaganda de sua marca em um site de receitas de sobremesa com uma receita própria e etc.

Custom

Aí, com o próprio nome já deixa bem claro: formatos customizados.
Esses anúncios aparecem de várias maneiras diferentes, no entanto, existe uma espécie de padrão.

Eles sempre tem como característica predominante o mesmo estilo do local onde está sendo apresentado e providenciando uma experiência não intrusiva para o usuário.

Resumindo, um anúncio que tenha o visual se assemelhando ao conteúdo da página e que mantenha uma experiência natural de exploração do site para o usuário é considerado um anúncio nativo ou native ad.

Publicidade nativa é alternativa elegante aos anúncios de sempre?

Bom, isso de fato vai depender muito.

A principal razão pela qual tantas pessoas são desligadas por anúncios é que as consideram irritantes e intrusivas.

Muitos anúncios interrompem o que os usuários estão fazendo, o que já irritante o bastante por natureza.

Alguns ainda fazem ruídos altos, tocam música do nada ou têm cores brilhantes e irritantes.

Há piores, como os que são tão grandes e abrem tantos pop ups que transformam a navegação do site em um processo doloroso e labiríntico.

Não devemos ir longe demais

Uma coisa, no entanto, é fato: a publicidade nativa resolve um problema para usuários e anunciantes ao fornecer conteúdo que não interrompa a experiência do usuário e, portanto, é mais provável que seja visto pelos consumidores.

Mas deve-se tomar cuidado, o usuário gosta de identificar um anúncio. Quando não se é possível dizer a diferença entre um post comum e um anúncio, a sensação que o internauta tem é a de estar sendo enganado e isso pode causar um grande efeito negativo.

A ascensão dos Ad Blockers

Adblock

Ad Blockers tem ficado mais comuns a cada dia, fazendo com que você não possa confiar nas formas antigas de publicidade se quiser alcançar seus consumidores.

Eles têm ferramentas para bloquear seus anúncios e sabem quais anúncios devem ser evitados, mesmo se os visualizarem.

Você precisa pensar com mais cuidado sobre como se envolver com os usuários, se quiser divulgar sua marca ou aumentar as vendas.

Seu Native Ads

Agora que você sabe como eles funcionam, procure veículos para comprar os seus.

Estude a melhor maneira de integrar seu conteúdo ou produtos de forma natural em outros sites e veja os resultados. Native Ads podem ser o que faltavam para dar uma melhorada significativa na sua conversão.

Como a realidade aumentada pode ser aplicada ao Marketing?

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realidade aumentada

Por muito tempo algo que só víamos em Ficção Científica, a realidade aumentada, esteve longe de nosso dia-a-dia. Hoje está ao alcance de qualquer pessoa com um SmartPhone.

Descomplicando, é considerado Realidade Aumentada:

A integração de informações virtuais, a visualizações do mundo real.

Ou seja, enquanto a realidade virtual leva uma pessoa a um mundo virtual, a realidade aumentada traz o virtual para o mundo real.

O famoso, e já esquecido, PokemonGo é o exemplo mais conhecido de tal tecnologia.

Pokémon GO

 

As aplicações, apesar de difíceis de se criar, são inúmeras, mas muitas vezes apenas um interesse passageiro.

A maior dificuldade é descobrir como transformar a curiosidade momentânea em um entusiasmo duradouro.

Divertido como um jogo

Jogos eletrônicos são divertidos e parte da vida das pessoas, especialmente os jovens. Mas o que há em um jogo que faz com que uma pessoa continue voltando frequentemente?

Um jogo precisa ser divertido para manter o interesse, obviamente. Mas há mais que isso. A constante sensação de conquista com novos desafios e conteúdos é um dos motivos, por exemplo.

Para Realidade Aumentada ter um impacto a longo termo, ela precisa fazer mais que levar seres virtuais para o mundo real. PokemonGo fazia apenas isso e foi rapidamente esquecido.

Existem vários jogos de Realidade Aumentada que nem sequer capturaram o interesse de pessoas que amam jogos de celular por serem pouco mais que Realidade Aumentada com poucos elementos de jogo.

PokemonGo já nos ensinou que a combinação de realidade aumentada com Marketing local é mais que suficiente para guiar pessoas para locais específicos, por exemplo.

GPS GO

Agora imagine um GPS onde as setas aparecem nas ruas e você vê através da sua câmera.

O Google já está fazendo coisa parecida.

google maps realidade aumentada

Não só a praticidade é boa para quem tem dificuldades de se guiar por mapas, mas as possibilidades para propagandas são inúmeras. A propaganda de um filme de animação pode mostrar um personagem do filme andando para a mesma localização que você, por exemplo.

O Waze já usa uma estratégia similar colocando vozes de personagens no GPS, mas unindo a realidade aumentada, o impacto pode ser maior e mais positivo.

Imagina se, lendo o código na camisa de um dos personagens virtuais, você consiga um desconto em um fast food. E tudo de forma orgânica.

Como se fosse de verdade

Outro uso, que tem se tornado cada vez mais comum hoje em dia, é o de aplicativos de Realidade Aumentada focados em aumentar a praticidade.

O uso correto e bem aplicado de tal tecnologia pode não só agradar pela utilidade do aplicativo como pela possível conversão.

A Maybeline, por exemplo, fez um aplicativo de realidade aumentada para você testar a cor de seus esmaltes.

Era possível visualizar como suas unhas ficariam com 40 cores de esmalte diferente. Isso sem ter que realmente pintar a sua unha sequer uma vez.

Um cliente satisfeito com a cor que encontra através de um aplicativo pode se transformar em comprador facilmente.

Deixe um impacto

Colocar pessoas para verem bichinhos virtuais em sua mesa é divertido, mas só por enquanto.

Realidade Aumentada existe há anos, mas ainda é considerado novidade para muitas pessoas. Você não quer ser lembrado por ter usado Realidade Aumentada. Você vai querer ser lembrado por usar a tecnologia de uma forma interessante. Causando impacto através de criatividade ou praticidade, como o exemplo da Maybeline citado anteriormente.

Os consumidores devem se lembrar do uso da realidade aumentada como algo divertido e/ou aplicável em seu dia a dia.

De brincadeira a compras

A realidade aumentada mais mainsteam eram as lentes do Snapchat. Os usuários tinham seus rostos trocados, adicionavam orelhinhas de cachorro e neve em suas salas de jantar.

snapchat

A praticidade de tal tecnologia ainda não foi explorada o suficiente. Em uma feira de tecnologia, uma empresa mostrava em um espelho como o consumidor ficaria usando a roupa escolhida em um menu touch no próprio espelho.

Uma loja de móveis pode mostrar em tamanho real, através das lentes do seu celular, como a mesa de jantar ficará no meio da sua cozinha.

Talvez alguém queira ver como ficará a aparência de seu carro uma vez que ele seja adesivado.

Consegue ver as inúmeras possibilidades de marketing?

Utilizar a Realidade Aumentada como um jeito de o cliente experimentar o produto é um dos jeitos mais práticos de conversão.

Guiando o foco do consumidor

PokemonGo conseguia levar centenas de pessoas a pontos específicos porque todos queriam a recompensa que se encontrava naquele lugar.

Um jogo popular de realidade aumentada, bem feito e com jogadores constantes, pode acabar indiretamente por escolher onde seus usuários gastarão a maior parte do seu tempo livre.

Além disso, pode ditar diretamente qual Shopping estará mais cheio no fim de semana, qual lanchonete estará lotada durante a quinta-feira e etc.

Ao fazer um evento em frente a um restaurante ou fast-food em específico, quais serão as chances das pessoas na região se direcionarem para aquele lugar?

Melhor ainda, e se houver um pequeno desconto para quem foi comer naquele local que é ganho ao apresentar o uma mensagem que você adquiriu durante o evento do jogo?

Além de guiar localização, você pode guiar compras, também.

Não só isso, imagine aplicativos que possam reconhecer produtos e dizer quantas calorias ele tem, seus rankings de acordo com profissionais de saúde, onde encontrar mais barato e etc?

Realidade aumentada é definitivamente pouco explorada no momento e suas aplicações, principalmente no Marketing, são inúmeras.

Como começar a usar realidade aumentada?

Obviamente nem tudo é tão simples. Existem empresas que são capazes de desenvolver aplicativos e hardwares extremamente complexos para campanhas de Realidade Aumentada.

A grande maioria das empresas, no entanto, não terá tanto recurso. O que não significa que o Marketing não possa ser feito de forma criativa. Existe uma série de aplicativos de usos gerais que podem ser usados de forma criativa para diversos fins.

Quebre sua cabeça para encaixar isso no Marketing que você quer fazer.

Se você tem recursos para criar um aplicativo de realidade aumentada, lembre-se que ele não precisa ser extremamente complexo para ter alto valor.

Faça seu projeto divertido e prático. Estamos na melhor era para projetos memoráveis. Todo mundo tem um smartphone.

Como gerar tráfego através de conteúdo?

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Como gerar tráfego através de conteúdo

A grande maioria das pessoas que trabalham com internet, hoje em dia, trabalha com blogs e sites.

O conteúdo é de fato o que adiciona peso e relevância uma vez que seu site é visitado.

É fato que conteúdo sem promoção é de pouca serventia, uma vez que seu site precisa ser visto para ter seu conteúdo apreciado, mas há mais do que apenas isso para ser destrinchado neste assunto.

No entanto, usando seu conteúdo de forma sábia e aliando-o a uma propaganda bem feita, é inegável que os resultados de marketing digital serão, no mínimo, notáveis.

Pesquisa por Palavra-Chave

keyword

Todo profissional de SEO sabe do que se trata. Todos nós começamos por aqui.

Qualquer conteúdo que visa ser efetivo quando se trata de tráfego abusa da busca por palavras chave.

Isto é um padrão e, por mais que às vezes pareça uma estratégia barata, é impossível fugir dela, mas existem uma série de meios de fazer com que o conteúdo flua de forma natural mesmo com uma série de palavras-chave sendo trabalhadas.

O seu conteúdo tem que ser um misto de material de qualidade com otimização de uso das palavras-chave.

Afinal de contas, para ter acesso, você tem que escrever sobre o que as pessoas estão procurando e a satisfação com a qualidade do conteúdo leva à divulgação e à revisitação.

Por esse motivo que, considerando o processo, você deve a princípio entender o tipo de material que deve gerar.

O conteúdo que você cria deve ser focado em informações que sua audiência procura muito antes sequer de chegar na questão comercial.

Ferramentas e técncias

Facilitaria bastante se você soubesse o que as pessoas tem perguntado por aí sobre o seu tópico de atuação, não é verdade?

E se eu te disser que existe um modo simples e fácil de não só descobrir, como tomar proveito disso?

Ahrefs

Ahrefs

Uma das ferramentas mais conhecidas para tal trabalho é o Ahrefs. Existe uma versão paga com muito mais dados para se levar em consideração, mas a princípio, a conta gratuita é tudo o que você vai precisar.

Ahefs é uma excelente maneira de descobrir o que as pessoas tem perguntado sobre o seu tópico de atuação.

Você pode simplesmente digitar um termo e ver o que as pessoas perguntam sobre ele.

Com algum tempo, digitando pouco a pouco os termos que você aborda, você vai ter uma excelente noção do que é mais procurado em mecanismos de busca sobre o assunto e sobre coisas relacionadas.

Fazendo um estudo destes dados, fica fácil determinar assuntos, conteúdos e palavras chaves que aumentariam o fluxo em seu site.

Além disso, você pode usar o Ahrefs para otimizar o seu site:

Outros usos do Ahrefs

Criando uma conta gratuita e colocando a URL do seu próprio site, você terá acesso a uma série de relatórios.

Com tais relatórios, você pode encontrar as palavras chaves com melhor volume e posicionamento e usá-las na otimização das páginas de seu site que precisam de mais acesso.

A partir disso, é importante revisar e reeditar as páginas uma a uma, considerando todas os dados encontrados.

É importante também usar este processo para fazer edições em páginas mais visitadas, acrescentando links diretos para páginas com menor visitação ou apenas adicionando palavras-chave que aumentarão o fluxo e guiando o fluxo para onde você quer, usando a mesma premissa de dirigir o fluxo com base no interesse de quem chegou até à página.

Considerando tudo isso, e colocando em prática, você também deveria pensar na possibilidade de fazer guest posts e criar um link para a sua página.

Coisas e lugares?

Existem coisas que podem nós ajudar significantemente, mas acabam sendo negligenciadas.

Não costuma ser por mal, mas é difícil entender o valor de certas coisas no SEO sem que tais valores nos sejam ensinados.

Muitas vezes em um site de viagem, “coisas para fazer em” acaba por tomar toda atenção, quando o lugar em si (Paris, Itália, Catacumbas de Roma) são igualmente importantes para atrair fluxo.

Você pode tirar essa lógica de sites de viagem e pensar em localizações de restaurante, por exemplo.

O mesmo vale quando trabalhamos o nome de um objeto invés de “onde comprar” ou “como fazer”.

Aplicando essa lógica, definitivamente é capaz de se fazer um trabalho eficaz com palavras-chave.

Especialmente quando esse trabalho é guiado por uma ferramenta como o Ahrefs.

Estrutura do site

site estruturado

 

Quando o assunto é definido e as palavras-chave foram encontradas, está na hora de começar a estrutura.

Neste ponto, as coisas se tornam relativamente mais fáceis em comparação ao quesito anterior, mas ainda é necessário atenção para otimização.

Textos, obviamente, devem ser fáceis de digerir. Torná-los fáceis de ler, com um senso de ritmo e simplicidade é essencial. Especialmente se comparado com os textos de seus competidores. A ideia é que seus textos sejam mais fáceis de ler e ainda assim, destrinchem melhor o assunto.

Quanto ao tamanho dos artigos, o contexto pode mudar bastante qual é o melhor número de palavras.

O ideal é você dar uma olhada na concorrência, especialmente quem estiver em altos rankings na primeira página, e ver como eles estruturam os textos.

Se você achar que consegue fazer ainda melhor, não se contenha.

Além de tamanho, é bom se preocupar com outras questões da estrutura.

Menu Interno e Subdivisões Claras

Esta fica para o caso de você ter um artigo incrivelmente longo.

Um artigo incrivelmente grande deveria ter subdivisões para os muitos tópicos abordados.

Tais divisões devem ser extremamente claras.

Uma vez que você tenha tudo feito corretamente, divida uma espécie de índice no começo da página.

Uma série de links no início da página deveriam levar o leitor diretamente à parte que ele quiser do artigo.

Experimente ver como a Wikipedia faz isso em seus artigos, por exemplo.

É prático, simples e extremamente útil.

Introdução ou Resumo?

O ideal é começar sempre com uma visão geral do assunto.

Informações sobre concepções, generalizações, objetivo do artigo, etc.

Este texto provavelmente vai ser o primeiro contato dos buscadores com sua página, portanto deixe bem claro que você tem o que eles procuram.

Títulos e Subtítulos

Esta é bem simples e ainda assim, erroneamente utilizado.

Quebre seus assuntos usando corretamente os Headings.

O título principal (H1), o subtítulo (H2), as divisões do subtítulo (H3) e etc.

Por exemplo, você pode falar sobre Livros de Terror (H1), Livros Famosos (H2) e citas os livros e explicá-los (H3), repetindo o processo com livros desconhecidos (H2) e dividindo com o nome dos livros (H3).

Não é um conceito complicado.

Conteúdo de Qualidade

conteúdo de qualidade

Não deveria ser necessário afirmar algo assim, mas o seu conteúdo, antes de mais nada, deve ser bom.

Qualidade fala por si só e gera recomendações.

Com recomendações, aumenta o fluxo, com aumento do fluxo, há melhoria no ranking, com melhoria no ranking há maior exibição que por fim, aumenta ainda mais o fluxo.

Uma vez que seu site comece a aparecer mais, certifique-se de que o volume vai continuar aumentando daí pra frente.

Se esforce ainda mais. Melhore ainda mais e veja tudo crescer junto com seu esforço.

Revisite suas páginas, reavalie o conteúdo e estude o que pode mudar e por que motivo que você quer seu site sendo visitado.

Edite, melhore, corrija e delete.

Este trabalho é uma constante de evolução e adaptação, mas o objetivo é sempre o mesmo.

Você quer que quem tenha visitado seu site se sinta realizado, como se tal informação não pudesse ser encontrada de forma tão simples e fácil de entender em nenhum outro lugar.

Por fim

Seu objetivo é transformar os visitantes que buscam informações em pessoas que vão te trazer algum lucro de alguma forma, como comprando um produto ou serviço.

É muito provável que quem busca informações está pesquisando para fazer uma compra futura e se você consegue usar estes artigos em seu site para explicar o valor de sua marca, ótimo!

Eles vão associar qualidade à marca.

Apesar de conversão ser um assunto diferente, não há dúvida de que conteúdos de qualidade e bem estruturados causam uma reação positiva, facilitando a conversão.

Como vender mais usando LinkedIn e Facebook?

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O Facebook é a maior rede social com mais de 1 bilhão de acessos ao dia. Já o LinkedIn se aproxima dos 500 milhões de usuários. Como vender mais usando essas duas redes, você sabe?

É possível utilizar essas mídias para que seus clientes possam acompanhar as tendências, como também novidades de sua marca e fazer com que eles se aproximem de seus produtos e serviços. No caso do Facebook é possível até comprar diretamente pela plataforma.

Perguntas pertinentes sobre seus clientes

Você sabe definir a “buyer persona”, ou seja, o perfil ideal do seu comprador ? Algumas perguntas podem ajudar nessa tarefa.

  • Por que essa pessoa comprou de mim?
  • Que produto ele ou ela compra com recorrência ?
  • Quais são as páginas que meu cliente curte?
  • Quais são seus dados demográficos?
  • Que padrões de comportamento você observa nesse cliente?

Fazendo estas perguntas cruciais você vai esmiuçar e analisar os sinais dos clientes. Desta forma saberá o real motivo das vendas. Se você vende produtos de beleza e seu consumidor recentemente comprou um shampoo e um condicionador profissional, então deve considerar o tempo que ele leva para comprar um novo shampoo e condicionador com as mesmas características, ticket médio.

Como vender mais pelo Facebook?

  • Aprender mais sobre o seu público alvo: Entender quem é a sua persona é essencial para definição do target nas ferramentas.  Por exemplo, quais páginas seu público curte com mais frequência ? Explore todos os sinais possíveis para definir uma segmentação assertiva e dessa forma economizar orçamento na hora de divulgar seus anúncios.
  • Investir em linguagem humana: quando você investe em comunicação humanizada você conquista o engajamento do seu público. Não é preciso superproduções para transmitir um conteúdo genuinamente preparado para ajudar o seu cliente.
  • Acompanhe as métricas: Fique atendo ao que gera conversões, especialmente se seu orçamento é limitado.  Comece suas campanhas o mais abrangente que seu orçamento permitir e então reduza para as campanhas e ações que estão gerando melhores resultados.

Como vender mais pelo LinkedIn?

O LinkedIn é a maior rede profissional do mundo com possibilidades infinitas de negócios. Por isso:

  • Trace o perfil das pessoas que te seguem
  • Crie um grupo interessado
  • Seja ativo na aba perguntas e respostas
  • Acompanhe as métricas
  • Tenha uma rede de conexões importante

Uma das formas de utilizar o LinkedIn para aumentar suas vendas é atrair boas conexões, mantendo o seu perfil atualizado. Mas apenas isso não basta, é extremamente importante para a sua empresa fazer uso de conteúdos valiosos para seus leads para atrair consumidores em potencial.   O Linkedin conta com ferramentas voltadas para Social Selling como o Sales Navigator, como também soluções de marketing semelhantes ao Facebook For Business.  As soluções vão desde de impulsionamento de posts, criação de anúncios com foco em geração de tráfego para uma página de destino, como também Lead Generation.

Estimulando a conversa com o prospect

Fale sempre sobre assuntos mais novos, mantendo-se informado sobre tudo que acontece dentro de sua área de atuação. Mantenha a frequência de suas postagens para estimular o engajamento de sua audiência.

Evite usar os grupos para fazer propaganda, além de ineficiente o “spam” cria uma imagem negativa da empresa.

Ficar antenado no melhor momento para contatar um prospecto é também interessante. No LinkedIn, por exemplo, você tem como saber o momento exato pelas atualizações de perfil.   Aproveite as deixas como: mudança de emprego ou cargo, que indiquem que o prospect está iniciando um projeto, para o qual você acredita poder contribuir e então inicie uma conversa.

Uma coisa nós já falamos e que é crucial é humanizar seus contratos, tratá-los de forma individualizadas, considerando as particularidades de sua personalidade. Fazendo isso você se aproxima cada vez mais dos clientes em potencial e isso facilita as conversões.  Não pense em seu prospect em social selling como um número, mas como um individuo.

Cross-Selling v.s Upselling

Antes de falarmos sobre estas técnicas vamos primeiro dizer o que são.

  • Cross-Selling: ocorre quando consumidores complementam uma venda que eles tinham feito. Um exemplo disso seria encorajar o consumidor que acabou de comprar uma geladeira, a comprar também uma proteção para ela (seguro).
  • Upselling: quando você oferece ao que ele está comprando algo de maior valor agregado. Um exemplo disso seria ele comprar um criado mudo e você vender a mais um quarto inteiro.

Ambas as técnicas são boas e podem ser usadas em rede sociais assim como produtos digitais e produtos físicos.

Quando você tem um produto físico e oferece na compra dele 10% por cento de desconto em um complemento, cross-selling está se afirmando.

Relembre antigos compradores do porquê eles compraram de você

O que tem a sua empresa, produto, serviço que fazem com que você se destaque?

Por que seus consumidores escolheram você em especial? Clientes antigos têm um senso de lealdade embutido neles.

Usando remarketing para aprender como vender mais

O Remarketing é a melhor opção em termos de automação de vendas. Ela vai dar um boost no seu Upselling.

Mesmo que você tenha ainda que configurar e monitorar sua campanha, você ainda assim verá os resultados chegarem. As campanhas com remarketing são insanamente mais fáceis e eficientes. E é só configurar as campanhas na sua rede social favorita e ficará mais fácil captar clientes antigos e novos.

Utilize as campanhas de re-marketing para estimular o UP-selling de seus produtos e serviços.  Confira no vídeo abaixo algumas dicas de re-marketing.

Incentive consumidores com ofertas personalizadas

Atrair os possíveis compradores através de conteúdos valiosos se tornou a nova máxima da internet mundial.  Mas nem só de conteúdo vive o homem.  Com a experiência do dia-a-dia e descobrindo cada vez mais sobre as preferencias do seu público, fica cada vez mais fácil entender quais são suas dores e reais necessidades.

Utilize essas descobertas para incentivar seus consumidores a realizar ações mais objetivas de compra, com ofertas personalizadas. O que isso quer dizer?

Não entupa seu prospect com ofertas, mas isso não significa não ofertar nada.  Muitas pequenas empresas desperdiçam oportunidades de venda simplesmente por não fazerem uma ofertas para os seus prospects.  Você conhece bem o perfil do seu comprador, certo ?    Então, além de atraí-lo, aproveite para, entre um conteúdo e outro, oferecer um produto ou serviço que você tem certeza que vai fazer a diferença e agregar valor na vida dele.

 

10 Ferramentas de Prospecção de Clientes

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Ferramentas de Prospecção

 

Você já ouviu falar em outbound marketing? Calma que nós não mudamos de assunto, este palavrão aí do lado é apenas um nome específico para prospecção de clientes, dentro de campanhas digitais.

Trata-se de uma estratégia de pesquisa de mercado, incluindo divulgação e desenvolvimento de novos clientes em potencial.

A mesma coisa que todas as empresas sabem que precisam fazer desde sempre, mas sempre encontraram dificuldades e agora, se tornou uma tarefa que pode ser turbinada através de ferramentas online.

Sendo assim, sem maiores delongas, vamos ver uma lista rápida com algumas das principais soluções para prospecção de clientes, atualmente disponíveis no mercado.

1 – Geofusion: geomarketing para qualquer tipo de negócio

Geofusion

Geofusion

Nunca ouviu falar em geomarketing? Pois é, são muitos termos diferentes neste ramo, mas vamos simplificar a ideia.

Digamos que sua empresa tenha a possibilidade de atuar em todo o território nacional. Neste caso, além das dificuldades comuns, você ainda precisa identificar as regiões com maiores concentrações de clientes em potencial.

Ou seja, você precisa de uma ferramenta que alie a prospecção de clientes com a geolocalização.

Embora pareça algo simples de se fazer, na verdade, isso exige uma extensa base de dados atualizados, para resultar em pesquisas dinâmicas, visíveis através de mapas online.

Esta é a proposta das ferramentas Geofusion, o que inclui algumas possibilidades muito úteis para seu negócio, como:

  • Planejamento de ações de marketing regionalizadas;
  • Dimensionamento realista do mercado;
  • Direcionamento de esforços da equipe de vendas.

Em outra ponta, você também pode pesquisar por seus concorrentes e assim, contar com dados importantes para estudar cada região, estabelecendo estratégias eficazes, uma vez que tem conhecimento prévio da situação geral.

2 – Ramper: prospectando contatos no LinkedIn

Ramper

Ramper

Para quem não estava pensando no Google, mas sim no LinkedIn, como uma fonte mais específica para prospecção de clientes qualificada, existe o Ramper.

Na verdade, trata-se de uma ferramenta desenhada para “capturar” contatos profissionais pela rede social, a partir de parâmetros de segmentação definidos pelo usuário.

Em outras palavras, em vez de descobrir empresas, você descobre os profissionais que trabalham nestas empresas, segmentadas de acordo com o seu ramo de atuação, de forma a constituir listas de e-mails a serem acompanhadas pela equipe de vendas.

Com este foco, o Ramper inclui uma série de ferramentas adicionais para outbound marketing completo, como:

  • Criação de templates de e-mails personalizados;
  • Automação de e-mails e follow-up;
  • Histórico para acompanhamento de cada contato.

Em suma, trata-se de um software pensado para geração constante de novos contatos, dentro de um sistema de metas a serem batidas pelos vendedores, com várias ferramentas de acompanhamento.

3 – Meetime: otimizando a jornada de seus leads

Meetime

Meetime

O Meetime tem um foco um pouco diferente das ferramentas anteriores, mais voltado para a otimização de atividades de prospecção de clientes e também, integração de sistemas e rotinas.

Em outras palavras, é menos uma ferramenta de prospecção e mais, uma ferramenta de gerenciamento e integração, incluindo vários CRM´s do mercado.

Mais especificamente, é uma ferramenta desenhada para otimizar o atendimento e acompanhamento de leads, baseada em três pilares:

  • Comunicação: gerenciamento de ligações e reuniões com clientes;
  • Prospecção: otimização dos leads prospectados;
  • Análise: geração de dados para acompanhamento de resultados.

Resumindo, funciona bem para empresas que já tem uma boa captação de leads nas redes sociais, por exemplo, mas sempre precisam melhorar sua relação com os mesmos.

4 – Econodata: pesquisa direta em uma extensa base de dados

Econodata

Econodata

Imagine que você possa prospectar clientes em uma base de dados com milhões de empresas em todo o território nacional, podendo inclusive, filtrar os resultados de várias formas diferentes.

Esta é justamente a proposta da Econodata, cuja pesquisa permite filtros como:

  • CNAE;
  • Tamanho da empresa;
  • Região;
  • Setor de atuação.

Além disso, como as demais soluções aqui apresentadas, a plataforma inclui ferramentas auxiliares, incluindo algumas gratuitas, como a calculadora de mercado, para que você possa ter uma ideia inicial do tamanho do banco de dados.

Para encerrar, também há uma ferramenta específica para enriquecimento automático de leads, através de otimização de landing pages, além de combinação de estratégias de inbound e outbound marketing.

5 – Neoway: trabalhando com Bigdata

Neoway

Neoway

Se você chegou até aqui, pode estar pensando de onde saem os dados utilizados por estas ferramentas.

Digamos que a maioria trabalha com parcerias, para obtenção de dados confiáveis, mas a Neoway vai um pouco além, trabalhando com Bigdata, um conceito ainda pouco explorado pela maioria das empresas brasileiras.

Em outras palavras, a Neoway não tem uma fonte de dados fixa, mas um sistema de análise que coleta informações de muitas fontes, oferecendo relatórios para o que se chama Data Driven Decision.

Significando “decisão direcionada por dados”, em cada etapa do seu negócio, com foco na prospecção e gestão de clientes. Além de contar com soluções previamente definidas para algumas áreas de atuação como:

  • Construção Civil;
  • Bancos e Cooperativas de Crédito;
  • Farmacêutica;
  • Tecnologia e Telecomunicações;
  • Entre outras…

Para encerrar com uma ideia mais clara, a empresa se coloca como uma fornecedora de inteligência de mercado, mais do que apenas uma solução para prospecção de clientes.

6 – Reev: para aumentar o engajamento dos seus leads

Reev

Reev

A plataforma Reev trabalha com o conceito de Sales Engagement, ou seja, é uma ferramente online que auxilia na prospecção de clientes, mas pretende fazer mais do que isso.

Oferecendo uma solução para aumentar o engajamento dos seus clientes em potencial ao longo do funil de vendas. Para isso, oferece um pacote de ferramentas, como:

  • Personalização e gerenciamento de e-mails;
  • Acompanhamento de dados e estatísticas.

Resumindo, é uma ferramenta que automatiza a prospecção, através de uma identificação inteligente de leads, integrada com software de gerenciamento de e-mail marketing.

Por estas características, é uma ferramenta adequada tanto para inbound, quanto para outbound marketing.

7 – Crowdtask: planos definidos por quantidades de leads gerados

Crowdtask

Crowdtask

O Crowdtask se diferencia das soluções anteriores, por ser um CRM com ferramentas de prospecção de clientes integradas, mas isso não significa que a empresa ofereça o serviço apenas de uma forma.

Na verdade, para quem precisa apenas de uma geração qualificada de leads, o serviço se baseia em uma estratégia em quatro etapas:

  • Identificação do perfil dos leads a serem captados;
  • Criação de projeto de captação online, com acompanhamento em tempo real;
  • Desenvolvimento da etapa de captação de leads;
  • Entrega dos novos leads para sua equipe de vendas.

A promessa da empresa é que este processo seja muito mais rápido que outras alternativas do mercado, mas o atrativo principal são os preços definidos por leads gerados.

Há planos de pagamento individual, ou por pacotes com quantidades de leads variáveis por dia (ou mês) e ainda, um plano sem limites.

8 – LinkedIn Sales Navigator: o melhor gerador de leads para LinkedIn

LinkedIn Sales Navigator

Linkedin

Para encerrar nossa lista de ferramentas de prospecção de clientes, precisamos falar sobre o LinkedIn Sales Navigator.

Uma ferramenta que apesar de restrita a uma rede social, não deve ser menosprezada, na medida em que se trata da maior rede profissional do mundo.

Em outras palavras, ainda que o público pareça pequeno, quando comparado a outras redes, como o Facebook por exemplo; é preciso lembrar que se trata de uma fonte de leads qualificados.

Além disso, assim como o Facebook Ads trabalha com todos os dados de sua rede para direcionar anúncios, o LinkedIn também conhece bem sua base de usuários e dispõe de algoritmos sofisticados para prospecção de clientes.

Dito isto, precisamos apenas ter uma última conversa sobre todas as opções apresentadas e também, sobre qual delas se encaixa melhor na sua realidade.

9 – App Sumo – FindThatLead.

A ferramenta promete localizar leads dentro de uma empresa especifica.  Proporciona também uma extensão Chrome, através do qual com poucos cliques você poderá extrair novos leads, por segmento.

 

10 – Ziptime App. Gerencie suas prospecções de vendas facilmente e sem planilhas do excel

 

 

Já perdeu vendas por falta de follow up?
Com o Ziptime você organiza sua prospecção de clientes de maneira fácil e totalmente online.
O Ziptime é um Micro-CRM que proporciona uma gestão comercial simples e fluída durante a fase de prospecção (negociação).

 

 

 

Qual a Melhor Ferramenta de Prospecção Para o Seu Negócio?

qual melhor ferramenta

É natural que depois de tantas opções, surja a dúvida sobre qual seria a escolha mais adequada para o seu negócio e a verdade é que esta resposta varia muito.

De forma geral, o aspecto mais importante não é o preço do serviço, mas o retorno que você pode obter e isso, por sua vez, depende do uso que você faz dos leads captados.

Em outras palavras, de nada adianta uma excelente prospecção de clientes, se sua equipe de vendas, ou sua fábrica, não for capaz de acompanhar o processo.

Em princípio, para empresas menores, que querem se convencer do funcionamento destas ferramentas, ou ainda, querem aprender aos poucos, os planos acessíveis da Crowdstack podem ser muito atraentes.

Outras empresas, com equipes maiores, podem achar mais interessantes opções que incluam análises complexas a partir de Bigdata, ou precisem de uma ferramenta que inclua serviços específicos.

Portanto, a grande questão, além da prospecção em si, é como a sua empresa lidará com estes novos clientes em potencial afinal, quando se trata do crescimento do negócio, é preciso ter uma estratégia abrangente, que compreenda todas as etapas envolvidas.

Sendo assim, encerramos recomendando que sua escolha seja determinada pelo tipo de serviço que necessita, em conjunto com o potencial de retorno, mais do que pelo custo do serviço em si.

Temos também uma postagem que fizemos sobre 15 ferramentas para automação de marketing

Dicas de marketing digital e vendas para pequenas empresas

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É fato que boa parte dos negócios de empresas varejistas e atacadistas atualmente são tratados pela web. As vendas online estão cada vez mais comuns, e parte na frente quem consegue adotar boas práticas marketing digital. E o que pequenas empresas precisam fazer para se enquadrar nesse cenário? Acompanhe as 6 dicas de marketing digital que selecionamos para você.

Dicas de Marketing Digital

O marketing digital reúne ações que uma empresa desenvolvera no ambiente virtual para ampliar seus negócios, aproximar seus clientes e fortalecer sua marca. De maneira mais simples é usar a internet para promover vendas e conhecer melhor seus clientes.

Esse modal para pequenas empresas é mais que viável, principalmente pelo baixo custo de investimento, e das várias possibilidades que pode alcançar com uma eficiente estratégia de marketing digital.

Dicas de marketing digital: como impulsionar vendas

1 – A primeira coisa é ter um site no ar. Porém, não é apenas colocar uma página na rede e pronto. Precisará aplicar todas as técnicas necessárias para tornar seu site responsivo. Seu endereço eletrônico deve estar devidamente configurado, layouts específicos para que o cliente consiga acessá-lo via smartphone ou tablet. São detalhes que fazem muita diferença, não só ao consumidor, mas também, aos sites buscadores.

São esses sites buscadores (Google, Yahoo, Bing, etc.) que farão seu site promissor. E somente se adequando a eles que conseguirá espaço nesse ambiente. O trabalho de dar visibilidade aos sites nos mecanismos de buscas é uma prática comum utilizada pelos profissionais de SEO.

2 – Agregar valor a seu conteúdo. Além de uma boa apresentação sua empresa precisará de um site que leve bom conteúdo aos clientes. O formato de vendas pensado pelo marketing digital vai além do que estamos habituados. O cliente vai em busca do produto ou serviço, porém, precisa entender coisas relacionadas. É aí que entra a produção de conteúdo. É bem comum os textos institucionais que explicam o funcionamento do serviço ou produto, e blogs que vincularam temas relevantes ao público da empresa.

3 – Associe tecnologias de gestão. Empresas que realizam vendas online enfrentam problemas que parecem ser simples, mas que provocam dor de cabeça e prejuízo. Imagine que a atualização das mercadorias disponíveis de seu site não é simultânea, e acaba vendendo produtos que não constam mais no estoque. Certamente não agradará os clientes. Por isso, vale contar com programas como ERP, por exemplo, que vincularão os dados reais de estoque e financeiro, com a informação mostrada no site.

Com programas assim, conseguirá mais do que controlar estoque, passará a ter uma gestão financeira mais dinâmica, e conseguirá gerir suas vendas de forma mais organizada.

4 – Faça um bom trabalho nas mídias sociais. Escolher a métrica certa para trabalhar seus posts nas redes sociais é uma das melhores estratégias de marketing digital para impulsionar vendas. Criar conteúdos que agradem e vá capte novos clientes é uma das vantagens dessas redes sociais. Também, poderá ficar de olho nas tendências das pessoas que compõem sua rede.

5 – Utilizar e-mail marketing. Continua sendo uma boa forma de se aproximar aos clientes, e fazer com que eles retornem ao site e realizem compra. Existem estratégias certas para não tornar o e-mail marketing grosseiro ou chato. Uma boa assessoria de marketing digital irá mostrar os melhores caminhos dessa ferramenta.

6 – Patrocinar anúncios em redes sociais. É outra forma interessante de se mostrar ao grande público, e atraí-lo. Mas, aposte em conteúdos que tenham a ver com sua marca, nada de ir atrás de ideias que não contextualizam com seu segmento no mercado. O Facebook Ads tem se tornado uma ferramenta muito utilizado por pequenas empresas para promover seus negócios, pois possui uma plataforma diferenciada que permite segmentar seu público de acordo com suas preferências pessoais.

Pesquisa é fundamental para aumentar suas vendas

Uma das lições de marketing digital é que precisará bastante de pesquisas de mercado. Saber o que seu cliente deseja é hoje uma das coisas mais importantes do negócio. Oferecer produtos ou serviços que saciem essa vontade é o grande desafio, que sem essa orientação de dados não conseguirá.

Para ter essas informações vale investir numa consultoria de marketing digital. Profissionais que estejam atentos a essas mudanças de mercado, serão ótimos aliados para melhorar seus resultados além de oferecer dicas de marketing digital valiosas.

Porém, não adianta partir para esse tipo de investimento, sem antes controlar todos os processos internos de sua empresa. Para evitar aquele exemplo que citamos acima do problema com o estoque x site. Portanto, seu sucesso de vendas dependerá do total controle de seus procedimentos internos. Implantar um sistema de gestão empresarial junto as estratégias de marketing, são as principais formas de alavancar suas vendas.

Confira mais dicas de marketing digital no nosso post sobre links patrocinados.

Automação de Marketing: 5 Ferramentas para seu Negócio

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Automação de MarketingPra quem trabalha com marketing digital sabe que por mais que seja uma área repleta de ferramentas e tecnologia, demanda tempo cuidar de tantas tarefas. Esse número de tarefas gera custo e tempo, às vezes uma pequena empresa ou um empreendedor não consegue dar conta de tantas coisas, nesse mesmo tempo surge a automação de marketing. O uso de softwares auxiliando na execução de algumas tarefas. Ela vai te ajudar alcançar públicos maiores com a mesma qualidade e atendimento personalizado. Nesse artigo, você vai perceber que precisa de algumas ferramentas para automatizar seus processos, continue lendo, irei te provar isso.

Entenda o que é automação de marketing

Pensando em um cenário onde existem vários setores e funções diferentes numa empresa, o número de obrigações é grande para o número de pessoas. Pensando nisso, para ter resultados satisfatórios existem ferramentas que ajudam em todo o processo do marketing digital. Talvez você pense que uma demanda pequena possa ser administrada por uma ou poucas pessoas, e manualmente, mas pensando no lado da qualidade, perde-se muito. Muitas vezes o tempo que uma pessoa gasta fazendo uma tarefa, ela poderia agendar um software para ele fazer 10 de uma só vez, ou seja, sobrando mais tempo para produzir conteúdo de qualidade.

Se você ainda não está convencido que precisa automatizar seus processos, continue lendo esse artigo, pois vou falar de alguns benefícios e curiosidades, logo em seguida falarei das 5 melhores plataformas de automatização de marketing.

Principais benefícios da automatização de marketing

Quanto maior a empresa, mais clara a necessidade de usar softwares para ajudar nas tarefas. Quando o número de demanda e clientes é muito grande fica difícil executar trabalhos individualmente, isso é claro, mas vou te provar que uma empresa pequena também tem vantagens e provavelmente você nunca tinha pensado nisso.

O objetivo principal de uma empresa é a venda, isso é um fato. Imagine você investindo as mesmas 4 horas diárias em uma única tarefa e conseguir o triplo de vendas? Fantástico, não? Isso acontece quando o lead é tratado de forma pessoal, quando você o nutre de informações que ele realmente precisa. O ato da compra não acontece por acaso, depende de etapas e processos eficientes. A automação de marketing consegue deixar tudo isso mais prático e rápido, melhorando a conversão da maquina de vendas.

Falando em vendas, é preciso atingir seu público alvo e captar os leads, essa é uma tarefa que sem a automação de marketing demandaria muito tempo. O custo de conversão tende a diminuir usando os softwares corretos, por exemplo, em um projeto onde você tem que atingir 100 pessoas e tem um retorno de R$65,00 em cada uma delas, gastaria o mesmo tempo atingindo 200 e ganhando o dobro. O investimento no software tem um retorno rápido.

Os benefícios não ficam apenas com a empresa, o cliente também são ganhando. Ele recebe um atendimento melhor, conteúdo de qualidade e consegue fazer uma venda mais rápida.

Os maiores erros de automação de marketing

As vezes quando você lê que precisa usar ferramentas que irão facilitar muito o seu trabalho e fazer sua empresa vender mais, você acaba se iludindo e esperando muito delas. Existem erros muito comuns que acontecem por falta de atenção e de controle com o processo de automação.

  •  As ferramentas não trabalham sozinhas

Pensar que automatizando processos você não precisará mais trabalhar é um erro grave. O papel dela é automatizar as suas decisões, se os objetivos não estão devidamente traçados a ferramenta vai apenas seguir uma ordem que não é correta. Mesmo depois de planejar corretamente a automação, é preciso acompanhar os próximos passos e frequentemente mensurar os dados.

  •  Não segmentar

Quem não pensa que existem diversos públicos dentro de um único público precisa rever seus conceitos de marketing digital. A segmentação é cada vez mais comum e cada vez maior dentro de um publico que parece igual, mas não é, com interesses diferentes e em períodos diferentes é preciso segmentar, e não espere que algum software de automação de marketing vá fazer isso por você. Agrupe os leads com características parecidas e personalize a comunicação e o conteúdo. Quanto mais segmentado maior a captação de leads.

  • Esquecer a jornada de compra

A jornada de compra é o caminho que torna o visitante em um comprador. São todas as etapas, desde o interesse dele em certo conteúdo, mesmo não sabendo exatamente onde ele pode usar aquilo, depois no reconhecimento do problema, posteriormente ele enxergando uma solução no serviço ou produto e por fim, a decisão de adquiri-lo. Essas etapas têm conteúdos diferentes, abordagens diferentes e apelos diferentes.

Algumas empresas acabam nutrindo o lead com conteúdo relevante apenas quando ele está próximo de efetuar a compra. O que é um erro, pois as outras etapas são tão ou mais importantes que a última. Se o objetivo estiver claro e estruturado em todas as etapas, é difícil esquecer a jornada de compras.

Sabendo disso, uma automação com qualidade depende de todo esse processo, de toda a construção desse relacionamento. Não pode deixar que uma ferramenta seja responsável dos detalhes, é obrigatório executar o software com a jornada de compras em mente.

  • Não alinhar processos entre marketing e vendas

Além dos erros frequentes de uso das ferramentas, a falta de sincronização entre os setores de marketing e vendas são faz com que a automação seja correta. Quando o acompanhamento do lead é feito de perto, é possível adiantar o trabalho do setor de vendas, ele chegará com uma base maior do que o vendedor necessita. Essa automatização precisa vir do marketing, antes de tudo. Ele deve ser acompanhado desde o inicio da sua jornada.

  • Não analisar

Esse erro poderia ser colocado em diversos manuais de diversos segmentos, não analisar os dados periodicamente atrasa os processos finais. A automação de marketing precisa ser acompanhada baseada em dados fornecidos pelas plataformas, as melhorias devem ser constantes. Isso ajuda a construir modos de trabalhos diferentes, para isso é preciso fazer testes e verificar que está funcionando melhor.

As métricas mais importantes para serem observadas na automação de marketing são:

CTR – (Em português, taxa de cliques) É relação entre cliques nas CTAs (Call-To-Actions) e emails entregues. Essa métrica consegue entregar vários tipos de dados e comparar campanhas de email marketing.

Taxa de abertura – É calculado pelo número de email abertos e o número de emails entregues, essa taxa indica se o lead foi receptivo com o email. Geralmente quanto maior o conhecimento do lead com a empresa, maior a taxa de abertura.

Volume absoluto – É métrica que analisa o numero de leads que chegaram ao seu objetivo final. Para melhorar essa métrica é recomendado melhorar a comunicação com o lead.

Como fazer automação de marketing sem deixar de ser pessoal

Automatização pessoal

Podemos perceber até o momento as facilidades e vantagens da automação de marketing, mas provavelmente surgiu a dúvida, se eu automatizar todo o meu processo, não vou deixar de personalizar meu atendimento? Não, não vai se você seguir os próximos passos.

Escreva conteúdo relevante

Para ficar mais próximo do seu lead, escreva o email o chamando pelo seu primeiro nome, isso ajuda bastante na automação de marketing. É possível também usar outras informações dele, como suas preferências, informações do seu emprego e necessidades atuais.

Segmente

É umas das práticas mais importantes, que consiste em entregar a mensagem certa para a pessoa certa. Com certeza dentro da sua base de email, existem leads muito diferentes e em estágios diferentes do funil de vendas, invista tempo nessa segmentação, segmente o máximo para atingir todos os seus leads.

Cuidado com o nome e email do remetente

Os emails enviados com nomes e email de pessoas tem maior taxa de abertura. Use desse gatilho para que seu lead se sinta falando com você de verdade. No campo do email não use um endereço de ‘’no reply’’, deixe aberta essa porta, não afaste o lead de você, ele pode ter a sensação de que esse mesmo email foi enviado para milhões de pessoas e ele é apenas mais um.

Responda

Continuando o ultimo tópico, responda esses emails. Pode parecer perda de tempo responder tantos emails, mas é um investimento de tempo a longo prazo. O lead se sentirá prestigiado e terá a certeza que os emails enviados para ele são por pessoas e que a empresa o ouve.

Email de boas vindas

Assim que uma pessoa se torna um lead, ela espera receber algo em troca, espera que valha a pena estar naquela lista, por isso, envie o mais pessoal email de boas vindas que você pode. Siga todas essas dicas e torne esse email o melhor email que esse lead possa receber, um relacionamento começando com confiança tem tudo para ser duradouro.

Leads não engajados

Sempre tem aquele lead que sumiu e que não está engajando na sua base de emails. Esse lead precisa retomar aquela vontade que o fez entrar em contato com a sua empresa, por isso envie um email como se fosse apenas para ele, pergunte o que houve, tente achar qual o motivo que fez ele não estar consumindo seus conteúdos.

Como escolher os melhores softwares para sua empresa

Agora que você já entendeu o que são os benefícios da automação de marketing, vou citar alguns pontos importantes para você não escolher qualquer ferramenta. Existem muitas ferramentas no mercado, mas nem todas elas vão atender as suas demandas, para que uma ferramenta seja realmente eficaz, ela deve seguir os seguintes tópicos.

  •  Funcionalidade

Às vezes, pelo tamanho da sua empresa, você não vai precisar utilizar uma ferramenta que contém funcionalidades que você não necessita. Escolha aquela que atende o que realmente você precisa executar.

  • Customização

Para uma maior adaptabilidade, customizar uma plataforma pode te trazer ganho de tempo e de dinheiro. É essencial quando você possui muitos clientes e tarefas distintas.

  • Praticidade

Não contrate ferramentas difíceis de usar! O grande ganho da automação de marketing é o tempo, depois dele o dinheiro. Se você perde tempo com uma ferramenta, não vale a pena usá-la.

  • Integração com outras ferramentas

Tenha como fator de decisão a integração com softwares que você já possui. E quando pensar em adquirir novos, veja se eles têm integração, isso facilitará a usabilidade dos mesmos.

  • Mensuração de resultados

As ferramentas que entregam os dados e resultados com facilidade e periodicidade devem ser prioridade, pois assim fica mais fácil de analisar o que está dando certo na empresa. Algumas delas possuem relatórios detalhados e até cruzam os dados com os resultados de outros softwares.

  • Suporte

Tenha atenção com o suporte prestado pela empresa que fornece o software, muitas vezes acontecem contratempos e apenas o suporte pode ajudar. Verifique se ela possui período de teste, nesse tempo, veja se todas as ferramentas conseguem ser usadas e se o suporte ajudará em caso de possíveis erros.

  • Custos

Todos os pontos citados antes são importantes, mas é preciso pensar na realidade da sua empresa e não investir mais do que pode ou do que precisa. Existem ferramentas de todos os tipos e valores, adapte à sua realidade e ao momento da sua empresa a contratação de um software.

Ferramentas de automação de marketing

Antes de falar das ferramentas, vamos falar um pouco de CRM (Customer Relationship Management), que em português significa, Gestão de Relacionamento com o Cliente. O CRM está na base da automação de marketing, ele consegue controlar as principais informações do seu lead. A partir desses dados, fica mais fácil para a equipe conhecer melhor o lead e nutrir ele com as informações que ele gostaria de receber. Agora vamos detalhar as principais ferramentas que irão te ajudar na automação de marketing.  Vamos falar das suas funcionalidades e como elas podem ajudar o seu negócio.

Hubspot CRM

HubSpot

Empresas que precisam executar muitas tarefas nas áreas de marketing e vendas tem o Hubspot CRM como uma das melhores opções. A empresa foi fundada em 2004 com o objetivo de vender de uma forma diferente, conseguir atingir o público de uma forma mais assertiva. A partir dessa ideia nasceu o inbound marketing, amplamente conhecido no mundo. Que são técnicas focadas em atrair o visitante para que ele se torne um lead e assim ir nutrindo com conteúdo até que ele se torne um comprador.

O software é baseado nessa estratégia, o inbound, ele possui ferramentas de interação, conversão e mensuração de resultados. Além disso, o Hubspot CRM pode rastrear todo os emails enviados, organizar sua pipeline de vendas, agendar e gerenciar tarefas. Ele tem como objetivo conseguir gerar mais leads, mais tráfego, e consequentemente, mais vendas.

Hubspot CRM

RD Station

RD Station

A Resultados Digitais, mais conhecida como RD Station, é uma empresa brasileira fundada em 2012 em Florianópolis. Ela é uma ótima plataforma de automação de marketing que possui diversas ferramentas que ajudam a sua maquina de vendas, baseada no inbound marketing.

A RD Station, consegue ajudar a empresa com gerenciamento de mídias sociais, técnicas de SEO, disparada de e-mails, criação landing pages e pop-ups. Existe também um CRM com seus leads. Apesar de todas essas ferramentas que a RD Station oferece, é aconselhável seguir alguns pontos para atingir os objetivos.

– É importante que você tenha um site, sugerimos na plataforma WordPress pela facilidade e praticidade de implementação de novas ferramentas.

– É indicado que você faça marketing de conteúdo

– É recomendado que você tenha uma verba para fazer publicidade paga, como: Google Adwords e Facebook Ads.

– É bom ter uma certa força de vendas para converter melhor os leads.

A RD possui 3 planos de assinatura. Basic, Pro e Enterprise.

O Basic oferece gestão e disparo de e-mails, construção de landing pages e uma automação com apenas um tipo de fluxo. É recomendado para empresas que estão no início da sua estrutura de marketing digital. Pelo valor, é uma ótima oportunidade.

O Pro já possui mais possibilidades para o usuário, como automação de marketing lead scoring, lead tracking e integração com outras soluções. É mais indicado quando você possui um fluxo maior de leads sendo repassados ao setor de vendas.

Já o Enterprise, o maior plano, possui o maior pacote de ferramentas, uma das mais importantes é a de Business Inteligence. É recomendado se sua empresa já está num estágio avançado no marketing digital.

Existe uma certa concorrência entre a RD e a Hubspot, por fornecerem praticamente o mesmo serviço, com algumas poucas diferenças. Qual seria o melhor para a sua empresa? Não existe uma resposta certa, a RD possui um custo/benefício melhor mas vale a pena consultar dentro da sua própria empresa quais ferramentas seriam melhor usadas pelas plataformas.

RD Station

Lahar

 

A Lahar é uma plataforma que além de automação de marketing, tem um foco em gerenciamento de vendas. Com as principais ferramentas para automação de marketing, ele possui interface amigável, ótima integração de informação, inteligência de análise de dados e customização de conteúdo.

Plataforma Lahar

O principal objetivo que a Lahar propõe é aumentar a produtividade das equipes de marketing e vendas reduzindo custos. Ela também oferece estratégias para facilitar a execução do funil de vendas, ajudando na nutrição do lead. Os destaques da plataforma estão na facilidade de criar landing pages funcionais, disparo de email marketing estratégico, segmentação da base de contatos, monitoramento das mídias sociais e busca de palavras chaves na internet. Além disso, o desempenho de seus relatórios possui informações que integram toda a equipe.

Lahar

Pipedrive

Pipedrive

O Pipedrive CRM é umas das ferramentas mais usadas no mundo na área de gerenciamento do relacionamento com o cliente. É um software bem completo e muitas vezes ganha em usabilidade que os demais concorrentes, o Pipedrive não exige nenhum treinamento nem configuração complexa. Você tem a possibilidade de acessar suas informações na plataforma de qualquer lugar através de aplicativos, assim consegue comandar a maquina de vendas remotamente. Além disso tudo, ainda fornece um teste grátis de 30 dias para você aproveitar todas as funcionalidades antes de contratar a plataforma.

Existem dois comportamentos que fazer a Pipedrive ser um diferencial no mercado, são eles:

Foco no produto: Segundo o CMO da empresa, Andrus Purde, o foco da Pipedrive sempre foi um ótimo produto. E isso você percebe assim que acessa a plataforma, logo no primeiro contato já fica visível a facilidade de usar o software.

Testes: Desfrute da possibilidade de testar absolutamente tudo na plataforma. Analise os resultados obtidos nesses 30 dias de teste, entenda perfeitamente como funciona todo o processo desse software.

Pipedrive

MailChimp

Mailchimp

MailChimp é a ferramenta de automação de email mais usada em todo o mundo. Ele faz com que uma estratégia de disparo de email se torne algo mais simples que o normal. Por ter uma série de vantagens, o MailChimp é recomendado para quem não tem muita experiência com gestão e disparos de email, mas pode ser usado por empresas que já possuem mais experiência. Mas ele não possui apenas ferramentas para emails, ainda tem ferramentas para mídias sociais e criação de anúncios. Além disso, caso a taxa de rejeição do seu email seja alta, o MailChimp pode bloquear ou ate cancelar a sua conta para prevenir o uso indevido da plataforma.

Os principais benefícios do MailChimp, são: Integração com diversas plataformas, ótimo custo/beneficio, fácil de usar, automação de email, teste A/B, alta taxa de entrega e conta gratuita para teste.  Mas existe alguns pontos que deixam a desejar, como: Não ter um bom criador de landing pages, não conseguir gerenciar um funil de vendas e a plataforma ser em inglês.

MailChimp

 

Depois de tanta informação vimos o que é automação de marketing, seus benefícios, os cuidados que precisam ter quando contratar uma ferramenta de automatização. Você deve estar pronto para começar a testar essas ferramentas, já deve estar com ideias na cabeça pensando na sua empresa produzindo mais e melhor. Não tenha pressa, aproveite todos os testes possíveis, customize cada plataforma para suas necessidades e escolha a melhor ferramenta de automação de marketing.

Acredito que você tenha algumas dúvidas sobre todo esse processo, nos escreva! Deixe um comentário dizendo o que mais gostou e se tem alguma dúvida. Teremos o prazer de te ajudar!

 

Pipedrive CRM: Vale a pena?

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O Pipedrive já alcançou mais de 70.000 clientes no mundo e sua plataforma já possui mais de 16 idiomas. A plataforma de gestão de funil e CRM com sede nos Estados Unidos e Estônia tem sido amplamente utilizada também no Brasil.

Pipedrive
A gestão de clientes passou a ser um ponto crucial em qualquer empresa, que precisa ser acompanhada de perto para perceber oportunidades de conversão e também para sanar problemas tão logo apareçam. Essa tarefa pode ser bem difícil se não houver a ajuda de ferramentas específicas para gerenciar o relacionamento com os clientes, e essas ferramentas são conhecidas como CRM (Costumer Relationship Management).

O que é CRM?

O CRM, ou Gestão de Relacionamento com Cliente, pode ser considerada uma estratégia de gestão ou um software que ajuda a empresa a colocar em prática o que foi planejado.

Como estratégia significa focar todos os esforços da empresa no acompanhamento do cliente, criando um relacionamento próximo de confiança e referência em determinado assunto.

Como ferramenta é um sistema tecnológico que facilita o acompanhamento da estratégia de relacionamento proposta e ajuda a empresa a colocar em prática todas as etapas desse planejamento.

O principal objetivo de utilizar um sistema de CRM na empresa é nortear a estratégia de vendas através de análises profundas das etapas da jornada de compra, além de identificar e segmentar as personas. Ele representa uma importante ferramenta que potencializa os esforços e os resultados do departamento de vendas da empresa.

As principais vantagens proporcionadas pelo uso de uma ferramenta CRM na sua empresa são:

  • Controle dos dados completos do cliente

Conhecer profundamente o seu cliente é essencial e a ferramenta CRM centraliza e organiza todas as informações relacionadas a um cliente e traça o seu perfil. Essa funcionalidade permite inferir dados relevantes sobre as características de compras dos seus clientes, identificando suas preferências. Dessa forma é possível otimizar o tempo da equipe de vendas da empresa já que todas as informações estão disponíveis em um só lugar.Integração de Informações

  • Aumento das vendas

O CRM ajuda no cumprimento das metas de vendas, oferecendo informações valiosas para o direcionamento da equipe que pode ofertar o produto certo no momento certo ao cliente, otimizando os seus esforços. Estudos revelam um aumento de 20 a 40% de efetividade nas vendas.

  • Acompanhamento de cada etapa da venda

Uma etapa essencial de qualquer estratégia de venda é a análise dos resultados apresentados para identificar se o planejamento foi eficiente ou precisa de acertos. O CRM auxilia a empresa também nessa função oferecendo um funil de vendas, ou pipeline, que demonstra a posição de cada cliente no processo de venda. Dessa forma é possível criar campanhas específicas para cada etapa desse funil e impactar os clientes da maneira

A ferramenta ainda permite uma avaliação profunda sobre os resultados apresentados para a identificação das ações que estão gerando melhores resultados e quais devem ser aprimoradas. Dessa forma os acertos são realizados mais rapidamente proporcionando maior eficiência.

  • Ajuda na fidelização dos clientes

Quando a empresa entende o comportamento dos clientes, se torna capaz de atender suas expectativas e isso cria um vínculo de fidelidade ideal. O CRM possibilita esse reconhecimento das necessidades dos clientes e faz a empresa entender o momento de cada um, dando a oportunidade de agir da maneira certa e no momento oportuno.

Pipeline de vendas

Pipeline de vendas é uma representação visual de todo o processo de vendas que torna mais eficientes e dinâmicos até mesmo os processos mais complicados de conversão. Pipeline é o mesmo que funil de vendas e demonstra cada etapa do processo de conversão.

Cada uma dessas etapas possui particularidades que podem causar grande dificuldade para as equipes e gerar prejuízos com a perda de prazos, ou a falta de ações necessárias para a conclusão da venda.

Pipedrive CRM: O que é?

Pipedrive CRM é uma ferramenta de gestão de vendas completa que ajuda as empresas a organizar e controlar os processos de conversão.  É voltado para pequenas empresas que precisam concentrar seus esforços em negócios certos e fechar vendas mais rapidamente.

Com ótimo design e fácil usabilidade, o Pipedrive traz simplicidade para o processo de venda, tornando-o muito mais eficiente.

Como funciona o Pipedrive?

Um dos grandes problemas enfrentados pelas empresas é encontrar um sistema CRM que realmente possa ser utilizado pelos colaboradores e seja útil para o pipeline efetivamente. Isso acontece porque a maioria dos softwares CRM acaba se tornando meramente um bloco de notas onde são depositadas informações sobre os clientes.

O Pipedrive é diferente, pois o seu funcionamento é voltado para vendas efetivas. Com recursos que automatizam etapas burocráticas do processo, é possível concentrar esforços para tarefas que realmente fazem diferença para atrair os clientes certos.

O Pipedrive conta com a instalação rápida e interface simplificada que facilita a visualização de todo o processo de vendas da empresa. E a utilização pode ser iniciada no mesmo dia da instalação, realizada através do acesso ao site do software e cadastro.

Suas principais características são:

  • Planejamento de ações
  • Visualização de oportunidades em cada etapa do funil de vendas
  • Acompanhamento das interações com os clientes
  • Lembretes de ações necessárias
  • Layout simples e personalizável
  • Linha do tempo que ajuda a prever ações prioritárias
  • Relatórios estratégicos
  • Integração com outras ferramentas
  • Aplicativo mobile
  • Segurança
  • Possibilidade de utilização em diversos idiomas e conversão de moedas

Recursos do Pipedrive

O Pipedrive oferece diversos recursos úteis para o melhor desempenho do processo de vendas da sua empresa.

  • Gestão de funil – Interface leve que orienta sobre as ações necessárias
  • Integração com e-mail – Receba e envie e-mails dentro do sistema facilitando o acompanhamento das informações.
  • Atividades e metas – E-mails de lembrete de atividades, notificações mobile e alertas de ações.
  • Relatório de vendas – Acompanhamento dos resultados das ações e identificação de oportunidades de melhoria.
  • Previsão de vendas – Previsão de receitas e indicação de boas oportunidades de conversão.
  • Aplicativos móveis – Aplicativos mobile para iPhone e Android que permite o trabalho em qualquer lugar.
  • Integração com softwares – Integração com diversos softwares, inclusive o Google, e possibilidade de desenvolvimento de recursos personalizados gratuitamente.

Pipedrive para pequenas empresas

As pequenas empresas são as que mais podem se beneficiar com o uso do Pipedrive CRM já que normalmente possuem menor número de funcionários e precisam otimizar o tempo de seus colaboradores e principalmente a assertividade nas abordagens de vendas.

O Pipedrive é hoje um dos principais sistemas CRM do mercado, já tendo ajudado mais de 70.000 empresas em todo o mundo.

Quanto custa o Pipedrive?

O sistema Pipedrive CRM oferece ótimo custo-benefício para as empresas, sendo possível escolher entre três modalidades de plano: Prata, Ouro e Platina. Os valores variam entre $12 e $63 dólares por mês para planos anuais e ainda entre $15 e $75 dólares por mês nos planos faturados mensalmente. Disponibilizamos o link para acessar a tabela de preços do Pipedrive.

Com todas essas informações sobre o sistema Pipedrive CRM certamente você percebeu a importância do uso dessa ferramenta de gestão de relacionamento com clientes para sua empresa. O Pipedrive é um dos melhores sistemas CRM do mercado e acessível mesmo para as pequenas empresas, que podem se beneficiar muito com a organização do processo de vendas e da gestão de relacionamento com clientes.

 

A importância de ter um site

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O mundo está mudando e você precisa se atualizar com ele. Antes, apenas ter um cartão de visita bastava. Hoje, empresa que só tem cartão de visita como forma de propaganda está ultrapassada e não alcança nem 10% do público que poderia alcançar se estivesse online. Afinal, não possuir endereço na web é como não existir para muitos clientes.

Tanto que o valor gasto com internet e criação de sites, hoje, não é mais considerado um custo no orçamento das empresas, mas um investimento. A internet possibilita que sua empresa seja vista no mundo inteiro – e permite que você faça negócios com pessoas que moram muito distantes da sua sede.

O site se tornou o cartão de visitas moderno. Por isso, mais importante ainda é que ele seja bonito e funcional, ou seja, fácil de mexer e útil para quem acessar; Também é interessante que seu site contenha formulário de contato, telefones visíveis, lista de seus produtos detalhada, fotos bonitas e que utilize recursos modernos para chamar a atenção de seu cliente e causar uma boa primeira impressão.
Pense no seu público-alvo

Claro que é fundamental que você goste do layout de seu site, porém, acima de tudo, você precisa pensar no seu público-alvo, ou seja, seu cliente. É através do site que você consegue se relacionar diretamente com ele. Um site fácil de mexer, organizado e com informações claras e objetivas, é mais agradável, não confunde o cliente e o deixa satisfeito com a sua marca.

Então, para que seu site gere um resultado satisfatório em seus negócios, na hora de pensar no layout e nas informações que serão dispostas nele, coloque-se sempre no lugar de seus clientes.

Além de ter um site com as mais modernas tecnologias, atualmente é imprescindível pensar na sua divulgação. Apenas dessa forma será possível rentabilizar o site e atrair clientes potenciais.

O Links PatrociandosSEO são de extrema importância e podem ajudar a sua empresa a atingir resultados crescentes.

Vale a pena investir um pouco na construção de seu site, estudar os layouts com cuidado, personalizar recursos e produzir conteúdo customizado.

Que construir um site para melhorar a visibilidade de sua empresa ?  Conte com a Neorion.

Marketing Digital: Guia Definitivo de Como Fazer!

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Marketing Digital

Marketing Digital

Quando o uso da internet se popularizou, possivelmente, não se imaginava quanto ela iria evoluir nos próximos anos. Hoje em dia, essa evolução é vista a todo o instante, como forma de se comunicar com amigos e familiares, buscar informação e se entreter.

Mas não é só quem usa a internet para fins pessoais que se beneficia. As empresas também encontram nessa ferramenta uma grande aliada, pois os seus canais de comunicação conseguem estreitar a relação com o público. Para comprovar isso, aí está o marketing digital.

As suas possibilidades, atualmente, são inúmeras. Elas permitem não só que as empresas interajam mais de perto com os consumidores como também que essa comunicação seja única.

Afinal, quem diria que um app de celular permitiria marcar uma consulta ou vender um produto, em poucos minutos? Porém, quais são as melhores estratégias para o seu negócio, já que no mundo virtual os canais de comunicação são diversos?



Se você deseja saber mais sobre Marketing Digital continue lendo este artigo e confira as informações e dicas presentes nos tópicos a seguir:

  • Marketing Digital: O que é?
  • Tipos de Marketing Digital
  • Vantagens do Marketing Digital
  • Estratégias de Marketing Digital
  • Métricas de Marketing Digital

Marketing Digital: O que é?

Marketing Digital O que é

O marketing digital é todo o marketing realizado por meio da internet, não se resumindo apenas à divulgação de produtos e serviços. Também engloba a estratégia de vendas, preço e a definição de como atender as necessidades do público alvo.

Mesmo se diferenciando do marketing tradicional, feito fora da internet, em diferentes aspectos, o básico do marketing digital é o mesmo. Para entender melhor é possível citar o mix de marketing.

Ele engloba o conceito dos 4 Ps do marketing, que são as estratégias para aproximar a empresa do seu público. Mesmo no mundo digital, continuam muito importantes. São os seguintes:

  • Produto;
  • Preço;
  • Praça;
  • Promoção.

Produto

É o que a sua empresa vende, quais são as suas vantagens para o consumidor, como atende as suas necessidades, quais são as suas características.

Preço

É o valor do produto para o cliente, sendo que precisa ser atrativo, pode ter descontos e ofertas, além de garantir a lucratividade necessária para o seu negócio.

Praça

É onde o seu produto é oferecido, como ele pode ser segmentado para o seu público, como funciona a sua logística e armazenamento.

Promoção

São os canais de divulgação do seu produto, como ele é apresentado ao consumidor, quais são as estratégicas para o seu público conhecer a sua marca.

Todos esses conceitos do marketing são importantes e úteis para a sua estratégia quando é transferida para o marketing digital. Afinal, é preciso ter um produto condizente com o que o seu público busca, ser ofertado nos canais adequados e por um preço coerente.

E para que tudo isso seja possível, é necessário saber a melhor maneira de promovê-lo. Além disso, com o uso cada vez mais frequentes das ferramentas online, mais um P surgiu, de Pessoas.

Isso porque com a maior interação do consumidor com a marca, quando se usam os meios virtuais, as pessoas começaram a influenciar esse processo. Hoje, são 8 Ps, sendo que os demais são os seguintes:

  • Processos: como o produto é fabricado;
  • Posicionamento: como o cliente percebe a marca;
  • Performance: quais os seus diferenciais.

Tipos de Marketing Digital

Tipos de marketing

As principais estratégias de marketing digital são:

  • Inbound Marketing;
  • Marketing de Conteúdo;
  • SEO
  • Links Patrocinados

Embora possam parecer a mesma coisa em um primeiro momento, é possível diferenciá-las de acordo com a maneira como são colocadas em prática. De qualquer forma, para uma estratégia eficiente, essas formas de fazer marketing digital se complementam com sucesso.

Inbound Marketing

Esse tipo de marketing digital também é chamado de marketing de atração, sendo que essa definição explica bem o seu conceito. Isso porque, ao utilizá-lo, o objetivo é que as pessoas sejam atraídas para a empresa.

Mas isso não acontece porque o consumidor quer comprar o seu produto. Primeiro, ele entra em contato com a marca porque ela oferece um conteúdo interessante e relevante, o que é feito com mais facilidade através dos canais online.

No Inbound marketing, diferente do Outbound marketing, o marketing tradicional, que se baseia muitos nos anúncios, a empresa oferece uma solução para os seus problemas ou necessidades do seu público. Mas não diretamente, usando seus produtos e serviços.

Em um primeiro momento, a empresa mostra credibilidade e autoridade, disponibilizando informações confiáveis para que o consumidor faça uma tomada de decisões. Aqui, a ideia é apresentar a sua expertise, para que em um segundo momento a venda aconteça.

Para tanto, a marca faz uso dos canais do marketing digital para se aproximar do público e criar uma audiência, com o objetivo de aumentar a sua interatividade e ganhar o seu respeito. Além de criar um elo com o consumidor, essa tática permite conhecer mais o público alvo.

Marketing de Conteúdo

Para que o Inbound Marketing seja colocado em prática, se faz uso do marketing de conteúdo, que consiste na publicação de informação de interesse e relevância para o público alvo. Isso é feito através das mídias sociais online.

Hoje, essa estratégia é bastante eficiente, pois os consumidores, cada vez mais, buscam na web informações, respostas e orientações no dia a dia. Oferecendo esse conteúdo a eles, a marca consegue atrair e conquistar mais clientes, levando-os a efetivar a compra.

No entanto, a empresa precisa se posicionar de maneira adequada na jornada de compra do seu cliente em potencial. Isso exige identificar quais as mídias que ele mais usa e marcar presença nas mesmas.

Assim, o marketing de conteúdo é feito através dos seguintes canais:

  • Blog;
  • Site Institucional;
  • Redes sociais;
  • E-mail Marketing;
  • Newsletter;
  • Entre outros.

SEO

Outro tipo de marketing digital é o SEO ou Search Engine Optimization, sendo que essa sigla se refere à otimização para mecanismos de busca. A sua finalidade é a de fazer com que o seu site ou blog seja bem ranqueado, aparecendo nas primeiras posições das pesquisas online.

Estar entre os primeiros nos resultados de busca ou mesmo na primeira página aumenta muito as suas chances de ter, todos os dias, um maior número de visitas. Por consequência, mais internautas conhecem a sua marca, o que é essencial para o Inbound marketing funcionar.

E para estar bem posicionado é preciso seguir algumas regras, determinadas pelos buscadores, como o Google, que querem oferecer aos seus usuários a melhor experiência em termos de navegação. Para tanto, eles deixam entre os primeiros os conteúdos considerados melhores.

Isso significa que o conteúdo é original, com textos bem escritos, que tenham coesão e palavras-chaves relevantes em conformidade com os interesses do internauta. É preciso ainda contar com imagens de qualidade e que sejam nomeadas adequadamente.


Esses são apenas alguns exemplos das técnicas de SEO. Existem muitas outras, as quais contribuem para que o seu site ou blog apareça com mais frequência na busca orgânica.

Links Patrocinados

Os links patrocinados são formas de anunciar nos mecanismos de buscas como Google, Yahoo!, Bing etc. Links patrocinados são anúncios que você paga por clique que costumam estar localizados na parte superior e inferior do Google, e, diferente da pesquisa orgânica, possuem uma identificação de “anúncio” nos resultados de pesquisas.

As vantagens de utilizar este canal de marketing é que os resultados costumam a aparecer rapidamente. Por isso, é uma estratégia muito utilizada por empresas de diversos tamanhos que investem no marketing digital.

Outro ponto importante é que para que a estratégia continue dando resultados é necessário um investimento contínuo nas ferramentas de anúncio pois ela trabalha de forma semelhante à um leilão e, uma vez interrompido, os anúncios deixam de ser exibidos. Esta é uma das principais diferenças entre o link patrocinado e o SEO.

Vantagens do Marketing Digital

Vantagem Marketing Digital

Existem muitas vantagens do marketing digital, veja quais são elas:

Interação com o público alvo

A interatividade que uma marca pode ter com o seu público ao apostar no marketing digital é possivelmente um dos seus diferenciais mais atrativos. Com essa maior interação é possível ganhar credibilidade e confiança, além de conhecer melhor o seu público alvo.

Maior alcance

Com o marketing digital, as empresas podem ganhar maior visibilidade e ser conhecida em todo o país e mesmo em outros países. Não é preciso ser nenhuma grande corporação para isso, desde que possa atender clientes espalhados pelo Brasil com a logística adequada.

Direcionamento

Uma das principais diferenças entre o marketing digital e o marketing tradicional é a possibilidade de direcionar as suas ações. Se pela TV, rádio e jornal um único anúncio atinge um público diverso, online é possível promover ações específicas para cada grupo.

Facilidade de mensuração

O investimento com o marketing digital também se torna mais seguro, pois é mais fácil de avaliar os resultados obtidos. Hoje, existem diferentes maneiras de mensurar os resultados, inclusive, sabendo quais ações surtiram mais ou menos efeito.

Estratégias de Marketing Digital

Estratégia de Marketing

Para usar o marketing digital e obter os resultados esperados, é essencial que haja uma estratégia bem construída. Ela depende das peculiaridades de cada empresa, sendo preciso levar em consideração produto ou serviço, mercado, público alvo e trajetória.

Veja a seguir os principais passos para construir a melhor estratégia de marketing online:

Passo 1 – Determine objetivos

Saiba quais são os objetivos da sua empresa com o marketing digital. Ganhar visibilidade? Aumentar leads? Vender mais? Ter autoridade virtual? Maior visibilidade? Ter isso em mente contribui para a escolha dos melhores canais.

Passo 2 – Escolha os canais de comunicação

Pesquise junto ao seu público alvo quais são as mídias que mais utilizam e, entre elas, eleja as mais eficientes para a sua estratégia. Para tanto, é importante conhecer como funciona e quais são os recursos de cada canal.

Passo 3 – Faça um cronograma de publicações

É importante delegar funções para a sua equipe, a fim de ter profissionais responsáveis pelas publicações e pelo monitoramento dos canais. Também é fundamental responder todas as mensagens que receber, mais uma forma de promover a interação com o público.

E para garantir a organização e o bom gerenciamento nada melhor do que um cronograma de publicações, inclusive, se houver mais de uma pessoa responsável por essa tarefa. Desse modo, evitam-se publicações extras ou deixar de responder algo para um consumidor.

Passo 4 – Avalie a contratação de profissionais experientes

Criar uma estratégia de marketing digital exige uma boa avaliação do segmento de mercado e do público alvo, bem como dos canais para promover as ações. Nesse sentido, pode ser necessário contratar uma agência de marketing digital.

Com profissionais capacitados e experientes, é possível seguir o caminho certo com mais praticidade, sem cometer erros comuns que acontecem quando não se tem a carga de conhecimento necessária. A agência pode apenas dar consultoria ou colocar a mão na massa.

Passo 5 – Mensure os resultados

Acompanhe e registre todas as informações sobre os resultados obtidos com as ações. Isso tudo é útil para posteriormente ser analisado e você descobrir se os resultados são os esperados.

Métricas de Marketing Digital

KPIs

Para mensurar e analisar os resultados, há diferentes métricas, ou seja, técnicas que contribuem para a obtenção de dados mais precisos. Veja quais são algumas delas:

Visitantes Únicos

Quantos visitantes acessaram o seu site ou blog em um determinado período de tempo.

Sessões

Interações, como cliques e páginas visitadas, de cada visitante.

Novas Sessões

Essa é outra métrica semelhante à anterior, com a diferença que mesmo sendo um só visitante, conta-se como uma nova sessão se ele voltar a sua página 30 minutos depois. Essa atitude indica alto poder de atração.

Tipo de tráfego

É a origem da visita, podendo ser orgânico, por meio dos mecanismos de busca, ou de campanhas pagas, o que vai depender dos canais utilizados.

Taxa de Rejeição

Porcentagem de visitantes que apenas entram no site e logo saem, sem realizar interações.

Retorno Sobre Investimento

Também chamado de ROI consiste na diferença entre a soma das despesas com o marketing digital e o valor ganho com as conversões resultantes das ações online. O ganho deve ser maior para que o seu negócio não tenha prejuízo.

Custo de Aquisição de Clientes

Indicado pela sigla CAC, serve para identificar quanto a sua empresa gasta para conquistar cada cliente. Para ter um resultado positivo, o custo deve ser menor do que se gasta com marketing digital com cada cliente.

Essas são apenas algumas métricas existentes para mensurar os resultados das ações de marketing digital promovidas pela sua empresa. Além disso, é importante avaliar quais delas podem ser usadas pelo seu negócio.

De qualquer forma, não se pode pular essa etapa. Afinal, se os resultados não forem os previstos, é necessário rever a estratégia e ajustar conforme o necessário para que melhores resultados sejam atingidos.

E mais, é preciso que existam profissionais da sua equipe dedicados a essa tarefa. Eles também devem saber como realizar o trabalho para que não cheguem a resultados incorretos.

10 Ferramentas de Marketing Digital Indispensáveis

Ferramentas de Marketing Digital

 

Como você já deve saber, o marketing digital é parte essencial da divulgação de negócios e produtos neste novo mercado baseado no mundo online.

A cada ano, há mais empresas compreendendo isso e portanto, é fundamental entender as tendências, bem como, as regras básicas deste jogo.

Também por isso, é importante manter-se atualizado, lendo e estudando sempre que possível e neste sentido, hoje temos um objetivo bastante específico: oferecer uma visão geral de 10 ferramentas indispensáveis para o marketing digital.

Apenas o suprassumo do que você precisa conhecer para ter sucesso em suas futuras campanhas. Vamos lá?

1 – Google Adwords

Google Adwords

Google Adwords

O Adwords é uma das ferramentas mais conhecidas e utilizadas no marketing online e tem um funcionamento bastante simples, embora exista uma curva de aprendizado para uso otimizado.

O sistema se baseia na escolha de palavras-chave relacionadas ao seu negócio ou produto, para que apareça em destaque nas buscas efetuadas pelos usuários.

Em outras palavras, se você oferece serviços de banho e tosa para pets, por exemplo, escolhe termos de busca comuns, relacionados ao seu negócio, à região em que opera e assim por diante.

Algumas palavras-chave podem ser muito concorridas, como “advocacia” ou “pizzaria” e nestes casos, terem um custo maior por clique (CPC), que é o quanto você paga por pessoa que acessa seu anúncio.

Parece complicado? Não se preocupe, existe uma outra ferramenta atrelada a esta, que te ajuda a gerenciar e controlar suas campanhas, a número dois desta lista.

2 – Google Analytics

Google Analytics

Google Analytics

O Google Analytics é fundamental para se construir uma imagem de como o seu site está funcionando. Esta ferramenta fornece diversos dados como visitantes, pessoas online neste momento, localização do visitante, tempo de permanência na página, taxa de rejeição e muito mais.

Além disso, é possível vincular sua conta do Analytics com o Google Adwords podendo importar suas metas do Analytics para a plataforma de anúncios do Google. Outras funcionalidades incluem a separação de tráfego (orgânico, pago, etc), quais campanhas vieram os tráfegos, etc.

3 – Facebook Ads

Facebook Ads

Facebook

E falando em direcionamento de campanhas, o sistema do Facebook Ads é um dos mais precisos neste quesito.

É possível criar campanhas específicas para atingir apenas jovens moradores de São Paulo que gostem de gastronomia, ou pessoas que moram sozinhas em Porto Alegre, mas tem gatos, por exemplo.

É claro que também existe uma curva de aprendizado para otimização de anúncios, mas o Facebook inclui métricas e outras ferramentas para facilitar a vida de quem está começando no marketing digital.

Na plataforma, integrar elementos diversos dentro de uma mesma campanha, como sua landing page, ecommerce, site ou blog, é relativamente simples, mas o destaque fica para as ferramentas de análise, cujo primeiro exemplo vem a seguir.

4 – Google Page Insights

Pagespeed Insights

Page Insights

Como havíamos falado nos posts da atualização Google Speed a velocidade de carregamento do site é um dos pilares para conseguir um bom desempenho nas buscas orgânicas e no Google Adwords.

Sendo assim, o Google disponibiliza uma ferramenta para desenvolvedores que oferece dicas de como deixar o seu site mais rápido e diminuir o seu tempo de carregamento.

5 – LinkedIN Ads

LinkedIn Sales Navigator

Linkedin

Precisa de uma plataforma mais específica para suas campanhas online? Uma das melhores alternativas do mercado é o LinkedIN.

Principalmente, por ser uma rede social voltada apenas para profissionais, o que significa que o público já está pré segmentado e portanto, pode ser a plataforma ideal para anúncios de MBA´s ou cursos online de curta duração, por exemplo.

O sistema funciona de forma similar ao Facebook Ads, ou seja, existem muitas possibilidades de direcionamento e segmentação, assim como ferramentas de análise de desempenho.

6 – Marketplaces

Marketplaces

Ao contrário das ferramentas anteriores, marketplaces não se refere a um software ou sistema específico, mas a um conceito do marketing digital.

Entre os maiores e melhores exemplos nacionais do formato estão o Submarino, as Americanas e outros gigantes do setor, que reúnem produtos de terceiros em seus comércios eletrônicos.

A lógica é a seguinte: você aproveita o tráfego destes sites mais conhecidos para oferecer seus produtos em suas páginas, em troca, paga comissões para a rede que estiver utilizando.

Como isso não inviabiliza que você tenha seu próprio ecommerce, torna-se uma maneira de ampliar suas possibilidades de ganho, em tempo reduzido, por um custo previsível.

7 – MailMarketing

Mail Marketing

Esta é uma das ferramentas menos compreendidas do mercado, justamente porque muitas pessoas e empresas fazem mal uso da mesma.

Dentro de uma campanha bem planejada, uma empresa consegue angariar uma grande quantidade de cadastros de consumidores em potencial e não há forma melhor de se comunicar com estas pessoas, do que através de e-mails.

O problema, como dissemos, são as empresas que enviam mensagens apenas por enviar, repetitivas, insistentes, desconectadas com o perfil ou com o interesse do seu público.

Neste sentido, começamos a destacar uma peça essencial para o sucesso de campanhas online: a integração e balanceamento de estratégias em plataformas diversas, mas vamos incluir este assunto no próximo tópico.

8 – Automação de Marketing

Ferramentas de Automatização de Marketing

A esta altura, você pode estar pensando que são muitas ferramentas e também, que precisa de explicações mais profundas a respeito de cada uma delas.

Embora isso seja verdade, há um terceiro ponto ainda mais importante: uma vez que inicie suas campanhas de marketing digital, você e sua equipe terão muitos aspectos para gerenciar.

Criação e postagem de conteúdos em diversas redes sociais, concepção de campanhas, testes A/B e uma infinidade de aspectos técnicos e/ou rotineiros, cuja execução pode ser muito demorada.

Por isso, é fundamental escolher bem uma ferramenta de automação, principalmente para criação e gerenciamento de conteúdos e acompanhamento de resultados.

Do contrário, lidar com tantos dados, espalhados por diversas plataformas pode se transformar em uma tarefa impossível.


9 – Criação de Landing Page

Landing Page

Quando você lança anúncios online, o objetivo inicial é atrair leads, ou seguidores que são, basicamente, clientes em potencial.

Quando uma pessoa destas clica em um anúncio, deve ser direcionada a uma página de entrada (landing page), que pode ser genérica, ou específica.

Em muitos casos, trata-se do primeiro contato direto daquela pessoa com seu negócio e portanto, você deve ter uma página desenhada especificamente para recebê-la e coletar dados como e-mail, por exemplo.

Existem inúmeras ferramentas de criação de landing pages no mercado, mas o mais importante neste momento, é compreender que esta página corresponde a cumprimentar um cliente que acabou de entrar em sua loja.

Mesmo que não compre nada, você quer causar uma boa impressão e se possível, entender seus hábitos e preferências, para saber o que poderá oferecer aquela pessoa no futuro.

10 – Google Tag Manager

Tag Manager

Tag Manager

O Tag Manager é uma ferramenta do Google para simplificar o processo de adicionar códigos ao site. Na plataforma do Tag Manager é possível adicionar trechos em HTML, código de conversão do Adwords, Pixel do Facebook, Remarketing etc. Tudo isso em uma plataforma bem simples de utilizar.

 

Uma Última Palavra Sobre Estas Ferramentas e Conceitos

Para quem está começando no marketing digital, muito do que dissemos pode parecer bastante confuso afinal, se você nunca rodou uma campanha para captação de leads, é difícil imaginar o que seja, ou como deva ser, uma landing page.

Mas acredite, mesmo para que já está há algum tempo nesta estrada, sempre há o que aprender.

No mundo digital, as técnicas são dinâmicas, novas ferramentas surgem com frequência e a única solução é estudar sempre e manter a mente aberta.

A boa notícia é que, com paciência e dedicação, qualquer tipo de negócio pode se beneficiar do marketing digital, pelas suas duas principais características:

  • Baixo custo;
  • Direcionamento preciso.

Juntando estas duas pontas, chegamos a um potencial de retorno de investimento imbatível na comparação com qualquer método publicitário tradicional.

E se a sua dúvida está relacionada aos softwares específicos que pode utilizar, como no caso da automação, por exemplo; saiba que as opções são muitas e será necessário experimentar um pouco.

Porque se não ficou claro até aqui, não custa enfatizar: marketing digital é aprendizado constante e mais do que isso, adequação ao seu caso individual.

Apesar da lógica geral que rege as campanhas online, no fundo, sua prática determina o que é mais efetivo para o seu negócio ou produto e assim, é mais importante testar alternativas, do que se ancorar em apenas uma desde o início.

A menos é claro, que você resolva contratar uma agência para gerenciar suas campanhas, mas neste caso, já se trata de uma outra conversa.

15 ferramentas top para otimizar sua conversão

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Você com certeza já ouviu falar em ferramentas de otimização para conversão, ou CRO. Mas você sabe o que é isso? Uma conversão nada mais é do que uma ação importante que seu visitante faz em seu site.

O conceito de conversão acaba variando de site para site, por exemplo, um e-commerce tem como sua principal conversão as vendas realizadas. Já um site que gera leads tem como principal o envio de dados por um formulário de contato. O conceito varia, mas em todos os casos a conversão se transforma em lucros.

Então a sua conversão será sempre voltada para o seu tipo de site, o que fará com que a empresa fature mais e se aproxime também de seus futuros clientes.

As ferramentas de otimização vem sendo discutida por muitos especialistas, afinal o comércio digital vem crescendo muito e tudo o que diz respeito ao aumento de vendas deve ser analisado com muita cautela. E esses estudos não são á toa.

Algumas funções podem melhorar as conversões em qualquer tipo de site, mas existem muitas no mercado e surgem outras a cada dia. Por isso é essencial que os profissionais filtrem essas ferramentas e vejam quais as melhores.

E pensando em ajudar você que quer saber mais sobre as ferramentas, separamos algumas informações muito importantes sobre o assunto. Então continue lendo o artigo e confira agora mesmo mais sobre isso.

As ferramentas de otimização para conversão ajudam seu site extrair ainda mais tráfego do que ele já tem, ou seja, as conversões são fundamentais para o crescimento do seu site, principalmente nos dias de hoje que a concorrência no meio digital é tão grande.

O mercado online está cada vez mais aquecido e os investimentos nessa área não param de crescer. Visto isso, você que tem um site precisa se destacar entre os demais para vender cada vez mais e ter uma empresa de sucesso.

Qualquer mudança em seu site deve ser premeditada e principalmente testada antes, afinal as configurações dele são essenciais para o aumento ou não de suas vendas. Algumas mudanças podem dar certo para algumas pessoas, mas para você pode não dar e por isso é fundamental testar antes.

15 ferramentas top para otimizar sua conversão

É essencial analisar o custo benefício de cada ferramenta disponível no mercado e ver as opiniões de outros donos de sites sobre ela. Você não quer ter aborrecimentos ao longo das mudanças de seu site não é mesmo? Por esse motivo você precisa investir nas ferramentas certas para o seu site.

1. A/B Tasty:

AB tasty

Essa é uma ferramenta projetada para massas, elas oferecem testes baseados em seu cliente, onde você pode tirar muitas informações importantes sobre eles. Isso ajuda a intensificar a aproximação com eles e a analisar o perfil de cada um.

2. Adobe Analytics:

Adobe Analytics

Essa ferramenta faz parte do Adobe Suite de Marketing e é uma plataforma poderosa para o seu site.

Anteriormente conhecido como Adobe SiteCatalyst, a ferramenta tem praticamente tudo o que você poderia querer, incluindo análises em tempo real, análise de aplicativos móveis, rastreamento de funil e Inteligência Preditiva.

3. Browserling:

Browserling

Essa ferramenta oferece interação ao vivo com seu visitante e cliente, com testes de navegador baseados na web.

Isso lhe dá um visual real de cada navegador. A partir daí, você também pode fazer anotações e reportar erros de design em qualquer navegador.

4. ClickTale:

Clicktale

Essa é também uma poderosa ferramenta, ela faz repetições de sessão, funis de conversão e heatmaps.

5. Canvas para GrowtechHackers:

Canvas

A Canvas é uma plataforma que ajuda a suportar o processo de crescimento do seu site, que pode ocorrer de forma muito rápida em alguns casos. Esse suporte é fundamental para que seu site esteja acessível 24 horas por dia sem complicações para seus clientes e visitantes.

Os resultados de arquivamentos também são guardados com a ajuda dessa poderosa ferramenta.

6. Clicky:

Clicky

A Clicky é uma ferramenta gratuita, mas é indicada apenas para os sites que tem menos de 3 mil visualizações por dia. Ele se posiciona como uma alternativa ao Google Analytics e ajuda muito os iniciantes no mercado digital.

Clicky tem alguns recursos que diferenciam (todas as análises em tempo real, mapas de calor), mas eu não acho que valha a pena mudar do GA. Se você quer mapas de calor, existem outras ferramentas gratuitas.

7. Conductrics:

Conductrics

A Conductrics é uma ferramenta mais avançada, oferecendo métodos de Teste A/B que foram misturados com o Machine Learning para oferecer aos visitantes e clientes experiências nova para cada usuário. O melhor de tudo é que isso acontece de forma automática.

8. Crazy Egg:

Crazyegg

Essa ferramenta oferece mapas de calor, de clique, de rolagem e muitos outros. Ele oferece um vislumbre visual sobre como os visitantes estão navegando pelo seu site. Essas informações são ricas e você deve investir nessa ferramenta para analisar mais o perfil de seu público.

9. Decibel Insight:

Decibel Insight

Essa é uma poderosa ferramenta de análise de CX de alto nível, sendo indicada para sites de nível empresarial. Ela oferece repetição de mapas de calor, sessão, análise de formulários, relatório de erros e comportamentais.

10. Effective Experiments:

Effective Experiments

Essa á uma plataforma única e ajuda no gerenciamento de todo o fluxo de trabalho e de otimização que ajuda os CROs a armazenar as suas ideias e planos. Além disso, os resultados também estão inclusos nessa mesma plataforma.

11. Ethnio:

Ethnio

Você pode recrutar seus testadores dos visitantes do seu site com essa ferramenta.

12. Experiment Engine

Experiment Engine

Essa é uma ferramenta de gerenciamento de fluxo de trabalho que te ajuda no planejamento, a criar e também reportar testes A/B.

13. Formisimo

Formisimo

Essa é uma excelente ferramenta que analisa formas. Ela é também uma alternativa para o Google Analytics para formulários.

14. Google Analytics:

Google Analytics

O Google Analytics é uma ferramenta muito comum e é utilizada por mais de 70% dos comerciantes.

15. Heap Analytics:

Heap Analytics

Essa ferramenta captura todas as ações dos seus usuários e em sua aplicação na web ou IOS.

Essas 15 ferramentas de otimização para conversão são realmente algumas das melhores do mercado, mas como já foi citado, você deve analisar e testar em seu tipo de site. Veja quais as necessidades de conversão dele e escolha as melhores para o seu site.

Use todas as técnicas que estiver ao seu alcance para aumentar a conversão de seu site, gerando mais vendas e mais lucros se for o caso. A concorrência é muito alta e por isso alguns investimentos são necessários.

Se você é dono de um site iniciante, trabalhe bastante para alcançar bons resultados e além das ferramentas use técnicas para estar nas primeiras páginas do Google. Então mãos a obra.

Confira também nosso post sobre 5 ferramentas de automação de marketing

Quais são os desafios para o marketing digital em 2017?

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Diversas transformações têm acontecido no ambiente do marketing digital. De custo por clique estamos rapidamente vivenciando a transição para o custo por Lead. De site institucional generalista para landing page de captura objetiva, com foco no persona e diferentes táticas de persuasão, gatilhos de motivação entre outras já conhecidas e quase saturadas técnicas. De anúncio em mídias sociais para lead generation. De “outbound” para marketing de conteúdo. Mas em meio a tantas inovações, conceitos e ferramentas, algumas “realidades” continuam valendo: equilibrar a comunicação e o verdadeiro engajamento com os clientes, a reputação da marca e entregar produto ou serviço que agrega, de fato, valor, permanece sendo um dos principais desafios das empresas, para além do marketing e da venda.

Da perspectiva de quem trabalha com marketing digital, o departamento de vendas nem sempre está fazendo o seu trabalho como deveria. Do ponto de vista da equipe de vendas, a qualidade dos leads não é adequada. Mas antes de pensarmos no Lead, a oferta a qual se propõe propagar é clara? Antes disso, há de fato uma oferta a ser divulgada ou apenas um site bonito repleto de “autoafirmações” ?

Temos acompanhando diversos casos de clientes de PPC (inclusive médias e grandes empresas) desperdiçando dinheiro por não terem página de destino conectada com “o termo e o anúncio divulgado”. Em outras palavras, sem sintonia com o que o cliente procura. Sem oferta clara. Sem uma promessa básica.
Páginas de destino visualmente bem elaboradas ressaltando apenas as “incríveis” qualidades do produto ou serviço muitas vezes apenas sintetizam na cabeça do visitante as palavras “caro” e “inacessível” – entretanto, não necessariamente é – e não necessariamente é essa a intensão.

Você enquanto consumidor não tem interesse em saber qual é a promessa básica de um produto ou serviço? Agora, quantos sites possuem essa informação de forma rápida e clara? Páginas de captura de lead por PCC precisam ser rápidas (e precisam estimular o KIKO que existe em cada um de nós. O KIKO eu ganho com isso?), pois o visitante está com a sua página e mais outras 4 abertas no navegador e em um piscar de olhos o mouse já está no botão de fechar.

Com isso podemos afirmar que gerar tráfego qualificado não é apenas uma questão de gerar tráfego qualificado. O tráfego pode ser o mais qualificado possível, mas se ao entrar na página de destino o visitante não encontrar de forma rápida e objetiva o que busca….. lá se vão mais alguns reais para o ralo.

Em paralelo ao tradicional PPC, o marketing de conteúdo, a automação de marketing, nutrição de leads e a geração orgânica de tráfego tem sido bons aliados no engajamento com os consumidores. Embora estejamos vivenciando certa saturação de conteúdos sobre tópicos similares, tudo indica que o marketing de conteúdo só tende a crescer nos próximos anos. A razão é simples. Funciona.

Marketing de conteúdo aproxima e engaja quando bem elaborado. Por outro lado, pense naquele anúncio com letras garrafais prometendo emagrecimento rápido e sem esforço, te perseguindo por toda a internet. Pronto. O marketing de conteúdo é exatamente o oposto disso. Primeiro porque em tese não te persegue, parte do pressuposto que é você quem está interessado em um determinado conteúdo. Ao invés de perseguir atrai. Segundo porque teoricamente se propõe a entregar informações percebidas com valor por você.

A inércia disso tudo são consumidores acostumados à primeiro receber valor, depois pagar por ele. A julgar pelo extenso volume de opções de tudo quanto é tipo de serviço ou produto, isso empurra a efetividade do spam, do cold call (ligações frias de telemarketing), dos banners de emagrecimento rápido cada vez mais para baixo. Mais oferta = menor percepção de escassez = maior dificuldade para receber um retorno do lead em um processo de venda.
No meio desse bolo, a automação de marketing é apenas uma automação de marketing, não um milagre. Alias, se sua empresa trabalha com um produto com alto valor agregado, com ótima margem e se dá ao luxo de atender de forma mais pessoal e personalizada à maioria dos interessados, por que não fazer? Se alguém está pronto e já qualificado para comprar uma Ferrari em qual fluxo de automação de marketing a gente coloca esse Lead?

Embora pesquisas como a que descreveremos a seguir indiquem que os consumidores não apenas preferem como já esperam que parte do processo de compra seja automatizado é preciso questionar o que encaixa ou não para cada negócio. Quanto de esforço e dinheiro é viável para sua equipe investir em cada prospecção?

Empresas de vendas de serviços de consultoria, por exemplo, tendem a se beneficiar mais com a utilização de técnicas de inbound do que um e-commerce de produtos de marca estabelecida com ticket médio de R$ 200,00. Serviços complexos precisam informar (nutrir) o lead sobre as especificidades do que se pretende oferecer, enquanto trabalham o engajamento e a elevação da percepção da reputação, diferentemente da venda de um produto “comoditizado”, já conhecido e estabelecido, mais pautado pela competição de preços e escala.

Feitas as considerações iniciais, descrevermos abaixo a pesquisa que têm nos ajudado a pautar nossas percepções sobre as tendências do marketing digital para os próximos meses. “Estado do Inbound 2017”, publicado pela Hubspot. Número de entrevistados globais: 6399 profissionais em 141 países. América latina 2273 em 50 países.

O que é mais difícil fazer em vendas em comparação com 2 a 3 anos atrás?
Fechar negócios – 42%
Receber uma resposta do prospect – 35%
Identificar/prospectar bons leads – 33%
Envolver vários tomadores de decisão em uma empresa no processo de compra – 28%
Evitar descontos/negociação – 23%
Incorporar mídias sociais no processo de vendas – 22%
Usar as tecnologias de vendas no dia a dia do trabalho – 19%
Realizar uma apresentação – 17%
Fazer pesquisa antes da chamada/e-mail inicial – 16%
Conectar via telefone – 15%
Conectar via e-mail – 14%
Manter alguém no telefone – 9 %
Obter referências – 8 %

Qual tem sido o canal de maior sucesso para seus representantes de vendas se conectarem com um prospect ?
Telefone – 32%
E-mail – 22%
Facebook – 21%
Outros – 16%
Linkedin – 5%
Outras redes sociais – 4%

Em sua opinião, com que parte do processo de vendas os representantes têm mais dificuldade?
Identificação do lead – 21%
Prospecção – 38%
Qualificação – 13%
Fechamento – 28%

A maioria dos profissionais de marketing hoje está empenhada em converter leads em clientes, ampliar o tráfego para seu site e expandir vendas para clientes existentes.
Reduzir o custo da aquisição de contatos/leads/clientes – 23%
Capacitação de vendas – 25%

Quais são as principais prioridades de marketing da sua empresa nos próximos 12 meses?
Comprovar o ROI das atividades de marketing – 33%
Aumentar o tráfego para o site – 49%
Aumentar a receita derivada dos clientes existentes – 49%
Converter contatos/leads em clientes – 72%

Pensando especificamente sobre projetos de inbound marketing, quais são as principais prioridades da sua empresa ?
Aumento da presença orgânica/SEO – 56%
Criação de conteúdo de blog – 48%
Criação de conteúdo interativo – 45%
Criação de conteúdo visual – 42%
Automação de marketing – 40%
Distribuição/ampliação de conteúdo – 38%
Ferramentas on-line – 37%
Vídeos de instruções de produtos – 27%
Criação de conteúdo visual/artigos longos – 24%
Webinars – 16%
Avaliações freemium – 7%
Não sei – 3%

Em sua opinião, qual é a tática de marketing mais superestimada?
Publicidade paga (impressa, outdoor, transmissão) – 25%
Mídia social orgânica – 17%
Email marketing – 16%
Publicidade on-line paga (anúncios de mídia social, PPC) – 13%
SEO – 7%
Automação de marketing – 5%
Blog – 4%
Relações públicas/analista de relações empresariais – 4%
Capacitação de vendas – 3%
Desenvolvimento de material promocional – 3%

Quais são as principais prioridade de vendas da sua empresa para o próximo ano?
Fechar mais negócios – 76%
Melhorar a eficiência do funil de vendas – 36%
Realizar a venda social – 33%
Treinar a equipe de vendas – 24%
Melhorar as tecnologia de venda existentes – 23%
Investir em um CRM – 15%
Investir em capacitação de vendas – 15%

Os entrevistados também escreveram que estão preocupados em “criar parcerias mais fortes” e criar “autoridade no assunto para começar a conversa”.

Quais são os principais desafios de marketing da sua empresa ?
Gerar tráfego e leads – 66%
Comprovar o ROI de nossas atividades de marketing – 37%
Identificar as tecnologias certas para nossas necessidades – 32%
Como você prefere se comunicar para fins comerciais?
E-mail – 80%
Presencialmente – 56%
Telefone – 52%
Mídias sociais – 46%
Apps de mensagens – 45%
Vídeo conferencia – 39%

Estamos perdendo mais e mais tempo em reuniões

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A cada dia que passa, independentemente do setor de atividade em que atuamos, estamos perdendo mais e mais tempo com reuniões. São milhares de horas, milhões de pessoas e bilhões de dólares sentados em torno de uma mesa, discutindo assuntos variados e todos fingindo que estão interessados ou comprometidos. A administração por consenso parece ter tomado conta das organizações e hoje já se transformou numa praga que se espalha como rastilho de pólvora, quase uma epidemia.

Reunião de planejamento, board meeting, comitê de assuntos financeiros, revisão de orçamento, núcleo de sinergia, grupo integrado de trabalho, qualquer assunto é razão para reuniões intermináveis, onde a única certeza é que em breve teremos outro encontro semelhante em algum lugar do planeta…Enquanto isso, lá fora, o mercado está mudando, comprando, vendendo e tomando decisões.

Durante as sessões, há uma falsa sensação de segurança entre todos os presentes. Sentem-se protegidos pelo manto do anonimato decisorial onde, se der certo “eu participei”, se der errado “tinha mais gente comigo”. Quase não há mais espaço para a decisão isolada ou o instinto prevalecendo sobre a análise. Estamos desaprendendo a assumir responsabilidades individuais.

Margareth Tatcher dizia sempre que o consenso é a negação da liderança. Talvez por isso tenha sido tão criticada em vida e reverenciada em morte.

A verdade é que tomar decisões por consenso pode ser politicamente correto, principalmente nas grandes estruturas organizacionais, mas não necessariamente eficiente. Assim como o e-mail interno serve mais para proteger quem envia do que para informar quem recebe, convocar reuniões é quase sempre uma atitude defensiva de dividir responsabilidades e não assumir riscos. E é impressionante como muita gente acabou desenvolvendo todo um ferramental adequado para participar de reuniões.

Eles vão desde laser pointers, data-shows e blocos de anotações com calculadoras embutidas, até uma seleção de frases de efeito que funcionam muito bem nessas ocasiões.

Esses seres são chamados de “executivos de reunião”, uma casta especial de profissionais, normalmente ineficientes no dia a dia da empresa, mas extremamente competentes em participar de boards e comitês. Possuem todo um jargão especial que sempre pega bem, apesar de não significar absolutamente nada, e seu único objetivo é postergar decisões e sair do encontro com fama de ponderado e equilibrado: “Não podemos concluir isso apressadamente” – “Sugiro uma análise mais aprofundada do assunto” – “O momento exige cautela” – “Não podemos nos esquecer de nossos concorrentes” – “Alguém já analisou esses números sob um outro ângulo?” – “Há pesquisas que comprovem o que foi apresentado?” – “Sugiro que se façam mais algumas simulações tomando como base um cenário mais conservador”. É a obviedade covarde prevalecendo sobre a coragem competitiva.

Estudiosos em matéria de política e relacionamento nas organizações afirmam que numa grande empresa você tem mais chance de uma carreira bem sucedida se errar de vez em quando, do que se acertar constantemente. E isso é ainda mais verdade se esses acertos forem individuais. O mais dramático, porém, dessa síndrome reunitiva, é que agora começa a atingir também a área de vendas das empresas. Pessoas que deveriam estar frente a frente com seus clientes e lutando palmo a palmo para a conquista do mercado, encontram-se no quartel-general preparando apresentações. Estão passando mais tempo “vendendo” ideias e conceitos para sua própria empresa do que produtos ou serviços para seus clientes.

É claro que reunião é importante, trocar ideias pode melhorar a capacidade decisorial e incentivar a sinergia deve ser um objetivo de qualquer organização. Mas daí a viver reunindo-se por qualquer motivo, esperar que todas as atitudes sejam fruto de consenso e ficar avaliando performance em vez de atacar o mercado, pode ser uma atitude perigosa que coloca sua empresa definitivamente na coluna dos perdedores. E sempre haverá uma última reunião para se anunciar a derrota.

Publicação formalmente autorizada pelo autor Walter Longo.

O modelo tradicional de web design está totalmente quebrado

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“Empreender é se jogar de um precipício e construir um avião durante a queda” – Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn.

Hoje trazemos duas abordagens para o desenvolvimento de projetos web, de um lado o modelo tradicional de web design e suas fragilidades, de outro os conceitos de uma tendência que tem ganhado força quando pensamos em sites com alto desempenho, o “Growth Driven Design”.

Até pouco tempo atrás (por volta de 2012), enxergávamos o desenvolvimento de um site como um projeto de começo, meio e fim.  Um novo site era publicado e permanecia em média de 1,5 a 2 anos sem grandes atualizações. Nesse meio tempo, novos recursos tecnológicos que aprimoram a experiência do usuário,  novas ideias, novos formas de engajar e converter o usuário nasciam, mas não eram implementadas.  Como o site já “estava pronto” e havia sido feito um grande investimento de energia, dinheiro e tempo; desculpas como “falta de tempo”, “gastamos todo o nosso orçamento” eram frequentes.

Sabemos que o site de uma empresa, em especial as de pequeno e médio porte, muitas vezes é o vendedor número 1.
Com o atual dinamismo da internet é preciso que a evolução de um site seja continua.

growth-driven-design-chart
No gráfico acima, podemos observar a diferença entre as duas metodologias de desenvolvimento.   Enquanto no modo tradicional os sites permanecem por muito tempo inalterado, obtendo o mesmo nível de impacto e desempenho, do outro, com o Growth-Driven Design, o aumento no impacto é constantemente incrementado.

Sem dúvida a flexibilidade e a possibilidade de se aperfeiçoar a experiência do usuário continuamente contribui significativamente para uma melhor performance do site.  Além disso com essa abordagem há diminuição dos riscos com web design tradicional, pois em projetos fechados, de 3 meses (em geral), sempre há alguma necessidade que não é previamente pensada.   É como participar de uma corrida de fórmula 1, com um carro que só corre volta sim volta não.

Para minimizar riscos e desperdícios, em um projeto Growth-Driven é preciso pensar de forma otimizada.  Quais são os 20% de requisitos/funcionalidades que vão produzir 80% dos resultados esperados ?  Em outras palavras, muitas vezes não se trata da cor ou do estilo dos botões, mas de como está projetado o seu formulário de contato, como estão organizados os conteúdos, qual a posição dos “call to actions” dentro das páginas…

O que o site realmente precisa, quais são as reais urgências ?   Ao invés de acumular necessidades por muito tempo, precisamos avaliar e implementar pontos de maior impacto a todo instante.  Lembre-se, na internet, tudo pode ser medido.  Do tempo que o usuário permanece em cada página até quantos cliques cada botão obteve.  Quanto tempo o usuário passa em cada campo de um formulário e em qual campo uma parte deles desiste de preencher.

Essa nova tendência não é apenas uma moda, com a atual competitividade no ambiente digital, “quem corre anda, quem anda está parado e quem está parado está andando para trás.” Luis Gasparetto.

Arte e design possuem propósitos distintos

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Sempre que iniciamos um novo projeto de internet, precisamos separar a arte do design.
O objetivo é simples, a arte tem como propósito inspirar e cada observador tem uma interpretação própria a seu respeito, ou seja, a arte depende de gostos.  Já o design cumpre seu objetivo independente de gostos.

Outro ponto fundamental entre a arte e design é que o processo de criação de uma obra de arte começa com nada. Resulta de uma visão, opinião ou sentimento que o artista deseja expressar.  A arte então é o meio que o artista encontra para compartilhar esse sentimento com os outros.
Já os designers possuem como ponto de partida motivar uma ação, ou uso.  Mas antes de pensar no como, o designer deve pensar no por que.   Algumas empresas tem como foco o que elas projetam, mas as de maior sucesso estão focadas no por que elas projetam.

Nessa linha de pensamento, o design começa a traçar um panorama que engloba qual o propósito do projeto?  Para quem ele é desenvolvido?  O que é desejável que as pessoas que interagem com o design façam? Tudo isso deve refletir uma linguagem e direção clara e comum.

Com a popularização dos produtos do Google, a forma minimalista de se construir sites ganhou mais destaque. A máxima é: Simplifique até que se tenha o menor número de elementos possível. Com o foco no que é mais relevante a atenção do usuário não é desperdiçada.

O design do Google torna fácil o modo de se fazer a coisa certa.  Quando pensamos em design, precisamos trabalhar com a prática em vez da teoria.  Testes A/B ajudam a tirar as deduções sobre o que funciona.

Use a prática ao invés da teoria por que o mais importante é que uma coisa funcione e não que você tenha alguma teoria a respeito dela.

Um bom design não significa apenas fazer o template bonito. Se o objetivo for, por exemplo, gerar conversões é preferível sacrificar determinados elementos estéticos em busca de um melhor resultado.  Um bom design não cria um novo problema para resolver outro. Isso geralmente acontece como o propósito do projeto não está claro e as questões estéticas se sobrepõem a usabilidade.

Para finalizar, se você estiver planejando o design de seu novo projeto web, comece pelo propósito. Simplifique. Teste e lembre-se de que quem vê cara, não vê conversão.

Até a próxima!

Vale a pena anunciar no Google ?

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A resposta ao questionamento lançado no título desse artigo é direcionado para pequenas e médias empresas que ainda não trabalham com o Google Adwords.  Isso porque, se você já trabalha com o Adwords, muito provavelmente já descobriu que ele pode sim, trazer leads qualificados para o seu negócio.

A pergunta correta a ser feita é: vale a pena anunciar no Google, com as minhas atuais margens e dentro do meu segmento ?

Agora sim, depende!

O seu segmento é um nicho de mercado ou você comercializa um produto ou serviço muito concorrido ?  Qual a abrangência geográfica de sua atuação ?   Qual é a sua margem de venda ?

É importante considerarmos na conta as seguintes variáveis para cada termos ou palavra-chave escolhida, dentro do Adwords:

A – Volume de buscas.
B – Custo por clique.
C – Conversão (“Quando uma pessoa solicita de fato um orçamento ou faz uma compra dentro do seu site).

Para maximizar o seus ganhos o caminho mais lógico seria obter o maior número de conversões (“vendas”), com o menor custo por clique, gastando cada vez menos.   Entretanto, reduzir o investimento e aumentar o volume de vendas é conflitante.   Some a isso a variável do volume de buscas.

Imagine que você escolhe a palavra “casa”, para a sua campanha.   Por ser uma palavra muito genérica, possui alto volume de buscas, resultando em alto consumo de seu orçamento.  Mas, será que essa palavra gera conversões e vendas ?  Muito provavelmente não.   “Casa” pode significar vários contextos de busca, desde “casa na praia”, “casa em condomínio”, “casa em são paulo”, “casa no interior”, “pessoa x casa com pessoa y”, etc…  Por essa razão a relevância entre o que as pessoas buscam e o que você anuncia é fundamental.

Note no gráfico abaixo, extraído do Google Trends que o volume de buscas por “casa” é muito maior do que “casa na praia”, esse último inclusive com leves picos entre (novembro e fevereiro – meses quentes).

Veja no gráfico abaixo:

casa

Portanto, a relevância e correspondência entre o que as pessoas buscam e o que suas palavras e anúncios oferecem é fundamental.  Se você atua apenas em são paulo, apenas com condomínios de alto padrão, a palavra “casas em condomínio sp”, terá menor volume, porém, trará maior retorno.   Quanto mais especifico for o seu termo, menor será o volume (o que é bom por um lado – ao passo que evita o desperdício de seu orçamento), além de ajudar você a encontrar as “palavras econômicas” que são aquelas cujo o custo por clique é baixo, porém são “certeiras” e trazem elevado número de conversões e vendas.   Também há as situações de palavras não tão econômicas, mas que também são “certeiras”, “clicou comprou”. Se você estiver ganhando cada vez mais dinheiro, com boas margens, importa que a palavra seja um pouco mais cara ?   O investimento e o valor dos cliques é relativo !

No começo do artigo mencionamos a questão das margens e concorrência. Bem, se suas margens são muito pequenas, talvez de fato não compense anunciar no Google.  Por exemplo: Imagine uma empresa que vende canetas BIC a R$ 1,00.    Se este é o único produto comercializado, o ticket médio é R$ 1,00 e o custo da conversão é R$ 5,00, obviamente não compensa.  Claro que esse exemplo é hipotético, mas ilustra algumas situações nas quais a margem do negócio não comporta o investimento no Google.  Quanto mais concorrido e quanto menor a margem, mais haverá o reflexo na viabilidade do investimento.  Mas isso não só para o Adwords, certo ?

No extremo oposto, imagine que uma determinada empresa comercializa apartamentos triplex.   O custo de conversão é R$ 1.000,00.   Apesar de “elevado” cpa, a margem de um imóvel de R$ 1 milhão comporta (ou pelo menos deveria rs).

Por isso o mais importante ao analisar a viabilidade de investimento é determinar o ROI (retorno sobre o investimento), ou, quanto custa para que você conquiste uma nova venda ?   Preciso de 10, 100, 1000 cliques ?   E a partir daí, qual é a sua margem ?   R$ 100, 1000, 10000 ?

Com essas informações fica mais fácil criar metas de conversão e obter o máximo de retorno com o Google Adwords.

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Agora que você ponderou se vale ou não apena anunciar no Google, conheça mais sobre os links patrocinados.

Google não exibe mais anúncios na lateral direita

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Em fevereiro de 2016 o Google parou de exibir os anúncios do “Adwords”, na lateral direita do buscador. A modificação é resultado de uma extensa pesquisa iniciada em 2010 e foi implementada em todos os idiomas ao redor do mundo. Os anúncios do Google Shopping, entretanto, permanecem sendo exibidos na lateral.

Como era antes da mudança:
Eram exibidos 8 anúncios na lateral direita, até 3 acima dos resultados orgânicos.
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Como ficou após a mudança:
São exibidos até (nem sempre) 4 anúncios acima e 4 abaixo do resultado orgânico.

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A mudança implementada, de acordo com o Google, tem como objetivo aprimorar a experiência do usuário, aproximar a usabilidade do mobile com a do desktop, visto que o volume de buscas realizadas pelo mobile já supera a do desktop.

A demanda por serviços de otimização de sites, especialmente para a implementação de templates responsivos (e mobile friendly), tende a aumentar ainda mais.  Isso porque o Google tem penalizado no resultado orgânico sites que não possuem responsividade, entre outros fatores.   Além disso, a experiência na página de destino também afeta a classificação e o índice de qualidade no Google Adwords.

O efeito colateral da novidade é o provável aumento da concorrência pelas primeiras posições, a qual o Google está classificando como destacado para “anúncios altamente comerciais”.

Embora o aumento do Custo por clique seja esperado, a diminuição da quantidade de “concorrentes” para uma mesma pesquisa pode ter efeito positivo.   Imagine o caso de empresas que anunciam produtos com elevado número de concorrentes, onde antigamente haviam 12 anúncios disputando a atenção do usuário.

Com esse elevando número de opções, os usuários (ou LEADs) abriam janela a janela “realizando cotações por preço” (em muitos casos).   Diversos anúncios já nivelavam para baixo o valor de seus produtos ou serviços, diminuindo ainda mais as possibilidades de oferta de produtos com valor agregado diferenciado (a quantidade limitada de caracteres do anúncio dificulta a diferenciação).

A oportunidade então está em identificar palavras-chaves mais relevantes e especificas para cada tipo de negócio.  Trabalhar intensamente na qualidade da página de destino dos sites, investir em SEO e combinar outras diferentes táticas de atração de tráfego. Ser relevante para o que o usuário está procurando continua sendo o fator mais importante ao planejar ações de atração de tráfego no Google.

A importância do teste AB para otimizar as conversões do seu site

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teste-a-bNesse artigo falaremos sobre a importância do Teste AB como ferramenta de auxílio, na identificação da melhor forma de apresentação dos atributos e elementos em um website.   O teste AB pode ser muito útil para ajudar a acabar com as incertezas a respeito de qual elemento e de que forma é possível obter maior resultado.

As vezes somos induzidos a acreditar que determinada frase, cor, elemento do template pode melhorar o retorno obtido em uma página web, porém, nem sempre o que acreditamos ser o melhor, para o usuário de fato é.  Por essa razão é fundamental ter uma base analítica objetiva que ajude na determinação do que de fato é melhor, ou não, para o usuário e principalmente o que traz maior ou menor retorno.

Funcionamento do Teste AB

O funcionamento das ferramentas de teste A/B acontecem da seguinte forma:  Suponhamos que você tenha em seu site, um formulário de contato, com um botão de chamada para a ação com o nome “Enviar”.   Seria melhor manter o nome “Enviar” ou talvez “solicite um orçamento” ?

Podemos fazer um exercício de adivinhação ou tentar usar a experiência de profissionais, porém, um simples botão em uma página web pode ter impactos significativos nos resultados.   Uma forma de eliminar o “achismo” é utilizar o teste A/B.

Você pode fazer uma experiência com 50% das visitas de seu site.  Por exemplo, ao entrar em seu site, 50% das pessoas visualizam o botão “enviar” e 50% “solicite um orçamento”.     Você poderá ver o percentual de pessoas que solicitam um orçamento através do botão “enviar” ou “solicitar um orçamento”.  Se o número de pessoas que solicitam orçamento utilizando uma das opções for significativamente maior,  considere descartar a outra opção.

No teste A/B é importante que cada elemento seja testado individualmente.  Ou seja, você terá certeza, por exemplo, se um botão é mais efetivo ou não do que outro.  Ao passo que se você colocar muitos elementos para testar ao mesmo tempo, mesmo que uma das páginas apresente melhor resultado, você não terá certeza de qual elemento isoladamente contribuiu mais para a melhoria do resultado.

A ferramenta em determinados casos mostrará um resultado do qual não queremos, a princípio, concordar. Entretanto, você terá a sua frente a decisão entre manter a sua ideia e ter um resultado inferior, ou utilizar os resultados da ferramenta a seu favor.

Elementos que geralmente são testados em uma página web:

Botões para chamada de ação (Solicite uma proposta, Solicite um orçamento, Solicite mais informações…)
Títulos da página
Imagens ou vídeos
Conteúdos em texto
Descrições da oferta
Template (Estética dos elementos) e/ou Layout (Posição dos elementos)
Tamanho e campos do formulário
Cores
Indicadores de confiabilidade (testemunhos, certificados, etc.)

Devo testar até quando ?

Em estatística, um intervalo de confiança (IC) é o intervalo estimado onde a média de um parâmetro de uma amostra tem uma dada probabilidade de ocorrer. Comumente define-se como o intervalo onde há 95% de probabilidade da média verdadeira da população inteira ocorrer“.  Wikipedia.
Em linhas gerais recomenda-se que o teste seja feito com a maior amostragem possível.   Isso se deve ao fato de que se você jogar uma moeda para o ar, a probabilidade de cair cara ou coroa será sempre de 50%.  Quanto maior for a amostragem e quanto maior for a diferença entre os resultados, mais confiável será o seu resultado.

Abaixo colocamos o link para uma calculadora que pode ajudar a determinar a confiabilidade de seu resultado.

Calculadora: //drpete.co/split-test-calculator

Para saber mais:
Ferramenta Google Analytics (pode ser utilizada para auxiliar o teste AB).
//support.google.com/analytics/answer/1745147?hl=pt-BR&ref_topic=1745207&rd=1

 

Como potencializar o retorno com novos leads

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Nesse artigo falaremos sobre algumas reflexões importantes que podemos adotar para potencializar o retorno em vendas, com os novos leads gerados em seu negócios.  Primeiramente precisamos reconhecer que nem todas as pessoas fazem parte do público-alvo de sua empresa. Ou seja, não prometa que pode resolver qualquer problema, para qualquer pessoa. Antes de tudo, defina qual o “persona” de seu público-alvo. Persona pode ser definido como arquétipos que descrevem vários objetivos e padrões de comportamento dos potenciais consumidores.

Com isso em mente, defina qual o persona você deseja como seu cliente e qual você não deseja.  Apenas para exemplificar, imagine que determinada empresa trabalha com serviços de consultoria e mantém em seu web-site diversos templates em excel, para auxiliar seus clientes no controle de custos.  Um possível persona não desejado pode ser o de estudantes, que possivelmente estão interessados apenas em fazer pesquisa, ou, pessoas procurando por vagas de emprego.

Algumas formas de traçar o perfil de seu persona desejado é através de entrevistas, pesquisas, análise de seu histórico de contatos e feedback de sua equipe de vendas.

Entender quais tipos de personas não geram retorno e não se encaixam em sua proposta de valor é importante para diminuir o custo de aquisição de cada lead.

Tempo é dinheiro
Isso vale para você e também para seu cliente.  Assegure-se de que seu site possui uma página de agradecimento, que equalize as expectativas de seu lead e o conduza para as próximas etapas de sua compra.  No mesmo instante, seu website deve enviar um e-mail automático, reforçando que você recebeu o pedido de contato, qual a previsão que seu lead pode esperar para ser atendido e em quais páginas do seu site ele pode encontrar informações correlatas em auxilio ao processo de compra.

Harvard Business Review
Em um experimento realizado para testar o tempo de resposta para as solicitações feitas pela internet, 24% das empresas avaliadas levaram mais de 24 horas para responder um lead, e 23% das empresas nunca responderam.  Entretanto, 25% dos consumidores que fazem alguma reclamação sobre produtos no Facebook ou Twitter esperam uma resposta dentro de uma hora.

Fale menos sobre você
É muito irritante quando você encontra alguém pela primeira vez e a pessoa fica falando apenas sobre si mesma. Ela não se esforça para saber sobre quem você é – quais seus interesses e o que possuem em comum.

O mesmo vale para relações de vendas. Quando você fala com um novo lead é vital buscar informações, fazendo perguntas certas que combinem as suas soluções de produtos com as necessidades do lead.

Faça perguntas abertas
Obtenha o máximo de informações possíveis. Tente pegar os pontos mencionados e então faça mais perguntas para dividir a resposta em mais detalhes, aumentando o nível de assertividade de sua solução.

Prepare o Lead
Ligações frias de venda não funcionam 90,9% das vezes.  (Harvard Business Review)

50% dos leads qualificados para comprar, não estão preparados para comprar imediatamente. Os consumidores não querem obter logo de cara um contato com um vendedor. Se não tiverem avançado pelo menos 70% no processo de decisão de compra frequentemente preferem recorrer a pesquisa na internet .   Ou seja, não é muito eficiente e pode ser muito caro enviar, por exemplo, um representante de vendas, logo no primeiro contato de um lead, sem informações suficientes sobre suas necessidades.  60% da decisão de compra é feita antes de um consumidor falar com um representante comercial.

Portanto, defina bem seu público-alvo, liste quais são os leads com os quais sua empresa deseja converter em cliente, forneça todas as informações possíveis sobre suas soluções e proposta de valor durante a maturação da decisão de compra de seu potencial comprador.

Antes de finalizar, uma última dica.  Se você estiver precisando prospectar um determinado cliente, mas não tiver seu e-mail de contato, vale a penas instalar a extensão Sell Hack. O site é //sellhack.com/

Por hoje é só, nos vemos na próxima. Até lá ;

 

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